HELOÍSA HELENA FALA CONTRA O BANDITISMO NA POLÍTICA.
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Parabéns por colocar a boca no trombone, Dr. Rogério.
A sociedade de Bacabal não pode mais aceitar desculpas. A realização do concurso público é um direito nosso e uma exigência da justiça. Continuar sem edital significa manter o cabide de empregos e o favorecimento de sempre, onde apenas os 'mais chegados' têm vez. Queremos uma gestão pública transparente e oportunidades iguais para todos. Vamos continuar cobrando!
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© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (21), vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a quatro dispositivos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026.
Um deles permite que municípios com até 65 mil habitantes inadimplentes com a União possam realizar convênios e receber recursos federais.

Bilhetes que continham ordens internas dos integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) apreendidos em 2019 em um presídio em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, levaram a polícia a abrir a investigação que culminou na Operação Vérnix, deflagrada nesta quinta-feira (21) pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e pela Polícia Civil.

Segundo as informações da Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo (SSP-SP), os bilhetes não mencionavam o nome da influenciadora e advogada Deolane Bezerra, presa hoje na operação, mas foram o pontapé inicial para as investigações mostrarem que ela recebia valores provenientes de uma transportadora criada pelo PCC, com sede em Presidente Venceslau.
O dinheiro era repassado para outras contas para dificultar o rastreio. Duas dessas contas estão em nome de Deolane, que, segundo as investigações, fazia a lavagem do dinheiro.
Também foram alvo da operação Marco Herbas Camacho, o Marcola, chefe do PCC, que está preso na Penitenciária Federal de Brasília; Alejandro Camacho, irmão de Marcola, também preso em Brasília e notificado sobre a nova ordem de prisão; Paloma Sanches Herbas Camacho, sobrinha de Marcola e apontada como intermediária nos negócios da família, foragida na Espanha; e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, sobrinho de Marcola e apontado como o destinatário do dinheiro lavado da família, que estaria na Bolívia.
A Polícia Federal e o Ministério Público auxiliam nas buscas internacionais e os investigados entraram na Lista Vermelha da Interpol. Foram expedidos seis mandados de prisões preventivas, além do bloqueio de valores superiores a R$ 327 milhões e apreensão de 17 veículos de luxo e quatro imóveis.
De acordo com o Promotor de Justiça do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e membro do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), Lincoln Gakiya, as investigações terem chegado até Marcola e seu irmão Alejandro é importante porque mostram que, apesar de presos, ambos deixaram ordens pendentes e comunicações fora da cadeia.
Gokiya ressalta que as cartas encontradas na penitenciária em 2019 levaram as investigações até a transportadora.
“A empresa pertencia de fato à família Camacho, onde foi lavado esse dinheiro. O Marcola tem mais de 300 anos de pena para cumprir e ele certamente responderá a um novo processo, provavelmente sofrendo condenação nesse caso”, disse.
O promotor ressaltou que certamente haverá desdobramentos da Operação Vérnix, com o envolvimento de Deolane com outras pessoas e também com empresas ligadas a apostas - as bets.
“Nesse período de sete anos, mas principalmente de 2022 em diante, ela teve um aumento muito grande em seu faturamento. Inclusive sem correlação com o trabalho prestado. Então, isso vai gerar sonegação fiscal, vai gerar outras lavagens”, explicou.
Segundo o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, com a abertura dos sigilos bancário e fiscal, a investigação descobriu que Deolane mantém relacionamento com outras vertentes do crime organizado. As investigações revelaram que a influenciadora funciona como uma espécie de caixa do crime organizado.
Costa explica que, pelo poder econômico que a advogada adquiriu ao longo do tempo e influência, o crime organizado deposita esses valores nessa figura pública, e esse dinheiro acaba se misturando com o dinheiro de outras atividades.
"Quando é necessário, esses recursos retornam para o crime organizado. A prisão de uma influencer como essa, com mais de 20 milhões de seguidores, tem caráter pedagógico. Esperamos que cause um efeito de inibição", afirmou o procurador.

A Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) anunciou nesta quinta-feira (21) que o Flamengo recebeu os três pontos referentes à partida contra o Independiente Medellín (Colômbia) pela Copa Libertadores da América, que foi cancelado no dia 7 de maio após torcedores da equipe colombiana realizarem atos de vandalismo no estádio Atanásio Girardot, em Medellín.

Segundo a entidade máxima do futebol sul-americano, o placar da partida, que foi interrompida logo aos três minutos do primeiro tempo, ficou em 3 a 0 a favor do Rubro-Negro da Gávea.
Na partida realizada no dia 7 de maio, torcedores lançaram sinalizadores e bombas em direção ao campo de jogo, em especial perto do gol defendido pelo goleiro Rossi, do Flamengo. Além disso, alguns torcedores tentaram invadir o gramado, o que levou a Polícia a entrar em ação de forma imediata.
Diante deste panorama, por determinação da arbitragem da partida, os jogadores das duas equipes seguiram para os vestiários, onde permaneceram aguardando por 1 hora e 15 minutos até que a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) decidiu cancelar o jogo.
Desta forma, o Flamengo, que já está garantido nas oitavas de final da Libertadores, lidera o Grupo A com o total de 13 pontos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva será o entrevistado na edição especial do programa Sem Censura, apresentado por Cissa Guimarães, nesta sexta-feira (22), ao vivo, às 16h, na TV Brasil, veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Além de Cissa, a bancada para a conversa na produção vespertina reunirá ainda Nath Finanças e dois jornalistas que trabalham na EBC: Luciana Barreto, âncora e editora-chefe do telejornal Repórter Brasil Tarde; e Muka, produtor de conteúdo.
"Pela primeira vez, um presidente da República em exercício participa do programa. A retomada do Sem Censura, em 2024, nasceu da convicção de que a comunicação pública pode ser relevante, competitiva, contemporânea e profundamente conectada à vida das pessoas. Hoje, o programa voltou ao centro do debate público, conquistou prêmios, lidera engajamento nas redes e reafirma a potência da TV pública brasileira", afirma a diretora presidente Antonia Pellegrino.
A Polícia Federal (PF) decidiu não endossar a proposta de acordo de colaboração premiada que vinha discutindo com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, e com seus advogados.

Os agentes federais responsáveis julgaram inconsistentes as informações fornecidas por Vorcaro, confrontando-as com as provas e indícios reunidos desde 2024, quando a PF começou a apurar, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), a emissão de títulos de créditos financeiros sem a devida cobertura.
Já a Procuradoria-Geral da República (PGR) segue avaliando a proposta de delação premiada apresentada pelo dono do conglomerado Master, instituição financeira que o Banco Central liquidou extrajudicialmente em novembro de 2025.
Preso preventivamente durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, em 18 de novembro do ano passado, Vorcaro, de 42 anos, passou dez dias detido até ser libertado por força de uma decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região.
Ele voltou a ser detido em 4 de março deste ano, quando a PF deflagrou a terceira fase da operação. Em 19 de março, como parte das tratativas para o fechamento de um acordo, Vorcaro passou a ocupar uma sala especial da Superintendência da PF em Brasília. Esta semana, com a deterioração das negociações, ele foi transferido para uma cela da superintendência, de onde pode voltar para a Penitenciária Federal, onde estará sujeito a regras muito mais rígidas.
A palavra final sobre a validade da delação de Vorcaro será do ministro André Mendonça. Caberá ao ministro homologar o eventual acordo de delação do banqueiro.
De acordo com a Lei de Organização Criminosa (Lei 12.580/2013), Mendonça não pode participar da fase de negociação entre a PF, a PGR e a defesa de Vorcaro.
Dessa forma, se a procuradoria aceitar a proposta, as cláusulas da colaboração deverão ser submetidas ao ministro.
A partir da homologação, Vorcaro poderá usufruir dos benefícios que forem acordados, como redução de pena.
Também ficarão válidas as eventuais obrigações, entre elas, a devolução de dinheiro obtido por meio das fraudes envolvendo o Banco Master e a obrigação de ele revelar tudo o que sabe sobre as fraudes.
Saiba mais sobre a possível delação de Vorcaro na reportagem do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil
*Colaborou André Richter
Justiça decreta prisão preventiva de mulher suspeita da morte do próprio bebê em Balsas
O Primeiro Comando da Capital (PCC) opera em portos do Uruguai, Panamá e Equador.
A facção consolidou-se como uma organização criminosa transnacional e utiliza esses locais estratégicos em aliança com máfias internacionais para exportar cocaína para mercados como a Europa, Ásia e Oceania.
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De volta ao Espaço Aberto, o nosso Engenheiro – Empresário e Ambientalista, Júnior Pacífico de Paula, faz uma curta, mas intensa viagem pelo judiciário brasileiro e seus penduricalhos.
Como é tempo de futebol, o colunista inteligentemente faz essa ponte para você, já no título da crônica. Aproveite a leitura
PELA DIREITA MENDONÇA, NO MEIO FUX, PELA ESQUERDA ZANIN.
Quando o filósofo francês Montesquieu (Charles Louis de Secondat) idealizou a divisão dos poderes em legislativo, executivo e o judiciário, baseado nas ideias do grande pensador e filósofo grego Aristóteles, que foi difundida na sua grandiosa obra “O Espírito das Leis” em 1748. Ele acreditava na simbiose perfeita e harmoniosa entre os três poderes, que na sua concepção serviriam para pautar a vida dos cidadãos na sociedade e principalmente, na democracia. O seu principal argumento é que “o poder freia o poder”, significando que os poderes devem ser autônomos e se fiscalizarem mutuamente, impedindo que esse poder se concentre em uma única pessoa ou entre um grupo.

Para quem não conhece, a expressão "lavando a burra", "lavar a burra" ou "lavar a égua" significa tirar grande vantagem de uma situação, dar-se muito bem em um negócio ou ganhar muito dinheiro. É frequentemente usada para comemorar um momento de sorte, como lucrar alto ou ganhar na loteria.
Origem da expressão:
Popularmente, acredita-se que o termo venha da época da exploração do ouro no Brasil.
Na ocasião, "burra" ou "bolsa" designava um cofre ou saco usado para guardar dinheiro. Logo, "lavar a burra" ou "encher a burra" referia-se a limpar e lotar o cofre de riquezas.
Outra lenda famosa aponta para os escravizados, que escondiam ouro em pó nos pelos das éguas para recuperá-lo posteriormente.

“Sem a toga, sou mais um corpo preto”: desembargadora relata racismo em supermercado
Adenir Carruesco afirmou que episódio revela lógica social que associa pessoas negras ao serviço.
Um episódio vivido fora dos tribunais levou a desembargadora federal Adenir Alves da Silva Carruesco, do TRT da 23ª região, a refletir nas redes sociais sobre as consequências do racismo estrutural na vida cotidiana.
A situação ocorreu em um supermercado de Cuiabá, onde a magistrada foi abordada de forma insistente por uma cliente que acreditava que ela trabalhava no estabelecimento.
Assista:
No vídeo, Adenir disse que, em um domingo, após fazer sua caminhada matinal, passou pelo supermercado.
Enquanto caminhava entre as gôndolas, foi abordada por uma senhora que buscava informações sobre produtos e sobre a localização deles.
Segundo a desembargadora, para a cliente, parecia natural que ela estivesse ali para servi-la.
“Ela agiu pela lógica. Pela lógica que o senso comum brasileiro internalizou. O lugar natural do preto é o serviço. A lógica diz, preto não ocupa espaços de poder, preto não é juiz, preto não é desembargador.”
Adenir afirmou que essa percepção social associa pessoas negras ao serviço e nega a elas espaços de poder.
“Os pretos brasileiros não estão nos tribunais superiores. Basta ver e a mulher negra menos ainda. Eu, desembargadora, sem a toga, sou apenas mais um corpo preto que a razão brasileira insiste em enxergar como serviçal.”
A magistrada concluiu que a estrutura do racismo precisa ser desconstruída cotidianamente.
“O problema não é aquela mulher no supermercado, é a lógica que ela, sem saber, reproduz. Uma lógica que precisa ser desmontada um domingo de cada vez.”
Fonte: MIGALHAS
O Departamento de Justiça de Trump afirma estar tomando medidas para "fortalecer a pena de morte federal", em oposição às políticas da era Biden.
O Departamento de Justiça dos EUA anunciou na sexta-feira que está tomando medidas para "fortalecer a pena de morte federal", incluindo o retorno dos pelotões de fuzilamento e a readopção do protocolo de injeção letal utilizado durante o primeiro governo Trump .
“Hoje, o Departamento de Justiça agiu para restabelecer seu dever solene de buscar, obter e implementar sentenças capitais legais – abrindo caminho para que o Departamento realize execuções assim que os condenados à morte esgotarem seus recursos”, disse o Departamento de Justiça em um comunicado à imprensa .
Na declaração, o departamento afirmou que as medidas tomadas incluem "a readoção do protocolo de injeção letal utilizado durante o primeiro governo Trump", que "usa pentobarbital como agente letal", e "a expansão do protocolo para incluir métodos adicionais de execução, como o fuzilamento".
O Departamento de Justiça também afirmou que estava "simplificando os processos internos para agilizar os casos de pena de morte".
Além disso, o Departamento de Justiça afirmou ter "revogado" a moratória da era Biden sobre execuções federais e "autorizado o pedido de pena de morte contra 44 réus". O comunicado acrescentou que Todd Blanche, procurador-geral interino dos EUA, "já havia autorizado o pedido de pena de morte contra nove desses réus".
Logo após assumir o cargo em janeiro passado, Donald Trump assinou uma ordem executiva comprometendo-se a buscar sentenças de morte federais e instruindo o procurador-geral a garantir que os estados tenham suprimentos suficientes de drogas para injeção letal para execuções.
O Departamento de Justiça afirmou na sexta-feira que, desde então, "o Departamento tem tomado medidas contínuas para implementar essa diretriz e reverter os esforços do Departamento de Justiça de Biden para enfraquecer a pena de morte".
As execuções federais estavam suspensas desde 2021, quando o então procurador-geral, Merrick Garland, impôs uma moratória às execuções federais sob a presidência de Joe Biden, enquanto se aguardava "uma revisão das políticas e procedimentos do Departamento de Justiça".
Durante o primeiro mandato de Trump, o governo também retomou as execuções federais após uma pausa de quase 20 anos .
Na sexta-feira, o Departamento de Justiça também afirmou em comunicado que planeja, nas próximas semanas, "considerar uma norma que permita aos estados agilizar a revisão federal de habeas corpus em casos de pena capital", "publicar uma proposta de norma que proíba condenados à pena capital de apresentar pedidos de clemência" e outras medidas.
Em nível estadual, cinco estados – Idaho, Mississippi, Oklahoma, Carolina do Sul e Utah – permitem execuções por fuzilamento em determinadas circunstâncias, de acordo com a Associated Press .
As execuções nos EUA aumentaram no ano passado para o nível mais alto em 16 anos . Enquanto isso, o apoio público à pena de morte nos EUA parece estar diminuindo. Uma pesquisa do Gallup publicada em outubro constatou que o apoio à pena capital nos EUA para pessoas condenadas por assassinato vem caindo constantemente nas últimas três décadas, de 80% em 1994 para 52% em 2025.
O Centro de Informações sobre a Pena de Morte também afirmou no ano passado que "as evidências mostram que a pena de morte em 2025 é cada vez mais impopular entre o povo americano, mesmo com autoridades eleitas agendando execuções em busca de benefícios políticos cada vez menores".
Em comunicado, Matt Wells, vice-diretor do grupo de direitos humanos Reprieve, afirmou que o relatório de sexta-feira ilustra “a determinação do governo federal em executar a ordem, a qualquer custo”.
A declaração de Wells dizia: "Eles não se importam com a forma como fazem isso – este relatório abre as portas para toda uma gama de métodos terríveis
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