Neste domingo (22), o Fla volta a campo pelo jogo de ida das semifinais do Campeonato Carioca.
Dessa forma, confira os detalhes sobre o jogo do Flamengo x Madureira, marcado para 20h30 (horário de Brasília).
O Flamengo tem desfalques?
Atualmente, o Flamengo tem dois desfalques confirmados para o jogo contra o Madureira. São eles: Jorginho e Saúl.
Enquanto o volante segue o planejamento de recuperação estabelecido pelo Departamento Médico do Fla, o meia se recupera da cirurgia realizada no tornozelo.
As transmissões do Sportv marcaram a estreia de Júlia Guimarães (Globo/SporTV) que foi definida como um dos nomes principais da reportagem de pista/correspondente, focada principalmente nas corridas europeias da Fórmula 1 em 2026.
Ela e Guilherme Pereira serão os repórteres de pista, revezando-se nas etapas, com Mariana Becker que integra a equipe trazendo o contexto como comentarista.
Portanto, a partir de 2026, com o retorno dos direitos de transmissão para o Grupo Globo, Mariana Becker voltará a cobrir a categoria, mas não mais como repórter de pista, e sim como comentarista.
Ela estará presente em 21 das 24 etapas, atuando in loco (15 corridas na TV Globo e seis no SporTV).
A Federação Maranhense de Futebol (FMF) divulgou o calendário oficial das competições que serão realizadas em 2026, contemplando as categorias profissional, feminino e amador masculino.
Segundo a entidade, o objetivo é permitir que clubes, atletas e torcedores se organizem com antecedência para uma temporada de intensa movimentação no futebol maranhense.
A FMF reforçou o compromisso com organização, transparência e valorização dos campeonatos estaduais, mas o interessante é que ninguém mais fala em intervenção judicial. Os usurpadores agem como se fossem representantes legítimos do futebol maranhense.
Alguém sabe dizer quanto a interventor está ganhando? Quanto recebe cada um da equipe? Quanto entra e para onde sai o dinheiro da Federação? Com a palavra o juiz de direito.
Após decisão de Mendonça, Daniel Vorcaro avisa CPI do INSS que não irá depor
Na matéria abaixo você vai ver a expectativa do depoimento do banqueiro na CPMI, mas tudo mudou.
Os advogados de defesa alegam que uma decisão de André Mendonça barrou uso de jato particular para levá-lo a Brasília e então ele não vai depor.
Entendeu ? Não tem jatinho, então não vai 🤭. Eita Brasilzão.
O banqueiro está em prisão domiciliar e é peça-chave nas apurações sobre crédito consignado do INSS. Não seria o caso de prender ele e mandar no camburão ?
Tem coragem? Kkkk
Daniel Vorcaro será ouvido na segunda-feira pela CPMI do INSS
O depoimento do banqueiro Daniel Vorcaro na CPMI do INSS foi antecipado para segunda-feira, 23 de fevereiro, às 16h.
O anúncio foi feito pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG).
Segundo Viana, o dono do Banco Master deverá explicar cerca de 250 mil contratos de empréstimos consignados, muitos sem comprovação de autorização dos aposentados.
Carlos Viana também pedirá ao ministro André Mendonça o encaminhamento de documentos sobre as quebras de sigilo de Vorcaro aprovadas pela CPMI.
Tem um grupo de admiradores da Fórmula que já começou a respirar velocidade. Essa foi a 3ª semana de testes e teve transmissão ao vivo pelo Sportv 3 na quarta, quinta e sexta-feira.
Os testes foram no Bahrein e nesta sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026, com a reta final dos testes de pré-temporada, o que ficou marcado foram as preocupações de confiabilidade, bastidores técnicos e novas decisões da FIA que já impactam o debate para o ciclo de 2026.
O destaque mais delicado ficou com a Aston Martin, equpe de Fernando Alonso.
Após mais uma interrupção no programa do AMR26, a Honda se pronunciou oficialmente e confirmou que o problema envolveu o sistema de bateria, o que afetou diretamente o plano de testes da equipe.
“Nossa última saída com Fernando Alonso ontem revelou um problema relacionado à bateria”, informou a fabricante japonesa, explicando que precisou recorrer a simulações no banco de testes da HRC em Sakura e que, por limitação de componentes da unidade de potência, o trabalho de pista foi reduzido a stints curtos
É tanto roubo, tanta corrupção que a gente não consegue mais nem dá atenção para as manchetes contra políticos.
O deputado estadual Edson Araújo (sem partido) teve uso da tornozeleira eletrônica e outras sanções do Supremo Tribunal Federal (STF) que foram cumpridas nesta sexta-feira, 20, durante a manhã em São Luís.
Além do uso da tornozeleira eletrônica, o parlamentar está proibido de ter contato com outros investigados e também com membros das entidades de trabalhadores da pesca e aquicultura.
OPINIÃO
Se você acha que não tem nada com isso, então pergunta para aquele vereador(a) que se elege com promessa de seguro defeso. Eu conheço e você conheceu alguém que não pesca e ganha, não é ?
O deputado está preso porque roubou dinheiro das entidades ligadas aos trabalhadores da pesca, mas ele só consegue isso porque muitos outros participaram da fraude recebendo seguro defeso ilegalmente.
Vamos acompanhar as investigações da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.
TCU aponta superfaturamento em obra-vitrine de R$ 235 milhões do Maranhão
Por Tácio Lorran. Metrópoles
O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou superfaturamento, restrição à competitividade e uma série de outras impropriedades em uma obra-vitrine do governador Carlos Brandão (sem partido), do Maranhão.
O prolongamento da Avenida Litorânea, que vai ligar São Luís ao município vizinho de São José de Ribamar, tem sido anunciado pela gestão estadual como uma “obra histórica”, mas auditores do TCU levantaram oito “graves irregularidades” no empreendimento – o que pode resultar em danos econômicos, à moralidade e à probidade administrativa – e já analisam eventuais responsabilizações aos gestores.
A obra vai custar, no total, R$ 235 milhões. Até o fim da primeira fase da auditoria feita pelo TCU, concluída em julho de 2025, foram gastos R$ 27,7 milhões. Dessa parte, o tribunal de contas identificou superfaturamento de R$ 1,8 milhão, o equivalente a 6% do auditado. Na prática, isso significa que o dano aos cofres públicos pode ser ainda maior.
Arte/ MetrópolesTCU avalia responsabilizar gestores por graves irregularidades em obra de R$ 235 milhões do governo do Maranhão
O projeto tem sido financiado com recursos federais do Novo PAC. O estado do Maranhão, por sua vez, é responsável pela licitação, contratação e execução dos serviços.
Inicialmente, as obras tinham prazo de dois anos para serem concluídas, isto é, terminariam apenas em 2027. A gestão de Carlos Brandão corre, porém, para entregar a nova Avenida Litorânea até maio deste ano, a poucos meses das eleições, mesmo que isso resulte em decisões apressadas, falhas de planejamento e desperdício de dinheiro público, como já tem sido apurado pelo TCU.
Oficialmente, a justificativa para a redução do período para entrega da via é o “atendimento às necessidades estratégicas do governo do estado do Maranhão”. Carlos Brandão, no entanto, é pré-candidato a senador do estado e deve deixar o Palácio dos Leões nos próximos meses. Ele tenta emplacar o próprio sobrinho para lhe suceder no governo, mas sofre resistência por parte da esquerda.
TCU identificou 8 graves irregularidades em obra-vitrine do governo Brandão
No total, o relatório de fiscalização do TCU apontou 10 impropriedades na obra da nova Avenida Litorânea. Dessas, oito foram consideradas “irregularidades graves”, a exemplo dos superfaturamentos de R$ 1,8 milhão.
Parte desse valor pago a mais ocorreu por divergências entre as medições registradas nos boletins oficiais e o que realmente foi executado na obra, segundo os diários de campo. Na prática, os documentos indicam que o governo do Maranhão pagou por serviços em quantidade maior do que a efetivamente realizada.
A área técnica do TCU aponta ainda que houve restrição à competitividade na licitação que escolheu a empreiteira Lucena Infraestrutura Ltda para fazer a via. Isso porque o edital previa situações consideradas “excepcionais” pelos auditores e que acabaram afastando concorrentes. É o caso da exigência de subcontratação no processo. Uma das empresas que disputavam a licitação foi desclassificada justamente porque não apresentou uma parceira para ser subcontratada.
“Isso levou à inabilitação da licitante com base em interpretação restritiva do edital, impactando negativamente a busca pela proposta mais vantajosa para a Administração Pública e comprometendo a eficiência e a legalidade do processo licitatório”, assinalou a área técnica do TCU, que considera pedir a anulação do contrato.
A situação se tornou ainda mais gravosa porque a Lucena, que ganhou a licitação após as concorrentes serem barradas, subcontratou uma suposta empresa de fachada, de acordo com indícios coletados pelo tribunal de contas.
TCU avalia responsabilizar gestores por obra superfaturada no Maranhão
Ao enviar o relatório para o ministro Benjamin Zymler, relator do processo no TCU, o auditor-chefe da Unidade de Auditoria Especializada em Infraestrutura Urbana e Hídrica do tribunal de contas ressaltou “a quantidade de irregularidades graves encontradas na fiscalização”.
“Em razão disso, numa próxima fase processual, juntamente com o exame das oitivas, serão avaliadas eventuais responsabilizações que se fizerem necessárias”, antecipou o técnico.
No último dia 10 de setembro, Benjamin Zymler determinou a oitiva do governo da Secretaria de Infraestrutura do Maranhão e da Caixa Econômica Federal para que expliquem os achados da auditoria e apresentem justificativas.
“Ademais, todo o conjunto de indícios de irregularidades apresentado no relatório de fiscalização denota a ocorrência de falhas que podem ser tipificadas, no mínimo, como erro grosseiro, exigindo que seja realizado o controle subjetivo das condutas dos responsáveis”, escreveu o relator, no documento.
No âmbito do processo, a Secretaria de Infraestrutura do estado negou irregularidades e assegurou que o risco de superfaturamento é inexistente. Explicou ainda que não houve restrição à competitividade na licitação. Segundo a pasta, a subcontratação compulsória encontra respaldo na interpretação sistemática e teleológica de leis estaduais.
Governo do Maranhão nega irregularidades apontadas pelo TCU
Em nota, a Secretaria de Estado da Infraestrutura do Maranhão (Sinfra) informou que o processo se encontra em fase de instrução, e todas as considerações apresentadas pela área técnica do TCU foram devidamente analisadas e estão sendo encaminhadas.
“As adequações apontadas no Relatório de Auditoria TC 008.237/2025-5 estão sendo criteriosamente seguidas, a exemplo de elaboração e consolidação de volume técnico específico de acessibilidade; emissão e juntadas de ARTs/RRTs; reengenharia de projeto de rampas; elaboração de projetos complementares. A Procuradoria Geral do Estado já encaminhou manifestação formal ao Tribunal, acompanhada de esclarecimentos técnicos detalhados e documentação comprobatória”, explicou.
O governo do Maranhão assegurou que as alterações não ensejam em prejuízos ao erário, uma vez que não se chegou à fase de obra cujas deficiências são apontadas.
“Houve divergências metodológicas na análise comparativa de insumos entre o levantamento preliminar feito pelo TCU e a prática, de fato, especialmente quanto à substituição de materiais com características técnicas distintas. Conforme demonstrado pelos setores de engenharia, não houve substituição entre itens equivalentes, mas entre materiais com especificações diferentes, sendo que eventuais diferenças de custo foram absorvidas pela empresa contratada, sem impacto adicional ao erário. Além disso, a formação de preços utilizou parâmetros oficiais de referência.”
A secretaria acrescentou que não houve restrição à competitividade e qualquer escolha prévia de empresa pelo Estado. O certame licitatório, segundo a pasta, observou rigorosamente a legislação aplicável, com ampla publicidade em meios oficiais, prazos adequados e garantia de participação aos interessados.
“A empresa vencedora foi definida exclusivamente com base nos critérios objetivos previstos no edital e na proposta apresentada, conforme as regras da Lei nº 14.133/2021. Além disso, destaca que o Estado do Maranhão não realizou contratação direta com a empresa mencionada pela reportagem. A empresa vencedora do certame teria por obrigação legal subcontratar parte dos serviços. A subcontratação foi realizada dentro das hipóteses legais, processo do qual o Estado não teve qualquer participação”.
“Todavia, diante de apontamentos preliminares identificados em fiscalização, a Secretaria de Estado da Infraestrutura do Maranhão adotou providências imediatas, notificando formalmente a empresa contratada para substituir a subcontratada por outra devidamente habilitada e tecnicamente capacitada, no prazo estabelecido, sob pena de sanções contratuais e demais medidas legais cabíveis”, prosseguiu o governo do Maranhão.
Paralelamente, a Sinfra destacou ainda que a obra de prolongamento da Avenida Litorânea é uma via estratégica para a mobilidade na capital maranhense, proporcionando um eixo de transporte público que serve como alternativa às rotas congestionadas do centro da cidade.
“Ela também integrará um dos eixos da Avenida Metropolitana, assegurando um grande Anel Viário interligando os quatro municípios da Grande Ilha. No trecho da obra existem inúmeros estabelecimentos comerciais, dentre bares e restaurantes, além de residências, o que, como já previsto, gera um impacto direto do ponto de vista socioeconômico, considerando especialmente a grandeza dessa obra.”
“Importante destacar que ajustes de prazo em obras públicas são práticas técnicas comuns, especialmente quando há otimização de métodos construtivos ou replanejamento de etapas. Assim como em todas as grandes obras executadas pelo Governo do Maranhão, a busca por eficiência na entrega, aliada à qualidade dos serviços, é prioridade de gestão. A Sinfra reitera seu compromisso com a legalidade, a eficiência e a qualidade técnica de suas obras. As medidas saneadoras propostas demonstram a diligência da administração em corrigir os tópicos apontados, em linha com a jurisprudência do TCU, que privilegia o saneamento e a continuidade das obras em detrimento de sua paralisação, por se tratar de questões sanáveis.”
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A torcida do Flamengo está em silêncio sepulcral. Não dá pra entender a postura nervosa de um time multicampeão diante do pequeno Lanús. Filipe Luis vai precisar se reinventar para trazer de volta o brilho do time de 2025.
Já foram 6 derrotas na temporada e Arrascaeta foi enfático ao analisar a atuação do Flamengona derrota por 1 a 0 para o Lanús, na quinta-feira, fora de casa, pela Recopa.
O camisa 10 pediu postura diferente à equipe para reverter a situação na disputa do título continental
— Temos que mudar muita coisa para o jogo da volta, hoje não deu nada certo, mas não é hora de falar, é hora de trabalhar e dar a resposta em casa — disse Arrascaeta à ESPN
O Flamengo tem o primeiro jogo da semifinal do carioca no domingo, um jogo pelo brasileiro na quarta-feira e o jogo de volta da recopa na quinta-feira. A vaga na final do Carioca e o primeiro título do ano pode mudar o humor do torcedor.
A regulação das redes sociais é um tema necessário, mas pode produzir consequências não intencionais que afetam o acesso à informação e a democratização da comunicação digital, segundo análise apresentada por Jamil Assis, diretor do Instituto Sivis, um think tank voltado à promoção de valores democráticos.
Durante sua explanação no programa WW da CNN, Assis destacou que, diferentemente da percepção comum, as plataformas digitais não funcionam como praças públicas, mas como ambientes com regras próprias estabelecidas em seus termos de uso.
"Eles são ambientes que possuem regras particulares, possuem normas próprias, que inclusive, por mais que estejam em letras pequenas e nos termos de uso, são oferecidas a todos que escolhem entrar nessas plataformas", explicou.
A fala do pesquisador abre uma nova janela do conhecimento para quem, como eu, sempre defendeu que as redes eram um "fuxico" ampliado. O pesquisador reconheceu a importância das redes sociais para a democratização da comunicação, especialmente para candidaturas menores que não dispõem de grandes verbas para meios tradicionais.
"Ambiente próprio físico, ambiente da televisão, pouco tempo de campanha, pequenas candidaturas, aquele pessoal que vem do interior muitas vezes, especialmente numa campanha nacional como essa, vai depender muito das plataformas", afirmou Assis.
Talvez esteja na hora da minha geração entender essas novas regras e trabalhar com esse novo mundo digital. A política continua sendo a solução para todos os problemas sociais, mas o caminho até o eleitor mudou.