
Crise no Ministério Público do Maranhão quando o promotor de justiça Luiz Muniz Rocha Filho pediu exoneração do cargo de coordenação do Gaeco e da CAEI.
Em documento separado, o promotor afirma que funções estratégicas exigem alinhamento com as diretrizes da administração superior, o que, segundo ele, deixou de existir diante das decisões recentes envolvendo investigações sensíveis.
Essas decisões mencionadas foi o parecer da Procuradoria-Geral de Justiça do Maranhão favorável à liberdade de Paulo Curió, investigado por um esquema que teria desviado cerca de R$ 56 milhões da Prefeitura de Turilândia.
VERGONHA.
Não é possível aceitar que as instituições custam na cara do cidadão, com desculpas esfarrapadas para soltar ricos brancos e prender pobres pretos. Com a palavra, o procurador-geral Danilo José de Castro Ferreira.
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