25/03/2026

HOMENAGEM PÓSTUMAS - 30 ANOS

A morte de 3 deputados maranhenses, entre eles o jovem prodígio de Lago da Pedra, Waldir Filho (na foto a esquerda), ainda causa comoção até hoje. 




QUANDO A LEI CEDE AO CASO:



Imagem: Gustavo Moreno/SCO/STF

O STF E O RISCO DA CRISE DE LEGITIMIDADE

A recente decisão do ministro Alexandre de Moraes, autorizando que o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpra prisão domiciliar por 90 dias, reacende um debate antigo, mas cada vez mais urgente: até que ponto o Poder Judiciário pode inovar sem respaldo direto na lei?

Não se discute aqui a figura do réu, tampouco suas circunstâncias pessoais. O problema é mais profundo — e institucional. 

Trata-se da crescente adoção, pelo Supremo Tribunal Federal, de soluções jurídicas que não encontram previsão expressa no ordenamento, mas que são justificadas com base em princípios abertos, como proporcionalidade, razoabilidade e dignidade da pessoa humana.

No caso em análise, não existe, no sistema jurídico brasileiro, a figura da “prisão domiciliar temporária por 90 dias”. 

O que há, na legislação, são hipóteses específicas de substituição da prisão preventiva por domiciliar, previstas no Código de Processo Penal, e situações excepcionais na Lei de Execução Penal. 

Fora disso, o que se vê é uma construção jurisprudencial — legítima sob certos aspectos, mas perigosa quando se torna regra.

O ponto central da crítica não está na possibilidade de flexibilização da medida cautelar, mas na ausência de critérios objetivos e universais. Quando decisões passam a depender mais da interpretação do julgador do que da letra da lei, o sistema perde previsibilidade. E, sem previsibilidade, não há segurança jurídica.

A ampliação do chamado “poder geral de cautela” tem permitido ao Judiciário moldar soluções conforme o caso concreto. No entanto, essa prática, quando reiterada, aproxima-se de uma função legislativa disfarçada. O juiz deixa de ser apenas o aplicador da norma e passa a atuar como criador de soluções normativas, ainda que sob o argumento de concretizar direitos fundamentais.

Esse fenômeno gera um efeito colateral grave: 

a percepção social de seletividade. O cidadão comum, submetido à rigidez do sistema penal, dificilmente se vê beneficiado por construções jurídicas tão sofisticadas. Surge, então, a sensação de que há um direito mais flexível para alguns e mais duro para outros — percepção que corrói a credibilidade das instituições.

Não se trata de negar o papel do Supremo como guardião da Constituição. Ao contrário, sua função é essencial. Mas exatamente por isso, exige-se autocontenção. Quanto mais o Tribunal se afasta da legalidade estrita para decidir com base em princípios abertos, maior o risco de ser visto como um ator político, e não como um órgão técnico.

A história recente mostra que decisões judiciais que ultrapassam os limites claros da lei tendem a produzir reações sociais intensas. O problema não é apenas jurídico, mas democrático. A legitimidade do Judiciário não decorre do voto, mas da confiança. E confiança se constrói com previsibilidade, coerência e respeito às regras previamente estabelecidas.

Ao optar por soluções não previstas expressamente em lei, ainda que bem-intencionadas, o Supremo abre espaço para questionamentos sobre seus próprios limites. E, nesse cenário, o desgaste institucional é inevitável.

Em síntese, quanto mais o Supremo Tribunal Federal se distancia da lei para decidir com base em construções próprias, mais alimenta a indisposição popular em relação aos seus membros. 

Não por acaso, cresce no país a sensação de que o Direito deixou de ser um sistema de regras para se tornar um campo de interpretações variáveis.

E quando a lei deixa de ser o ponto de partida, o risco é claro: o sistema deixa de ser jurídico — e passa a ser contingente.

MUDANÇA NAS PRESTAÇÕES DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS.

Fonte: Imirante 

O chefe da fiscalização do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, Fábio Alex de Melo, afirmou em entrevista à TV Mirante que não houve prorrogação do prazo constitucional para envio das contas referentes ao exercício de 2025. 

Segundo ele, a mudança adotada pelo tribunal atinge apenas parte da documentação e tem como objetivo melhorar o controle e a transparência dos gastos públicos.

De acordo com o TCE, o prazo principal continua definido pela Constituição e não pode ser alterado. 

O que foi prorrogado por 60 dias foi apenas o envio de documentos comprobatórios de despesas, como notas fiscais, contratos e empenhos, para adaptação ao novo sistema de prestação de contas.

O novo modelo permite vincular cada documento ao gasto correspondente, facilitando a fiscalização e o acompanhamento dos recursos públicos. 

Segundo Fábio Alex, muitos municípios ainda enfrentam dificuldades técnicas e falta de organização, o que contribui para atrasos na prestação de contas.

COMENTÁRIO QUE VALE A PENA REFLETIR.

 

A POLARIZAÇÃO ANULA O BOM POLÍTICO

Ratinho Junior desiste de disputar a Presidência da República e seguirá no governo até 31 de dezembro de 2026.  O...
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Fernando Alves comentou em "A POLARIZAÇÃO ANULA O BOM POLÍTICO"
Há 7 horas
Infelizmente a polarização já está enraizada no próprio eleitor. Quem não lembra da frase "não vou dar meu voto perdido"?. Onde o eleitor afirmava que não votaria em quem não tivesse chance de vencer a eleição. Sem sequer analisar as propostas dos outros candidatos.
O preocupante é imaginar quantas gerações ainda serão necessárias, para que tenhamos um avanço na conscientização eleitoral em nosso país..

JOSIMAR É UMA VERGONHA PARA O MARANHÃO, MAS O ELEITOR TAMBÉM TEM CULPA.

A condenação do deputado federal Josimar Maranhãozinho a 6 anos e 5 meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, por solicitar propina em troca da destinação de emendas parlamentares ao município de São José de Ribamar, não é apenas mais um capítulo da crônica policial da política brasileira — é um retrato cruel da desigualdade moral e jurídica que revolta o cidadão comum.

Sim, é uma vergonha para a Justiça e para a política brasileira. Não há outro termo.

Um ladrão de milhões, condenado por desviar recursos públicos que deveriam atender à população, cumprindo pena em regime semiaberto, enquanto um ladrão preto e pobre da “trizidela” de Bacabal amarga penas de 10, 12 anos em regime fechado. Essa discrepância escancara um sistema que pesa de forma diferente conforme o sobrenome, o cargo e o poder econômico do réu.

E o absurdo não para por aí.

Mesmo condenado, inelegível, o parlamentar continua recebendo salário, sustentado pelo contribuinte, enquanto cabe à Câmara dos Deputados decidir se é “compatível” cumprir pena e exercer o mandato. 

Ora, desde quando um condenado por corrupção tem qualquer compatibilidade com a função de representar o povo? 

A própria pergunta já é um insulto à inteligência do eleitor brasileiro.


Como se não bastasse, o enredo ganha contornos ainda mais revoltantes com a tentativa de perpetuação familiar no poder. Josimar já articula lançar sua sobrinha, Fabiana Vilar, como sua substituta na disputa por uma vaga na Câmara Federal. Ao mesmo tempo, sua esposa, Detinha, segue com protagonismo político e ainda aparece cotada para compor chapa como vice-governadora ao lado do prefeito de São Luís, Eduardo Braide.

O que se vê, portanto, não é apenas um caso isolado de corrupção. É um projeto de poder familiar que resiste, mesmo diante de condenações judiciais, sustentado por uma engrenagem eleitoral que insiste em premiar práticas condenáveis.

Diante de tudo isso, a indignação não pode ser apenas momentânea ou restrita às redes sociais. É preciso ir além.

A verdadeira mudança não virá apenas das decisões judiciais ou das manobras institucionais. Ela depende, sobretudo, da postura do eleitor. Em outubro de 2026, o cidadão terá novamente nas mãos a ferramenta mais poderosa da democracia: o voto. E esse voto precisa ser exercido com rigor, consciência e memória.

Chega de relativizar corrupção. 

Chega de aceitar o “rouba, mas faz”. 

Chega de eleger e reeleger os mesmos grupos que transformam a política em negócio de família.

Se o eleitor não mudar, nada muda.

A política brasileira só deixará de ser esse cenário de vergonha quando o voto deixar de ser instrumento de manutenção de poder e passar a ser, de fato, um ato de responsabilidade com o futuro.

24/03/2026

ROMARINHO DECLARA APOIO A BENTO VIEIRA

Diz o ditado popular que "é no balanço da viagem que as melancias se ajeitam". Pois as coisas estão tomando jeito em Bacabal.

Marcos Miranda ainda não declarou publicamente, mas seu filho Marcos Junior já se fez presente no evento da pré candidatura de Orleans Brandão (MDB), mas Romarinho, principal nome da oposição na câmara de Bacabal, já assumiu publicamente sua preferência pela eventual pré -candidatura de Eduardo Braide (PSD). 

E não é só essa a divergência com o líder MM. Embora o parlamentar tenha garantido a pretensão de apoiar Marcos Jr a deputado estadual, por gratidão ao pai e compromisso,  o mesmo não  acontece em relação ao seu pré -candidato a federal.



Segundo o blogueiro Sérgio Matias, mesmo que Marcos Miranda não concorde, Romarinho optou em também ser grato ao amigo e advogado Dr. Bento Vieira (Novo) que buscará uma das 18 vagas que o Maranhão tem direito na Câmara Federal. 

"Estamos preparados para a batalha, doa em quem doer. A verdade é essa. Se for preciso cortar da própria carne, vamos cortar. Estou pronto e preparado para assumir a guerra.", disse o vereador.


BOLSONARO VOLTA PRA CASA.

Bolsonaro volta a usar tornozeleira eletrônica em prisão domiciliar.

VEJA O VÍDEO 📹

VAI TER QUE DECIDIR A PRORROGAÇÃO, DISSE O MINISTRO DO STF.

O governo não quer a prorrogação, mas a oposição não quer perder o palanque, então, sobrou para o STF de novo. 
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Mesa do Senado leia o pedido para a prorrogação da CPMI do INSS por até 120 dias, apresentado ​por parlamentares ⁠do ​colegiado que investiga fraudes bilionárias em ⁠descontos de aposentados e pensionistas.

Em ​sua decisão, Mendonça disse que, preenchidos os requisitos legais, a continuidade das apurações da ‌comissão de inquérito deve prevalecer. 


Na entrevista o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), explicou os próximos passos da investigação.

🎙 Gravado por: Rádio Senado

É HOJE.

É hoje, a sessão pública em homenagem aos 25 anos da Academia Bacabalense de Letras. 

O evento acontecerá às 19 horas, no Centro de Convivência Social, na estrada da Bela Vista em Bacabal.


CORRUPÇÃO, ASSASSINATO E UMA DINASTIA POLÍTICA.

Renan Santos do MBL faz um histórico de corrupção e assassinato em uma pequena cidade maranhense. Acompanhe tudo em:

A HISTÓRIA DE PRESIDENTE VARGAS - MA CONTADA SOB A ÓTICA DA CORRUPÇÃO.

VEJA O VÍDEO 📹

<!Se Você quer saber mais sobre o assunto, comenta aqui

A POLARIZAÇÃO ANULA O BOM POLÍTICO

Foto: jonathan Campos/AEN 

Ratinho Junior desiste de disputar a Presidência da República e seguirá no governo até 31 de dezembro de 2026. 

O governador do Paraná, Ratinho Júnior, diz que continuará à disposição do PSD para “ajudar o Brasil virar a página do atraso”. 

A frase é forte, mas o gesto é ainda mais eloquente: mesmo com índices de aprovação superiores a 80% no seu estado, ele opta por não disputar a Presidência da República. 

A pergunta que se impõe é inevitável — por que um político bem avaliado, com capital eleitoral consolidado, decide recuar?

A resposta não está na falta de força, mas no excesso de distorção do ambiente político nacional. O Brasil de hoje não premia o bom gestor, o administrador eficiente ou o político equilibrado. Premia, antes, aqueles que conseguem se encaixar em uma narrativa de confronto. E é justamente aí que a polarização atua como uma força destrutiva: ela não seleciona os melhores — seleciona os mais úteis ao conflito.

Ratinho Júnior percebeu o que muitos ainda resistem em admitir. Sua alta aprovação no Paraná não se traduz automaticamente em viabilidade nacional. Fora do seu estado, seu nome ainda é pouco conhecido e, mais grave, não se encaixa com facilidade nos extremos ideológicos que dominam o debate público. Em uma eleição presidencial, isso não é uma virtude — é um problema.

Além disso, havia uma ameaça concreta no seu próprio território: o avanço político de Sergio Moro ao governo estadual, com apoio de setores relevantes da direita nacional. Ao deixar o Paraná para disputar o Planalto, Ratinho correria o risco de perder o controle político do estado. Optou, portanto, por preservar sua base, seu legado e seu futuro.

Mas ele não está sozinho nesse movimento silencioso de recuo.

Outros governadores bem avaliados enfrentam o mesmo dilema. Romeu Zema e Ronaldo Caiado, por exemplo, surgem como nomes naturais para uma alternativa de centro-direita. Ainda assim, ambos esbarram na mesma barreira: a dificuldade de romper a lógica binária que domina o país. Não por acaso, cresce nos bastidores a possibilidade de que optem por caminhos mais seguros, como a disputa pelo Senado, onde o risco é menor e a previsibilidade maior.

O que se desenha, portanto, é um cenário preocupante: os melhores quadros recuam, enquanto os mais polarizadores avançam.

E o resultado disso é conhecido — e desalentador.

Caminhamos para mais uma eleição em que o debate público será sequestrado por narrativas extremadas, com pouco espaço para propostas consistentes ou projetos de país. 

  • De um lado, Luiz Inácio Lula da Silva, cuja trajetória recente inclui condenações posteriormente anuladas pelo Supremo Tribunal Federal, mas que permanece cercado por figuras associadas a escândalos de corrupção que marcaram seu ciclo político. 
  • De outro, a possibilidade de um nome ligado à família Jair Bolsonaro — como Flávio Bolsonaro — cuja trajetória também é acompanhada por investigações e controvérsias, inclusive no caso conhecido como “rachadinhas”, além de questionamentos envolvendo movimentações financeiras.

Não se trata aqui de absolver ou condenar, mas de constatar:

o Brasil está preso a um ciclo onde os extremos se alimentam mutuamente, enquanto alternativas mais equilibradas são empurradas para fora do jogo.

A decisão de Ratinho Júnior é, nesse contexto, quase um diagnóstico. Não é a política que está sendo abandonada — é o modelo atual que está expulsando os que não se submetem à lógica da guerra permanente.

E isso deveria preocupar mais do que qualquer candidatura.



23/03/2026

VIOLÊNCIA CONTRA MULHER

 Você precisa ouvir esse recado👇

SUJEIRA E FALTA DE INFRAESTRUTURA EM BACABAL

Não fosse o jornalismo independente do repórter Ray Lima, a imprensa de Bacabal não divulgaria o sofrimento do povo.

As redes sociais e os grandes sites de notícias locais são alinhadas ao governo de Roberto Costa e apenas reproduzem o material da assessoria ou a propaganda pessoal das redes sociais do prefeito.

Um exemplo do descaso é a Vila Coelho, em Bacabal 

Moradores denunciam a interdição parcial da rua São Raimundo, onde um pedaço de madeira foi colocado dentro de um bueiro para sinalizar o problema. 

No local, bueiros transbordam, jogando fezes pelo meio da rua, situação que piora em dias de chuva.

No cruzamento com a rua Duque de Caxias, um enorme buraco também tem causado transtornos a motoristas e pedestres. 

A população cobra providências da Secretaria de Obras, que já tem conhecimento do problema, mas ainda não realizou melhorias. 

E o prefeito, o que diz ? 

Veja o vídeo da denúncia 📹

                 

Prisão domiciliar para Bolsonaro

 

PESQUISAS SOBRE ALZHEIMER

 Cientistas brasileiros são premiados por pesquisas sobre Alzheimer

Investigações avançam na busca por diagnóstico precoce e prevenção

Agência Brasil - Por Tâmara Freire
Notícias
© Fernando Frazão/Agência Brasil

Cientistas de todo o mundo tentam encontrar novas abordagens para a doença de Alzheimer, e dois laboratórios brasileiros têm se destacado nessa corrida. Recentemente, os pesquisadores Mychael Lourenço, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e Wagner Brum, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foram premiados por organizações internacionais por suas contribuições ao tema.

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O NOVO TEATRO DAS TESOURAS

 

PT E PL SEMPRE VOTAM JUNTOS QUANDO É PARA DESVIAR DINHEIRO PÚBLICO.

VEJA O VÍDEO 📹

MINISTROS DO STF NÃO ESTÃO ACIMA DA LEI.

Democracia é um canteiro de obras permanente

O ministro Edson Fachin, atual presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), utilizou a metáfora de que a "democracia é um canteiro de obras permanente" para enfatizar que ela não é uma "dádiva perene" ou um estado garantido, mas uma construção humana que exige manutenção e esforço contínuos.

O argumento de que a democracia não deve ser vista como algo que, uma vez conquistado, está garantido para sempre é uma clara proteção ao seu colega Alexandre de Moraesque está na eminência de ser processado pela sua ligação com o escândalo do Banco Master.


Devido a essa natureza, o sistema democrático exige, segundo o ministro, uma "vigilância ativa e constante" da sociedade e das instituições, o que sugere que a sociedade deve preservar o STF  reforçando a necessidade de instituições sólidas, independentes e atentas à defesa do Estado de Direito e dos direitos fundamentais, especialmente em contextos de crise ou incerteza. 

Essa analogia tem sido usada por ele em discursos recentes, como na abertura de sessões da Corte Interamericana de Direitos Humanos, para destacar que a democracia é um processo em constante aperfeiçoamento. 
Eu concordo com o Ministro Fachim, que precisamos preservar as instituições, mas o STF é maior que os seus membros e já não dá mais para defender Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Nunes Marques, todos atolados em denúncias de ilícitos envolvendo milhões de reais.


Seletivo do IFMA

Seletivo do IFMA com 40 vagas para professor oferece salários de até R$ 8 mil


Os cargos exigem bacharelado em Direito e Engenharia Elétrica, além de licenciatura em Educação Física e Geografia.

 O Instituto Federal do Maranhão (IFMA) anunciou inscrições para processo seletivo de professor substituto no Campus Coelho Neto. Ao todo, são 40 vagas, entre imediatas e cadastro reserva, com salários que podem chegar a R$ 8 mil. As inscrições ocorrerão de 24 a 31 de março, pela internet.

Das vagas ofertadas, quatro são imediatas, uma para cada área, e as demais destinadas à formação de cadastro reserva. As oportunidades são para Direito, Educação Física, Engenharia Elétrica e Geografia.

Seleção do IFMA tem salários de até R$ 8 mil

Para participar, é necessário ter formação conforme a área pretendida. Os cargos exigem bacharelado em Direito e Engenharia Elétrica, além de licenciatura em Educação Física e Geografia.

A carga horária é de 40 horas semanais. A remuneração varia de R$ 4.326,60, para profissionais com graduação, até R$ 8.058,29, para doutores. Os selecionados também podem receber benefícios como auxílio-alimentação, auxílio-transporte e assistência pré-escolar.

IFMA oferece 40 vagas em Coelho Neto

As inscrições devem ser feitas exclusivamente no site do IFMA. A taxa é de R$ 50, com possibilidade de isenção para inscritos no CadÚnico e doadores de medula óssea, conforme o edital.

O processo seletivo será composto por prova didática e análise de títulos. A aula expositiva terá duração entre 40 e 45 minutos e será realizada no campus de Coelho Neto. Os candidatos deverão apresentar plano de aula impresso em três vias.

A prova de títulos será aplicada apenas aos candidatos que obtiverem nota igual ou superior a 7 na etapa didática. Serão avaliados critérios como formação acadêmica, experiência profissional e produção científica.

O seletivo terá validade de um ano, podendo ser prorrogado por igual período.

22/03/2026

TENIS 2026

Carlos Alcaraz usou as redes sociais para elogiar João Fonseca após a vitória no Masters 1000 de Miami. 

O espanhol, número 1 do mundo, bateu o brasileiro de 19 anos na noite desta sexta-feira (20). 

As parciais foram de 6/4 e 6/4 e o jogo valeu pela segunda rodada da competição dos Estados Unidos.

Vírus da gripe está em alta.

Circulação do vírus da gripe está em alta em várias regiões do país
Principal forma de prevenção contra casos graves e óbitos é a vacina

Agência Brasil - Por Douglas Corrêa
Notícias

O novo boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta sexta-feira (20) alerta para o aumento da circulação do vírus Influenza A no país. 

O vírus segue avançando em nível nacional, impulsionando o aumento de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Mato Grosso e na maioria dos estados do Nordeste, exceto o Piauí, e no Norte, Amapá, Pará e Rondônia. No Sudeste, o vírus está em alta no Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Prevalência de casos e óbitos

Desde o início de 2026, os casos positivos de SRAG ocorreram devido aos seguintes vírus: 

  • Rinovírus - 41,9% 
  • Influenza A - 21,8%
  • Sars-CoV-2 (covid-19) - 14,7% 
  • VSR - 13,4% 
  • Influenza B - 1,5% 

Dentre os óbitos, observou-se 37,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19); 28,6% de influenza A; 21,8% de rinovírus; 4,5% de VSR; e 2,5% de influenza B. Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os óbitos positivos foi de 30,8% para influenza A; 30,8% para Sars-CoV-2; 27,5% para rinovírus; 5,5% para VSR; e 2,7% para influenza B.

ESPORTE.

 O Brasil é prata na natação e quebra recorde Sul-Americano.

BACABAL EM DESTAQUE NA POLÍTICA.


Lahesio e Roberto Rocha participam de evento de pré -campanha  de Bento Vieira em Bacabal

O encontro com lideranças organizado em Bacabal como parte da pré -campanha de Lahesio Bonfim, do Partido Novo, ao Governo do Maranhão aconteceu em Bacabal no ultimo dia 21 teve até caravana de outros municípios.


O evento organizado pelo diretório local do Novo foi marcado também pelo lançamento da pré -campanha do advogado bacabalense Dr. Bento Vieira a deputado federal o que mostrou bastante prestígio junto ao partido. 


ROBERTO ROCHA.


O evento contou também com a presença do pré -candidato ao Senado, provavelmente também pelo Novo, Roberto Rocha.

Rocha alega que tem sido alvo de perseguição política por parte do Ministro do STF Flávio Dino e esse embate ainda pode deixá-lo inelegível, mas o pré candidato ao senado deixou seu recado:

"Bacabal mostrou sua força como nunca. Um encontro que deixa claro que o Maranhão tem jeito, e esse caminho passa por trabalho sério, responsabilidade e atitude. Aqui tem gente comprometida com mudança de verdad8e, sem promessas vazias, com coragem para enfrentar o que for preciso", ressaltou Roberto Rocha.

Se Roberto é forte ou não, na disputa do senado, eu não sei dizer, mas ninguém joga pedra em árvore sem fruto. 

LAHESIO BONFIM 


Tendo como palavra de ordem a frase curta "Eu vim de graça", o público recebeu Lahesio Bonfim com euforismo.

"Bacabal mostrou hoje a força de quem acredita em um novo Maranhão. Foi um encontro marcado por energia, união e propósito. Cada pessoa presente fez parte de um momento que entra pra história dessa caminhada. Seguimos firmes, com coragem e com o povo ao nosso lado. O Maranhão quer mudança e ela já começou!", disse o pré-candidato ao governo, Lahesio Bonfim.

 

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