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| Foto: redes sociais do governador |
O novo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República é José Guimarães.
Deputado federal pelo PT do Ceará, ele ficou nacionalmente conhecido pelo "caso dos dólares na cueca".
Relembrando o Caso:
Em julho de 2005, João Adalberto Vieira da Silva, que era assessor de José Guimarães na época, foi preso pela Polícia Federal no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, com cerca de 100 mil dólares na cueca e mais de 200 mil reais em uma maleta.
O dinheiro foi apontado pelo Ministério Público Federal como propina relacionada a um contrato envolvendo o Banco do Nordeste (BNB), estado em que Guimarães era um dos líderes do PT. Embora o episódio tenha gerado grande escândalo e a cassação tenha sido pedida, José Guimarães foi inocentado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) em 2012, após o tribunal entender que não havia provas de sua participação direta no transporte do dinheiro.
Em 2016, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou novamente o deputado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, alegando que o dinheiro era propina da empreiteira Engevix. José Guimarães sempre negou as acusações e se posicionou como vítima de perseguição política. O caso, no entanto, marcou sua trajetória política.
Temos que lembrar que a eleição vai acontecer em 4 de outubro de 2026 e que ter uma articulação com uma passado tão escandaloso como a lembrança de dólares da cueca, não ajuda em nada a imagem do governo, já tão vinculada a corrupção.


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