22/05/2026

OPINIÃO

 

HELOÍSA HELENA FALA CONTRA O BANDITISMO NA POLÍTICA.

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PALAVRA DO LEITOR

Parabéns por colocar a boca no trombone, Dr. Rogério. 

A sociedade de Bacabal não pode mais aceitar desculpas. A realização do concurso público é um direito nosso e uma exigência da justiça. Continuar sem edital significa manter o cabide de empregos e o favorecimento de sempre, onde apenas os 'mais chegados' têm vez. Queremos uma gestão pública transparente e oportunidades iguais para todos. Vamos continuar cobrando!


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Bacabal vive a política do cabresto moderno.

  Bacabal vive a política do cabresto moderno: emprego temporário em troca de silêncio Bacabal atravessa uma das fases mais duvidosas de su...


PREFEITO AMEAÇA REPORTER

 


Prefeito de Sítio Novo perde o controle e ameaça repórter.

O prefeito de Sítio Novo (MA), Antônio Coelho Rodrigues, está no centro de uma denúncia feita por um repórter local e influenciador (da página FSTAON) por supostas ameaças de morte
O conflito escalou quando o blogueiro publicou vídeos expondo obras inacabadas no município e comentários feitos pelo filho do gestor. Em seguida, o jornalista recebeu uma ligação telefônica na qual o prefeito o ofendeu, chamou-o de "cachorro", usou palavrões e fez ameaças de morte. .

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TÁ DEVENDO E QUERENDO MAIS

 

Municípios inadimplentes poderão receber recursos federais

Veto da LDO 2026 foi derrubado pelo Congresso Nacional
Andreia Verdélio* – Repórter da Agência Brasil
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© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (21), vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a quatro dispositivos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. 

Um deles permite que municípios com até 65 mil habitantes inadimplentes com a União possam realizar convênios e receber recursos federais.

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BILHETES DO PCC

 

Bilhetes com ordens do PCC mostram ligação de Deolane com facção

Investigação aponta relação com outras vertentes do crime organizado
Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil
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Bilhetes que continham ordens internas dos integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) apreendidos em 2019 em um presídio em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, levaram a polícia a abrir a investigação que culminou na Operação Vérnix, deflagrada nesta quinta-feira (21) pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e pela Polícia Civil.

Segundo as informações da Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo (SSP-SP), os bilhetes não mencionavam o nome da influenciadora e advogada Deolane Bezerra, presa hoje na operação, mas foram o pontapé inicial para as investigações mostrarem que ela recebia valores provenientes de uma transportadora criada pelo PCC, com sede em Presidente Venceslau.

O dinheiro era repassado para outras contas para dificultar o rastreio. Duas dessas contas estão em nome de Deolane, que, segundo as investigações, fazia a lavagem do dinheiro.

Também foram alvo da operação Marco Herbas Camacho, o Marcola, chefe do PCC, que está preso na Penitenciária Federal de Brasília; Alejandro Camacho, irmão de Marcola, também preso em Brasília e notificado sobre a nova ordem de prisão; Paloma Sanches Herbas Camacho, sobrinha de Marcola e apontada como intermediária nos negócios da família, foragida na Espanha; e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, sobrinho de Marcola e apontado como o destinatário do dinheiro lavado da família, que estaria na Bolívia.

Interpol

A Polícia Federal e o Ministério Público auxiliam nas buscas internacionais e os investigados entraram na Lista Vermelha da Interpol. Foram expedidos seis mandados de prisões preventivas, além do bloqueio de valores superiores a R$ 327 milhões e apreensão de 17 veículos de luxo e quatro imóveis.

De acordo com o Promotor de Justiça do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e membro do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), Lincoln Gakiya, as investigações terem chegado até Marcola e seu irmão Alejandro é importante porque mostram que, apesar de presos, ambos deixaram ordens pendentes e comunicações fora da cadeia.

Gokiya ressalta que as cartas encontradas na penitenciária em 2019 levaram as investigações até a transportadora.

“A empresa pertencia de fato à família Camacho, onde foi lavado esse dinheiro. O Marcola tem mais de 300 anos de pena para cumprir e ele certamente responderá a um novo processo, provavelmente sofrendo condenação nesse caso”, disse.

O promotor ressaltou que certamente haverá desdobramentos da Operação Vérnix, com o envolvimento de Deolane com outras pessoas e também com empresas ligadas a apostas - as bets.

“Nesse período de sete anos, mas principalmente de 2022 em diante, ela teve um aumento muito grande em seu faturamento. Inclusive sem correlação com o trabalho prestado. Então, isso vai gerar sonegação fiscal, vai gerar outras lavagens”, explicou.

Segundo o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, com a abertura dos sigilos bancário e fiscal, a investigação descobriu que Deolane mantém relacionamento com outras vertentes do crime organizado. As investigações revelaram que a influenciadora funciona como uma espécie de caixa do crime organizado.

Costa explica que, pelo poder econômico que a advogada adquiriu ao longo do tempo e influência, o crime organizado deposita esses valores nessa figura pública, e esse dinheiro acaba se misturando com o dinheiro de outras atividades.

"Quando é necessário, esses recursos retornam para o crime organizado. A prisão de uma influencer como essa, com mais de 20 milhões de seguidores, tem caráter pedagógico. Esperamos que cause um efeito de inibição", afirmou o procurador.

FLAMENGO GANHA PONTOS

 

Flamengo recebe pontos de partida da Libertadores cancelada

Jogo contra Independiente Medellín foi marcado por atos de vandalismo
Agência Brasil
flamengo, Independiente Medellin, libertadores
© Reuters/Luisa Gonzalez/Dirietos Reservados

A Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) anunciou nesta quinta-feira (21) que o Flamengo recebeu os três pontos referentes à partida contra o Independiente Medellín (Colômbia) pela Copa Libertadores da América, que foi cancelado no dia 7 de maio após torcedores da equipe colombiana realizarem atos de vandalismo no estádio Atanásio Girardot, em Medellín.

Segundo a entidade máxima do futebol sul-americano, o placar da partida, que foi interrompida logo aos três minutos do primeiro tempo, ficou em 3 a 0 a favor do Rubro-Negro da Gávea.

Na partida realizada no dia 7 de maio, torcedores lançaram sinalizadores e bombas em direção ao campo de jogo, em especial perto do gol defendido pelo goleiro Rossi, do Flamengo. Além disso, alguns torcedores tentaram invadir o gramado, o que levou a Polícia a entrar em ação de forma imediata.

Diante deste panorama, por determinação da arbitragem da partida, os jogadores das duas equipes seguiram para os vestiários, onde permaneceram aguardando por 1 hora e 15 minutos até que a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) decidiu cancelar o jogo.

Desta forma, o Flamengo, que já está garantido nas oitavas de final da Libertadores, lidera o Grupo A com o total de 13 pontos.

LULA SEM CENSURA

 

Lula participa nesta sexta-feira do Sem Censura, da TV Brasil

Programa será ao vivo às 16h
EBC

Brasília (DF) 03/06/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva será o entrevistado na edição especial do programa Sem Censura, apresentado por Cissa Guimarães, nesta sexta-feira (22), ao vivo, às 16h, na TV Brasil, veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Além de Cissa, a bancada para a conversa na produção vespertina reunirá ainda Nath Finanças e dois jornalistas que trabalham na EBC: Luciana Barreto, âncora e editora-chefe do telejornal Repórter Brasil Tarde; e Muka, produtor de conteúdo.

"Pela primeira vez, um presidente da República em exercício participa do programa. A retomada do Sem Censura, em 2024, nasceu da convicção de que a comunicação pública pode ser relevante, competitiva, contemporânea e profundamente conectada à vida das pessoas. Hoje, o programa voltou ao centro do debate público, conquistou prêmios, lidera engajamento nas redes e reafirma a potência da TV pública brasileira", afirma a diretora presidente Antonia Pellegrino.

COPA DO MUNDO

 


O veterano jogador de 40 anos de idade, que havia anunciado que estava aposentado da seleção alemã após a disputa da Eurocopa de 2024, disputará o Mundial de 2026. 


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DELAÇÃO PREMIADA

Polícia Federal recusa proposta de delação premiada de Vorcaro

Decisão já foi comunicada ao ministro André Mendonça, do STF
Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil*
© Marcelo Camargo/Agência BraSil

A Polícia Federal (PF) decidiu não endossar a proposta de acordo de colaboração premiada que vinha discutindo com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, e com seus advogados.

Os agentes federais responsáveis julgaram inconsistentes as informações fornecidas por Vorcaro, confrontando-as com as provas e indícios reunidos desde 2024, quando a PF começou a apurar, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), a emissão de títulos de créditos financeiros sem a devida cobertura.

Segundo fontes da corporação, a decisão já foi comunicada ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do inquérito que apura denúncias de fraudes bilionárias contra o Sistema Financeiro Nacional, mas não inviabiliza tratativas futuras, caso o banqueiro apresente informações relevantes.

Já a Procuradoria-Geral da República (PGR) segue avaliando a proposta de delação premiada apresentada pelo dono do conglomerado Master, instituição financeira que o Banco Central liquidou extrajudicialmente em novembro de 2025.

Preso preventivamente durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, em 18 de novembro do ano passado, Vorcaro, de 42 anos, passou dez dias detido até ser libertado por força de uma decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região.

Ele voltou a ser detido em 4 de março deste ano, quando a PF deflagrou a terceira fase da operação. Em 19 de março, como parte das tratativas para o fechamento de um acordo, Vorcaro passou a ocupar uma sala especial da Superintendência da PF em Brasília. Esta semana, com a deterioração das negociações, ele foi transferido para uma cela da superintendência, de onde pode voltar para a Penitenciária Federal, onde estará sujeito a regras muito mais rígidas.

Palavra final

A palavra final sobre a validade da delação de Vorcaro será do ministro André Mendonça. Caberá ao ministro homologar o eventual acordo de delação do banqueiro.

De acordo com a Lei de Organização Criminosa (Lei 12.580/2013), Mendonça não pode participar da fase de negociação entre a PF, a PGR e a defesa de Vorcaro.

Dessa forma, se a procuradoria aceitar a proposta, as cláusulas da colaboração deverão ser submetidas ao ministro.

A partir da homologação, Vorcaro poderá usufruir dos benefícios que forem acordados, como redução de pena.

Também ficarão válidas as eventuais obrigações, entre elas, a devolução de dinheiro obtido por meio das fraudes envolvendo o Banco Master e a obrigação de ele  revelar tudo o que sabe sobre as fraudes.

Saiba mais sobre a possível delação de Vorcaro na reportagem do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

*Colaborou André Richter

21/05/2026

MÃE SUSPEITA DA MORTE DO PRÓPRIO BEBÊ

 


Justiça decreta prisão preventiva de mulher suspeita da morte do próprio bebê em Balsas 

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CRIME ORGANIZADO



O Primeiro Comando da Capital (PCC) opera em portos do Uruguai, Panamá e Equador

A facção consolidou-se como uma organização criminosa transnacional e utiliza esses locais estratégicos em aliança com máfias internacionais para exportar cocaína para mercados como a Europa, Ásia e Oceania.

A atuação do PCC nesses países ocorre da seguinte forma:
  • Equador: Tornou-se um ponto logístico e entreposto crucial para o escoamento da droga (especialmente pelos portos de Guayaquil e Puerto Bolívar), substituindo ou servindo como rota complementar a terminais brasileiros.
  • Panamá: A sua localização geográfica central, com o Canal do Panamá, é explorada para transbordo e ocultação de grandes carregamentos de entorpecentes em contêineres.
  • Uruguai: O país vizinho é utilizado tanto como rota de escoamento e armazenamento (através de portos como Montevidéu) quanto como base operacional e financeira para a facção. [1, 2, 3]
Investigações apontam que o PCC utiliza empresas de fachada e esquemas complexos para enviar a cocaína oculta em cargas lícitas, contando com o apoio de organizações como a máfia italiana 'Ndrangheta e máfias dos Bálcãs. A expansão da facção nessas rotas tem o objetivo de driblar a fiscalização brasileira e maximizar o lucro internacional.
Você acredita que toda essa estrutura possa ter sido montada sem o apoio de políticos e policiais? 
Infelizmente o combate ao tráfico de drogas não tem mais como ser feito apenas com a polícia. Temos que buscar as inteligências de todo o planeta e os apoios de todos os lideres mundiais para confiscar bens e destruir os cartéis, mas não ao estilo Trump. Maduro está preso e não houve nenhuma baixa no consumo de drogas no planeta.

TÁ NA HISTÓRIA - NINA RODRIGUES

 

TÁ NA HISTÓRIA. 

Nina Rodrigues é um nome conhecido no Maranhão, como nome de hospital e até de cidade, mas aposto que essa parte da história você não sabia.

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ESPAÇO ABERTO


De volta ao Espaço Aberto, o nosso Engenheiro – Empresário e Ambientalista, Júnior Pacífico de Paula, faz uma curta, mas intensa viagem pelo judiciário brasileiro e seus penduricalhos.

Como é tempo de futebol, o colunista inteligentemente faz essa ponte para você, já no título da crônica. Aproveite a leitura 


PELA DIREITA MENDONÇA, NO MEIO FUX, PELA ESQUERDA ZANIN.


Faltando pouco mais de um mês para o início da Copa do Mundo, o povo brasileiro não sabe o nome dos jogadores do time que irá representar o País na Copa; todavia, todos conhecem os nomes dos dez ministros que compõem o Supremo Tribunal Federal (STF), alguma coisa está errada nesse País, na terra onde nasceram gênios do mundo futebolístico como Pelé, Garrincha, Leônidas da Silva, dentre tantos outros que encantaram o mundo com o que faziam com a bola, não mais conhecemos a nossa seleção.

O povo brasileiro é bombardeado 24 horas por dia com as ações dos “Guardiões da Constituição”, basta ligar a televisão, rádio, ler os jornais, revistas e blogs e lá estão eles, assumiram todos os comandos dos três poderes, principalmente no executivo e no legislativo. Faltando apenas opinarem nos programas de TV voltados para culinária, porém, isto é, por pouco tempo.

Quando o filósofo francês Montesquieu (Charles Louis de Secondat) idealizou a divisão dos poderes em legislativo, executivo e o judiciário, baseado nas ideias do grande pensador e filósofo grego Aristóteles, que foi difundida na sua grandiosa obra “O Espírito das Leis” em 1748. Ele acreditava na simbiose perfeita e harmoniosa entre os três poderes, que na sua concepção serviriam para pautar a vida dos cidadãos na sociedade e principalmente, na democracia. O seu principal argumento é que “o poder freia o poder”, significando que os poderes devem ser autônomos e se fiscalizarem mutuamente, impedindo que esse poder se concentre em uma única pessoa ou entre um grupo.

O judiciário brasileiro merece ser estudado, o Brasil é um país bastante desigual, com uma concentração de riqueza absurda, onde 1% da população detém 27% da riqueza nacional, e infelizmente, é o país dos supersalários, principalmente do setor judiciário. O Brasil lidera o ranking mundial do salário dos magistrados, os juízes brasileiros ganham bem mais que os juízes dos Estados Unidos da América, que é país mais rico do mundo, o orçamento do poder judiciário no Brasil é superior a R$150 bilhões de reais, ou seja, U$ 30 bilhões de dólares, o
que representa 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, que é toda riqueza gerada em um ano pelo país; a média de gastos do poder judiciário no mundo é de 0,3% do PIB dos países, dessa montanha de dinheiro gasto em território brasileiro, 93% é para o pagamento de pessoal.

Recentemente, o STF, numa tentativa de conter a farra dos penduricalhos (verbas extras), limitou os ditos em 35% do teto salarial que corresponde a R$ 46.300,00. Porém, não conseguiu limitar a criatividade dos tribunais locais, que através de resoluções administrativas, a exemplo de Garrincha, já se preparavam para driblar a medida; para tanto, o próprio STF, teve que publicar um acórdão, determinando que o pagamento dos magistrados sejam efetivados em um único contracheque e obrigando que os tribunais, ministérios públicos, tribunais de contas e defensorias, devem publicar mensalmente em seus sites o valor recebido por cada indivíduo, detalhando cada rubrica.

A Desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, Eva Amaral, revoltada com o fim dos penduricalhos, deu entrevistas para a imprensa, dizendo que os juízes irão trabalhar em regime de escravidão, pois não teriam como arcar com as despesas médicas e odontológicas, de modo que, terão que recorrer ao Sistema Único de Saúde (SUS), em tempo, esta abençoada magistrada recebe líquidos R$ 91.000,00 por mês, se mostrando um verdadeiro tapa no rosto do trabalhador brasileiro que recebe o salário-mínimo.

Em uma outra situação, recentemente, o Presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ameaçou colocar falta nos magistrados da corte, que estão faltando para ministrar palestras, e o mais incrível e verdadeiramente inacreditável, é que estas palestras invariavelmente são cursos ministrados pelo Instituto de Estudos Jurídicos Avançados (IEJA), que ensina aos advogados como atuar no tribunal, “como dominar a construção de teses vencedoras”, ou sejaj, os juízes ensinam como ganhar as ações no tribunal que eles próprios irão julgar, o que além de antiético é absurdamente imoral. Segundo o presidente do tribunal, 14 dos 25 membros da corte fazem palestras.

Em resumo, no Brasil temos um verdadeiro sistema de castas, como na Índia, onde os Brâmanes, que são os sacerdotes, intelectuais e filósofos, que são os descendentes da cabeça do Deus Brahma, no nosso caso, esta casta é muito bem representada pelo STF.

LAVANDO A BURRA

Para quem não conhece, a expressão "lavando a burra",  "lavar a burra" ou "lavar a égua" significa tirar grande vantagem de uma situação, dar-se muito bem em um negócio ou ganhar muito dinheiro.  É frequentemente usada para comemorar um momento de sorte, como lucrar alto ou ganhar na loteria. 

Nesse sentido, podemos dizer que a  Go Up Entertainment, produtora responsável por “Dark Horse” — longa-metragem sobre a trajetória política de Jair Bolsonaro (PL) —, "lavou a burra", isso porque nunca lançou nenhuma obra no Brasil ou no exterior e na primeira produção já ganha um orçamento de 135 milhões de reais, segundo Flávio Bolsonaro (acredite se quiser). 🤭

A empresa pertence à jornalista Karina Ferreira da Gama, que ingressou no projeto por meio do deputado federal Mario Frias (PL-SP), roteirista do filme. 

Mensagens e contratos apontam que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro também atuava nas decisões financeiras do filme, e a Polícia Federal apura se houve desvio dessas verbas para o exterior. 💰💸

Contratos com a Prefeitura de São Paulo: 

A empresa ligada a Karina é alvo de fiscalizações e denúncias devido a um contrato de R$ 108 milhões para serviços de internet em escolas, com suspeitas de irregularidades milionárias na prestação de contas. 

Origem da expressão: 
Popularmente, acredita-se que o termo venha da época da exploração do ouro no Brasil. 
Na ocasião, "burra" ou "bolsa" designava um cofre ou saco usado para guardar dinheiro. Logo, "lavar a burra" ou "encher a burra" referia-se a limpar e lotar o cofre de riquezas. 
Outra lenda famosa aponta para os escravizados, que escondiam ouro em pó nos pelos das éguas para recuperá-lo posteriormente.



20/05/2026

O PESO DA COR - O RACISMO ESTRUTURAL NO BRASIL EXISTE.


“Sem a toga, sou mais um corpo preto”: desembargadora relata racismo em supermercado

Adenir Carruesco afirmou que episódio revela lógica social que associa pessoas negras ao serviço.


Um episódio vivido fora dos tribunais levou a desembargadora federal Adenir Alves da Silva Carruesco, do TRT da 23ª região, a refletir nas redes sociais sobre as consequências do racismo estrutural na vida cotidiana.


A situação ocorreu em um supermercado de Cuiabá, onde a magistrada foi abordada de forma insistente por uma cliente que acreditava que ela trabalhava no estabelecimento.


Assista:


No vídeo, Adenir disse que, em um domingo, após fazer sua caminhada matinal, passou pelo supermercado.


Enquanto caminhava entre as gôndolas, foi abordada por uma senhora que buscava informações sobre produtos e sobre a localização deles.


Segundo a desembargadora, para a cliente, parecia natural que ela estivesse ali para servi-la.


“Ela agiu pela lógica. Pela lógica que o senso comum brasileiro internalizou. O lugar natural do preto é o serviço. A lógica diz, preto não ocupa espaços de poder, preto não é juiz, preto não é desembargador.”


Adenir afirmou que essa percepção social associa pessoas negras ao serviço e nega a elas espaços de poder. 

“Os pretos brasileiros não estão nos tribunais superiores. Basta ver e a mulher negra menos ainda. Eu, desembargadora, sem a toga, sou apenas mais um corpo preto que a razão brasileira insiste em enxergar como serviçal.”


A magistrada concluiu que a estrutura do racismo precisa ser desconstruída cotidianamente.

“O problema não é aquela mulher no supermercado, é a lógica que ela, sem saber, reproduz. Uma lógica que precisa ser desmontada um domingo de cada vez.”


Fonte: MIGALHAS 

EUA - PENA DE MORTE POR FUZILAMENTO




Departamento de Justiça dos EUA autoriza pelotões de fuzilamento como método federal de pena de morte.

O Departamento de Justiça de Trump afirma estar tomando medidas para "fortalecer a pena de morte federal", em oposição às políticas da era Biden.

O Departamento de Justiça dos EUA anunciou na sexta-feira que está tomando medidas para "fortalecer a pena de morte federal", incluindo o retorno dos pelotões de fuzilamento e a readopção do protocolo de injeção letal utilizado durante o primeiro governo Trump .

“Hoje, o Departamento de Justiça agiu para restabelecer seu dever solene de buscar, obter e implementar sentenças capitais legais – abrindo caminho para que o Departamento realize execuções assim que os condenados à morte esgotarem seus recursos”, disse o Departamento de Justiça em um comunicado à imprensa .

Na declaração, o departamento afirmou que as medidas tomadas incluem "a readoção do protocolo de injeção letal utilizado durante o primeiro governo Trump", que "usa pentobarbital como agente letal", e "a expansão do protocolo para incluir métodos adicionais de execução, como o fuzilamento".

O Departamento de Justiça também afirmou que estava "simplificando os processos internos para agilizar os casos de pena de morte".

Além disso, o Departamento de Justiça afirmou ter "revogado" a moratória da era Biden sobre execuções federais e "autorizado o pedido de pena de morte contra 44 réus". O comunicado acrescentou que Todd Blanche, procurador-geral interino dos EUA, "já havia autorizado o pedido de pena de morte contra nove desses réus".

Logo após assumir o cargo em janeiro passado, Donald Trump assinou uma ordem executiva comprometendo-se a buscar sentenças de morte federais e instruindo o procurador-geral a garantir que os estados tenham suprimentos suficientes de drogas para injeção letal para execuções.

O Departamento de Justiça afirmou na sexta-feira que, desde então, "o Departamento tem tomado medidas contínuas para implementar essa diretriz e reverter os esforços do Departamento de Justiça de Biden para enfraquecer a pena de morte".

As execuções federais estavam suspensas desde 2021, quando o então procurador-geral, Merrick Garland, impôs uma moratória às execuções federais sob a presidência de Joe Biden, enquanto se aguardava "uma revisão das políticas e procedimentos do Departamento de Justiça".

Durante o primeiro mandato de Trump, o governo também retomou as execuções federais após uma pausa de quase 20 anos .

Na sexta-feira, o Departamento de Justiça também afirmou em comunicado que planeja, nas próximas semanas, "considerar uma norma que permita aos estados agilizar a revisão federal de habeas corpus em casos de pena capital", "publicar uma proposta de norma que proíba condenados à pena capital de apresentar pedidos de clemência" e outras medidas.

Em nível estadual, cinco estados – Idaho, Mississippi, Oklahoma, Carolina do Sul e Utah – permitem execuções por fuzilamento em determinadas circunstâncias, de acordo com a Associated Press .

As execuções nos EUA aumentaram no ano passado para o nível mais alto em 16 anos . Enquanto isso, o apoio público à pena de morte nos EUA parece estar diminuindo. Uma pesquisa do Gallup publicada em outubro constatou que o apoio à pena capital nos EUA para pessoas condenadas por assassinato vem caindo constantemente nas últimas três décadas, de 80% em 1994 para 52% em 2025.

O Centro de Informações sobre a Pena de Morte também afirmou no ano passado que "as evidências mostram que a pena de morte em 2025 é cada vez mais impopular entre o povo americano, mesmo com autoridades eleitas agendando execuções em busca de benefícios políticos cada vez menores".

Em comunicado, Matt Wells, vice-diretor do grupo de direitos humanos Reprieve, afirmou que o relatório de sexta-feira ilustra “a determinação do governo federal em executar a ordem, a qualquer custo”.

A declaração de Wells dizia: "Eles não se importam com a forma como fazem isso – este relatório abre as portas para toda uma gama de métodos terríveis

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