02/01/2026

CAPRICHOS DOAS BAJULADORES DE TIRANOS


O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta-feira (2) que vai lutar para manter seu cargo de escrivão na Polícia Federal, mesmo após uma portaria da PF determinar seu retorno imediato ao trabalho na corporação — cargo que ele ocupava antes de entrar no mandato de deputado. 

Ele disse que “não entregará o cargo de mãos beijadas” e que continuará tentando preservar sua posição como policial federal, lembrando que lutou para conseguir a vaga por meio de concurso público. 

Eduardo explicou que “não tem condição de retornar ao Brasil agora”, apesar da determinação da PF, porque atualmente está nos Estados Unidos. 


Lembrando que ele teve seu mandato de deputado federal cassado pela Mesa Diretora da Câmara em dezembro de 2025 por faltas legislativas, o que fez cessar automaticamente a licença que tinha para exercer o cargo de PF enquanto parlamentar

A portaria da PF publicada no Diário Oficial da União determinou que ele retome o cargo de escrivão em Angra dos Reis (RJ) e regularize sua situação funcional.

Caso ele não retorne ao Brasil e ao trabalho na PF, a corporação pode aplicar sanções administrativas, inclusive demissão por abandono de cargo. 

Nas redes sociais, ele escreveu que não se sujeita “aos caprichos dos bajuladores de tiranos que chefiam a Polícia Federal”, classificando a situação como perseguição política — discurso que tem sido repetido por aliados. 

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