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Pena de morte nos EUA. O governo americano autorizou execuções por pelotão de fuzilamento e retomou métodos como injeção letal, gás e choque elétrico. A medida busca acelerar sentenças e padronizar procedimentos de execução, que até então eram utilizados de acordo com cada estado. | ||
Histórico. Brasileiros gastaram pouco mais de US$ 6 bilhões no exterior no 1º trimestre do ano, alta de 22% em relação ao mesmo período de 2025. O aumento dos gastos ocorre em um momento de desvalorização do dólar, que recuou cerca de 9% frente ao real em 2026. | ||
Disputa por poder no RJ. O ministro Cristiano Zanin decidiu manter Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Estado, no comando do governo estadual. O parecer ocorreu dias depois o presidente da Alerj, Douglas Ruas (PL), pedir a Corte que transfira para ele o cargo de governador. | ||
Disparada histórica. As ações da Intel subiram mais de 22% ontem após a empresa divulgar projeção de vendas acima das expectativas de Wall Street. Com isso, os papéis bateram recorde histórico. Antes mesmo do resultado, a fabricante já acumulava alta de 81% no ano. | ||
Novo impasse. Apesar de estar disposto a devolver R$ 40 bilhões nos próximos 10 anos, Daniel Vorcaro tende a não prever pagamentos ao FGC nem ao BRB em sua delação premiada. De acordo com reportagem da jornalista Malu Gaspar, o ex-dono do Master entende que considera que a dívida do BRB já foi superada. | ||
Mais cortes vindo aí. A Nike anunciou a demissão de 1.400 funcionários, com foco na área de tecnologia. A redução faz parte de uma reestruturação em meio à queda de vendas. As ações da marca esportiva acumulam queda de mais de 50% nos últimos três anos. | ||
Mounjaro para menores de idade. A Anvisa ampliou o uso do medicamento no Brasil para o tratamento de diabetes tipo 2 em crianças e adolescentes de 10 a 17 anos. Pouco mais de 200 mil adolescentes vivem com a doença no Brasil, e outros 1,4 milhão estão em estágio de pré-diabetes. | ||
Sem “surpresinha”. Um projeto aprovado em comissão da Câmara visa criar regras mais rígidas de sinalização de radares de fiscalização de velocidade, proibindo-os de estarem escondidos. O texto segue para a CCJ e precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. |
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