A desembargadora Maria da Graça Peres Soares Amorim, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, manteve a prisão do prefeito de Turilândia, Paulo Curió, da primeira-dama, dos 11 vereadores e dos demais oito suspeitos de participação no esquema de corrupção que resultou em um desvio de cerca de R$ 56 milhões do erário municipal.
A magistrada moralizou a justiça e não seguiu o parecer emitido, no último sábado (10), pelo Ministério Público do Maranhão, recomendando a soltura de todos os presos na Operação Tântalo II.
No parecer, assinado pelo procurador-geral de justiça em exercício, Orfileno Bezerra Neto, o órgão ministerial opinou pela concessão de liberdade provisória e/ou pela revogação da prisão preventiva de todos os requerentes citados, mediante a aplicação cumulativa das medidas cautelares diversas da prisão previstas no Código de Processo Penal (CPP).
Ao analisar a manifestação do MPMA, a desembargadora Maria da Graça Peres Soares Amorim não se viu convencida a conceder liberdade aos presos e a vergonha ficou com o Ministério Público Estadual.
Assim, todos permaneceram na cadeia e o a investigação, após a fase de oitivas, pode dar origem a um processo judicial, visando à aplicação de penas aos envolvidos, além do recado anti corrupção dado pelos promotor de justiça do Gaeco, que não concordaram com a posição do Procurador Geral de Justiça.

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