21/04/2026

O JEITO BRAIDE DE SER.

A pré-candidatura do ex-prefeito Eduardo Braide (PSD) ao Governo do Maranhão enfrenta críticas não apenas pelo baixo reconhecimento no interior, mas também pela dificuldade de articulação política.

Apesar da visibilidade em São Luís, Braide não consegue construir uma base sólida fora da capital. O desconhecimento em diversas regiões do estado evidencia a ausência de diálogo contínuo com lideranças do interior, fator essencial em uma disputa estadual.

Outro ponto que pesa contra o ex-prefeito é sua postura política. Ao tentar sustentar uma imagem de perfil antissistema, Braide acabou se afastando de espaços importantes de construção política. Essa estratégia, embora funcione no discurso, tem gerado dificuldades práticas na formação de alianças.

Um exemplo citado por interlocutores é a relação com a Câmara Municipal de São Luís. Durante sua gestão, Braide não manteve uma articulação institucional consistente com o Legislativo, o que resultou em distanciamento político e dificuldades na condução de pautas administrativas.

Esse histórico levanta questionamentos sobre sua capacidade de dialogar em um cenário ainda mais complexo como o estadual, que exige negociação constante com prefeitos, deputados e diferentes forças políticas.

Sem articulação e com presença limitada no interior, a pré-candidatura de Braide enfrenta entraves que vão além da popularidade, colocando em xeque sua capacidade de expandir apoio no Maranhão.



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Alcolumbre manda recado ao governo. Vamos votar o voto ao PL da Dosimetria.

 Assista ao vídeo 📹 

O  tema envolve técnica legislativa, articulação política e um pano de fundo institucional bastante sensível.


O que acontece se o Congresso derrubar o veto ao PL da dosimetria?

O veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode ser derrubado em sessão conjunta do Congresso Nacional.

👉 Para isso, são necessários:

  • 257 votos na Câmara
  • 41 votos no Senado

Se esses números forem alcançados:

➡️ O veto é derrubado
➡️ O projeto vira lei imediatamente, sendo promulgado pelo presidente do Congresso, hoje Davi Alcolumbre

Em caso de aprovação o texto passa a produzir efeitos jurídicos — no caso, revisão/atenuação de penas relacionadas aos atos de 8 de janeiro, o que pode beneficiar condenados, inclusive figuras politicamente relevantes, como o ex-presidente Bolsonaro e o general Braga Neto.

⚖️ Importante: mesmo virando lei, a aplicação concreta ainda pode ser discutida no STF, que tem a palavra final sobre as condenações.

📊 Qual a posição de Alcolumbre?

A posição pública de Davi Alcolumbre é, oficialmente, institucional e cautelosa:

  • Diz que quer votar o veto “o mais rápido possível”
  • Mas não marcou data, o que mantém o tema sob controle político
  • A pauta depende dele, já que cabe ao presidente do Congresso convocar a sessão

Além disso, ele nega qualquer acordo político envolvendo o veto, porém, há relatos de bastidores de que o tema estaria inserido em negociações mais amplas.

Não se pode negar que Alcolumbre  controla o timing, e evita assumir posição explícita e mantém margem de negociação.

Opinião 

Por Rogério Alves 

O debate sobre o chamado “PL da dosimetria” expõe mais do que uma divergência jurídica sobre penas: revela o funcionamento real do poder em Brasília.

Em tese, seria apenas uma discussão legítima sobre proporcionalidade penal, mas na prática, o que se vê é o velho debate ligado ao chamado "atos (ou golpe) de 8 de janeiro , sendo usado como moeda de troca dentro do Congresso Nacional.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, mantém o controle da pauta e, com isso, controla o tempo político. 

Diz que quer votar “o mais rápido possível”, mas não marca a sessão. No presidencialismo de coalizão brasileiro, tempo é poder — e poder, quase sempre, é negociação.

Embora negados oficialmente, os relatos de bastidores apontam para uma dinâmica preocupante: a votação de temas institucionais distintos — como veto da dosimetria, presidencial, instalação de CPI e até eespaçosem cargos no governo — estão em um mesmo pacote de barganha.

Esse tipo de prática não é novidade, mas ganha contornos mais graves quando se aproxima de dois núcleos sensíveis da República: o Supremo Tribunal Federal e a estrutura do Executivo.

Quando a discussão sobre quem será ministro do STF ou quem ocupará cargos após uma reforma ministerial passa a dialogar com a votação de um projeto que pode alterar penas de condenados por ataques à democracia, o problema deixa de ser apenas político. Torna-se institucional.

O risco é evidente: cria-se a impressão de que decisões fundamentais — legislativas, judiciais e administrativas — não seguem critérios republicanos, mas sim arranjos circunstanciais de poder.

E mais: fragiliza-se a confiança pública no sistema. 

Não se trata de negar a política — negociar é parte dela. Mas há uma linha tênue entre articulação legítima e troca indevida de interesses que deveriam permanecer separados.

Quando essa linha é ultrapassada, o que está em jogo já não é apenas um veto ou um projeto de lei. É a própria credibilidade das instituições.


CASO ATAQUE DO PITBULL

 PAI DESCARTA SUSPEITA DE FEMINICÍDIO



Diante de rumores levantados na cidade sobre a possibilidade de feminicídio, o pai da vítima, Juscelino Bezerra, veio a público para afastar as suspeitas contra o genro.

Ele afirmou acreditar que a filha foi, de fato, vítima do ataque do animal e destacou que o corpo apresentava marcas compatíveis com mordidas de cachorro. 

Juscelino também defendeu o companheiro da vítima, classificando-o como um homem trabalhador e sem histórico de violência.

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POLÊMICA SOBRE O ATAQUE DO PITBULL EM BACABAL.

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FÉ CEGA.

 

APÓSTOLO POP STAR.

Correndo o risco de ofender a fé de alguém de boa fé, só tenho a lamentar que uma pequena multidão trate um impostor como um homem de Deus. 

Nada contra suas pregações, que por várias vezes já ouvi, mas sim contra a exploração da fé alheia com intuito meramente mercantilista. 

Acredite no que quiser, mas não deposite seu dinheiro para isso.

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INQUÉRITO DAS FAKE NEWS: O RETORNO.

 Gilmar Mendes pede inclusão de Romeu Zema no inquérito das fake news

Ex-governador de MG publicou vídeo com fantoches em alusão ao Master

Notícias
© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, pediu a inclusão do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, no inquérito das fake news relatado pelo ministro Alexandre de Moraes. 

Se você não sabe, esse inquérito é o maior abuso de autoridade da história da justiça brasileira, aberto para defender a democracia, hoje serve para perseguição dos ministros do STF contra qualquer um que se insurja contra seus membros.

O político mineiro vem defendendo o impeachment de ministros do Supremo. No mês passado, ele publicou nas redes sociais um vídeo com fantoches que fazia referências ao caso do Banco Master. 

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Saiba 

PARA ONDE VAI A GUERRA ?

 EUA x Irã: 

quatro cenários possíveis do que vem pela frente no conflito

Por BBC



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o Irã concordou em entregar seu estoque de urânio enriquecido, uma das questões-chave nas possíveis negociações para encerrar a guerra.

Segundo Trump, as negociações entre os dois países podem ser retomadas no fim de semana, com os governos americano e iraniano "muito próximos" de um acordo, segundo ele.

O Irã não comentou as declarações de Trump.

Trump disse ainda acreditar que uma extensão do cessar-fogo com o Irã, que deve expirar no começo da próxima semana, não seria necessária por conta da proximidade de um possível acordo.

Um diálogo inicial entre os dois países, no fim de semana passado no Paquistão, foi encerrado no domingo sem avanços.

Diante desse cenário, quais os possíveis rumos para o conflito?

A seguir, quatro cenários possíveis para o que pode acontecer.

1. Cessar-fogo frágil como pausa 'estratégica'

No dia 7 de abril, Irã e EUA concordaram com um cessar-fogo de duas semanas, o que levou a celebrações em Teerã — Foto: Getty Images

No dia 7 de abril, Irã e EUA concordaram com um cessar-fogo de duas semanas, o que levou a celebrações em Teerã — Foto: Getty Images

Após semanas de ataques, o cessar-fogo entre EUA e Irã pareceu sinalizar uma disposição para conter a crise. No entanto, desde o início, essa trégua vem sendo marcada por imprecisões.

Diferenças na interpretação dos seus termos — incluindo o alcance geográfico, os tipos de alvos incluídos e até mesmo a definição de uma "violação do cessar-fogo" — levaram alguns analistas a enxergar o acordo mais como uma pausa estratégica do que como uma solução duradoura.

"As chances de se chegar a um acordo eram próximas de zero desde o início", afirmou Behnam Ben Taleblu, pesquisador sênior do think tank Foundation for Defense of Democracies, com sede em Washington.

"Há um conjunto de princípios, posições e políticas sobre os quais os EUA e a República Islâmica divergem há anos. No curto prazo, a guerra não só não reduziu essas diferenças, como as intensificou", disse ele à BBC News Persa.

Ao mesmo tempo, declarações contraditórias de autoridades de ambos os lados aumentaram a fragilidade da situação.

Enquanto autoridades do Irã falam em violações recorrentes do cessar-fogo, os EUA e Israel adotam uma interpretação mais limitada do que foi acordado.

Essa divergência de narrativas aprofundou a desconfiança e lançou dúvidas sobre a durabilidade do acordo.

Se as tentativas de retomar as negociações não trouxerem resultados, o cessar-fogo tende a se tornar pouco mais do que uma forma de ganhar tempo — permitindo que as partes façam uma pausa, se recuperem e se reorganizem, reavaliem suas posições e se preparem para a próxima fase.

Esse cenário se torna mais provável caso um dos lados conclua que está ganhando muito pouco com a situação atual, e que é necessário aumentar a pressão de forma significativa.

Os Estados Unidos, por exemplo, poderiam considerar atacar infraestruturas críticas no Irã — como usinas de energia, pontes ou instalações energéticas — como uma possível opção.

Embora esse tipo de ação possa gerar pressão no curto prazo, também traria amplas consequências humanitárias e econômicas, além de poder provocar uma resposta mais firme do Irã.

Ao mesmo tempo, Israel, que mantém forte ceticismo em relação às negociações, tende a se tornar um ator ainda mais influente.

"Israel pode recorrer a ações como assassinatos de indivíduos e autoridades iranianas, incluindo aqueles envolvidos nas negociações", afirmou Hamidreza Azizi, pesquisador em relações internacionais.

"A política declarada por Donald Trump de bloquear o Estreito de Ormuz aumenta o risco de confronto, mesmo que as partes não desejem isso diretamente", acrescentou.

Embora a possibilidade de escalada não possa ser descartada, seus custos potencialmente elevados — como o risco de um conflito regional mais amplo e impactos na economia global — podem tornar esse cenário menos provável, ao menos no curto prazo.

2. 'Guerra nas sombras'

Uma escalada controlada pode envolver ataques limitados a infraestruturas, alvos militares ou até mesmo linhas de suprimento — Foto: AFP via Getty Images

Uma escalada controlada pode envolver ataques limitados a infraestruturas, alvos militares ou até mesmo linhas de suprimento — Foto: AFP via Getty Images

Um dos cenários — talvez um dos mais prováveis — é o retorno a um tipo de confronto que pode ser descrito como uma "escalada controlada".

Isso significa que o conflito não chegaria ao nível de uma guerra em larga escala, mas também não haveria uma interrupção total das ações militares. Nesse contexto, poderiam continuar ataques limitados a infraestruturas, alvos militares ou até mesmo linhas de abastecimento.

O papel de atores indiretos ganharia ainda mais relevância. O aumento da atividade de grupos alinhados ao Irã no Iraque ou no Mar Vermelho, junto com maior pressão dos Estados Unidos sobre essas redes, poderia ampliar o alcance geográfico do conflito sem necessariamente elevar sua intensidade. Alguns analistas descrevem esse cenário como uma "guerra nas sombras".

"Ambos os lados querem usar suas opções e instrumentos de pressão para influenciar o outro sem entrar em uma guerra em larga escala", disse Hamidreza Azizi.

 

"Se o cessar-fogo for violado, a probabilidade de o Irã adotar novas ações por meio de suas forças aliadas — especialmente no Iêmen — é considerada alta", acrescentou.

No entanto, esse cenário não está isento de riscos. À medida que as tensões aumentam, cresce também o risco de erros de cálculo. E, mesmo sem a intenção de escalar o conflito, um único equívoco pode levá-lo a um nível incontrolável.

3. Diplomacia discreta continua

Apesar do fracasso das negociações no Paquistão, uma nova rodada de esforços diplomáticos pode já estar em andamento — Foto: Pool/Getty Images

Apesar do fracasso das negociações no Paquistão, uma nova rodada de esforços diplomáticos pode já estar em andamento — Foto: Pool/Getty Images

Apesar do fracasso das negociações no Paquistão, ainda não é possível concluir que a diplomacia se esgotou ou que as conversas estejam fora de cogitação.

O Paquistão, como anfitrião desses encontros, deve continuar seus esforços nos próximos dias para incentivar Teerã e Washington a chegarem a um acordo, atuando como intermediário na troca de mensagens entre os dois lados.

Ao mesmo tempo, mediadores tradicionais — como Catar, Omã e até mesmo Arábia Saudita e Egito — podem se tornar mais ativos diante do temor de que o conflito saia do controle, funcionando como canais de comunicação e tentando evitar uma escalada repentina da crise.

Contudo, qualquer avanço nesse sentido depende da diminuição das divergências entre EUA e Irã.

A proposta de 15 pontos dos Estados Unidos e a contraproposta de 10 pontos do Irã indicam que ambos ainda priorizam impor seus próprios termos, em vez de buscar um meio-termo.

Assim, embora uma nova rodada de negociações seja possível, esperar um acordo rápido e abrangente parece pouco realista — pelo menos no curto prazo.

4. Bloqueio naval prolongado

As Forças Armadas iranianas ameaçaram a navegação no Golfo, no Mar Vermelho e no Golfo de Omã caso o bloqueio naval dos EUA continue — Foto: Anadolu via Getty Images

As Forças Armadas iranianas ameaçaram a navegação no Golfo, no Mar Vermelho e no Golfo de Omã caso o bloqueio naval dos EUA continue — Foto: Anadolu via Getty Images

O presidente dos Estados Unidos anunciou que a Marinha americana pretende impor um bloqueio marítimo ao Irã, impedindo a passagem de navios e petroleiros pelo Estreito de Ormuz.

Ele também ameaçou interceptar, em águas internacionais, qualquer embarcação que pague taxas de trânsito ao Irã para atravessar o estreito — uma estratégia que parece ter como objetivo privar o país de receitas do petróleo, sufocar sua economia e, ao mesmo tempo, atingir o principal rival dos EUA, a China, maior compradora de petróleo iraniano.

"Um bloqueio marítimo dos portos do Irã pode ser altamente eficaz se houver alocação suficiente de recursos de inteligência, vigilância e reconhecimento", afirmou Behnam Ben Taleblu, destacando a extensa costa iraniana.

"O resultado prático de uma medida como essa seria privar o governo de sua capacidade de exportar sua principal commodity."

Mas outros analistas apontam para os custos significativos que essa política poderia impor aos Estados Unidos, ao aproximar suas forças militares do Irã e torná-las mais vulneráveis a ataques.

Além disso, para que o plano seja eficaz, forças navais precisariam permanecer mobilizadas próximas às fronteiras iranianas por um período prolongado, o que implicaria custos elevados.

A manutenção dessa estratégia também poderia provocar a alta dos preços globais de petróleo e energia, além de aumentar a probabilidade de uma intervenção dos houthis para bloquear o tráfego no Estreito de Bab el-Mandeb, o que poderia pressionar ainda mais os preços do petróleo.

Instabilidade estrutural: uma nova ordem na região?

O Irã e os EUA podem ter entrado em uma fase em que a guerra e as negociações acontecem simultaneamente — Foto: AFP via Getty Images

O Irã e os EUA podem ter entrado em uma fase em que a guerra e as negociações acontecem simultaneamente — Foto: AFP via Getty Images

No fim das contas, o que esses cenários indicam é que a região entrou em uma fase em que a fronteira entre guerra e paz está mais nebulosa do que nunca.

O fracasso das negociações no Paquistão não sinaliza o fim da diplomacia, nem marca o início definitivo de uma guerra mais ampla. Em vez disso, aponta para a continuidade de uma situação de "zona cinzenta".

"Embora ambos os lados queiram que esse conflito chegue ao fim, isso não parece provável no curto prazo", afirmou Hamidreza Azizi.

No contexto atual, decisões estratégicas, questões de segurança e até mesmo pequenos desdobramentos no local do conflito podem ter impactos desproporcionais sobre o rumo da crise.

Isso tem levado muitos analistas a falar em "instabilidade estrutural" na região — uma condição em que as regras do jogo não estão completamente definidas e cujo desfecho é imprevisível.

Nesse cenário, talvez a descrição mais precisa seja a de que Irã e Estados Unidos entraram em uma fase em que guerra e negociação ocorrem simultaneamente. Ambos continuam a recorrer a ferramentas militares, ao mesmo tempo em que mantêm canais diplomáticos parcialmente abertos.

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