Josimar Maranhãozinho (PL-MA) optou por não responder às perguntas durante seu interrogatório no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira (28), no processo em que é réu por suspeita de envolvimento em um esquema de desvio de emendas parlamentares.
Ele é investigado ao lado de outros sete acusados, incluindo os deputados Pastor Gil (PL-MA) e o suplente Bosco Costa (PL-SE).
De acordo com a PGR, entre janeiro e agosto de 2020, os parlamentares teriam condicionado a liberação de R$ 6,6 milhões em emendas parlamentares ao pagamento de propina no valor de R$ 1,6 milhão. O dinheiro seria destinado ao então prefeito de São José de Ribamar (MA), Eudes Sampaio, em troca da liberação dos recursos públicos.
A defesa de Josimar justificou o silêncio como uma estratégia jurídica, alegando que ainda não teve acesso completo às provas reunidas pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
Já Pastor Gil e Bosco Costa, também ouvidos, negaram qualquer envolvimento e disseram não reconhecer os documentos que os vinculam ao suposto esquema de corrupção.
O caso tem como relator o ministro Cristiano Zanin, que indeferiu os pedidos de adiamento das oitivas. Segundo ele, a apresentação de novos elementos pela acusação não inviabiliza a continuidade dos interrogatórios.
Se o julgamento for concluído antes das eleições de 2026, pode mudar o quadro político do Estado, já que Josimar e Pastor Gil não poderão ser candidatos e dificilmente haverá transferência para um novo nome.
Os votos devem ir mesmo para a deputada Detinha (PL- MA) e a bancada de Maranhãozinho deve reduzir. Mas há quem diga que tudo isso vai mudar: "ele vai se salvar do processo e vai apoiar Camarão para governador".
Porque será ❓️🤔