21/05/2026

CRIME ORGANIZADO



O Primeiro Comando da Capital (PCC) opera em portos do Uruguai, Panamá e Equador

A facção consolidou-se como uma organização criminosa transnacional e utiliza esses locais estratégicos em aliança com máfias internacionais para exportar cocaína para mercados como a Europa, Ásia e Oceania.

A atuação do PCC nesses países ocorre da seguinte forma:
  • Equador: Tornou-se um ponto logístico e entreposto crucial para o escoamento da droga (especialmente pelos portos de Guayaquil e Puerto Bolívar), substituindo ou servindo como rota complementar a terminais brasileiros.
  • Panamá: A sua localização geográfica central, com o Canal do Panamá, é explorada para transbordo e ocultação de grandes carregamentos de entorpecentes em contêineres.
  • Uruguai: O país vizinho é utilizado tanto como rota de escoamento e armazenamento (através de portos como Montevidéu) quanto como base operacional e financeira para a facção. [1, 2, 3]
Investigações apontam que o PCC utiliza empresas de fachada e esquemas complexos para enviar a cocaína oculta em cargas lícitas, contando com o apoio de organizações como a máfia italiana 'Ndrangheta e máfias dos Bálcãs. A expansão da facção nessas rotas tem o objetivo de driblar a fiscalização brasileira e maximizar o lucro internacional.
Você acredita que toda essa estrutura possa ter sido montada sem o apoio de políticos e policiais? 
Infelizmente o combate ao tráfico de drogas não tem mais como ser feito apenas com a polícia. Temos que buscar as inteligências de todo o planeta e os apoios de todos os lideres mundiais para confiscar bens e destruir os cartéis, mas não ao estilo Trump. Maduro está preso e não houve nenhuma baixa no consumo de drogas no planeta.

TÁ NA HISTÓRIA - NINA RODRIGUES

 

TÁ NA HISTÓRIA. 

Nina Rodrigues é um nome conhecido no Maranhão, como nome de hospital e até de cidade, mas aposto que essa parte da história você não sabia.

VEJA O VÍDEO 📹

ESPAÇO ABERTO


De volta ao Espaço Aberto, o nosso Engenheiro – Empresário e Ambientalista, Júnior Pacífico de Paula, faz uma curta, mas intensa viagem pelo judiciário brasileiro e seus penduricalhos.

Como é tempo de futebol, o colunista inteligentemente faz essa ponte para você, já no título da crônica. Aproveite a leitura 


PELA DIREITA MENDONÇA, NO MEIO FUX, PELA ESQUERDA ZANIN.


Faltando pouco mais de um mês para o início da Copa do Mundo, o povo brasileiro não sabe o nome dos jogadores do time que irá representar o País na Copa; todavia, todos conhecem os nomes dos dez ministros que compõem o Supremo Tribunal Federal (STF), alguma coisa está errada nesse País, na terra onde nasceram gênios do mundo futebolístico como Pelé, Garrincha, Leônidas da Silva, dentre tantos outros que encantaram o mundo com o que faziam com a bola, não mais conhecemos a nossa seleção.

O povo brasileiro é bombardeado 24 horas por dia com as ações dos “Guardiões da Constituição”, basta ligar a televisão, rádio, ler os jornais, revistas e blogs e lá estão eles, assumiram todos os comandos dos três poderes, principalmente no executivo e no legislativo. Faltando apenas opinarem nos programas de TV voltados para culinária, porém, isto é, por pouco tempo.

Quando o filósofo francês Montesquieu (Charles Louis de Secondat) idealizou a divisão dos poderes em legislativo, executivo e o judiciário, baseado nas ideias do grande pensador e filósofo grego Aristóteles, que foi difundida na sua grandiosa obra “O Espírito das Leis” em 1748. Ele acreditava na simbiose perfeita e harmoniosa entre os três poderes, que na sua concepção serviriam para pautar a vida dos cidadãos na sociedade e principalmente, na democracia. O seu principal argumento é que “o poder freia o poder”, significando que os poderes devem ser autônomos e se fiscalizarem mutuamente, impedindo que esse poder se concentre em uma única pessoa ou entre um grupo.

O judiciário brasileiro merece ser estudado, o Brasil é um país bastante desigual, com uma concentração de riqueza absurda, onde 1% da população detém 27% da riqueza nacional, e infelizmente, é o país dos supersalários, principalmente do setor judiciário. O Brasil lidera o ranking mundial do salário dos magistrados, os juízes brasileiros ganham bem mais que os juízes dos Estados Unidos da América, que é país mais rico do mundo, o orçamento do poder judiciário no Brasil é superior a R$150 bilhões de reais, ou seja, U$ 30 bilhões de dólares, o
que representa 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, que é toda riqueza gerada em um ano pelo país; a média de gastos do poder judiciário no mundo é de 0,3% do PIB dos países, dessa montanha de dinheiro gasto em território brasileiro, 93% é para o pagamento de pessoal.

Recentemente, o STF, numa tentativa de conter a farra dos penduricalhos (verbas extras), limitou os ditos em 35% do teto salarial que corresponde a R$ 46.300,00. Porém, não conseguiu limitar a criatividade dos tribunais locais, que através de resoluções administrativas, a exemplo de Garrincha, já se preparavam para driblar a medida; para tanto, o próprio STF, teve que publicar um acórdão, determinando que o pagamento dos magistrados sejam efetivados em um único contracheque e obrigando que os tribunais, ministérios públicos, tribunais de contas e defensorias, devem publicar mensalmente em seus sites o valor recebido por cada indivíduo, detalhando cada rubrica.

A Desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, Eva Amaral, revoltada com o fim dos penduricalhos, deu entrevistas para a imprensa, dizendo que os juízes irão trabalhar em regime de escravidão, pois não teriam como arcar com as despesas médicas e odontológicas, de modo que, terão que recorrer ao Sistema Único de Saúde (SUS), em tempo, esta abençoada magistrada recebe líquidos R$ 91.000,00 por mês, se mostrando um verdadeiro tapa no rosto do trabalhador brasileiro que recebe o salário-mínimo.

Em uma outra situação, recentemente, o Presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ameaçou colocar falta nos magistrados da corte, que estão faltando para ministrar palestras, e o mais incrível e verdadeiramente inacreditável, é que estas palestras invariavelmente são cursos ministrados pelo Instituto de Estudos Jurídicos Avançados (IEJA), que ensina aos advogados como atuar no tribunal, “como dominar a construção de teses vencedoras”, ou sejaj, os juízes ensinam como ganhar as ações no tribunal que eles próprios irão julgar, o que além de antiético é absurdamente imoral. Segundo o presidente do tribunal, 14 dos 25 membros da corte fazem palestras.

Em resumo, no Brasil temos um verdadeiro sistema de castas, como na Índia, onde os Brâmanes, que são os sacerdotes, intelectuais e filósofos, que são os descendentes da cabeça do Deus Brahma, no nosso caso, esta casta é muito bem representada pelo STF.

LAVANDO A BURRA

Para quem não conhece, a expressão "lavando a burra",  "lavar a burra" ou "lavar a égua" significa tirar grande vantagem de uma situação, dar-se muito bem em um negócio ou ganhar muito dinheiro.  É frequentemente usada para comemorar um momento de sorte, como lucrar alto ou ganhar na loteria. 

Nesse sentido, podemos dizer que a  Go Up Entertainment, produtora responsável por “Dark Horse” — longa-metragem sobre a trajetória política de Jair Bolsonaro (PL) —, "lavou a burra", isso porque nunca lançou nenhuma obra no Brasil ou no exterior e na primeira produção já ganha um orçamento de 135 milhões de reais, segundo Flávio Bolsonaro (acredite se quiser). 🤭

A empresa pertence à jornalista Karina Ferreira da Gama, que ingressou no projeto por meio do deputado federal Mario Frias (PL-SP), roteirista do filme. 

Mensagens e contratos apontam que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro também atuava nas decisões financeiras do filme, e a Polícia Federal apura se houve desvio dessas verbas para o exterior. 💰💸

Contratos com a Prefeitura de São Paulo: 

A empresa ligada a Karina é alvo de fiscalizações e denúncias devido a um contrato de R$ 108 milhões para serviços de internet em escolas, com suspeitas de irregularidades milionárias na prestação de contas. 

Origem da expressão: 
Popularmente, acredita-se que o termo venha da época da exploração do ouro no Brasil. 
Na ocasião, "burra" ou "bolsa" designava um cofre ou saco usado para guardar dinheiro. Logo, "lavar a burra" ou "encher a burra" referia-se a limpar e lotar o cofre de riquezas. 
Outra lenda famosa aponta para os escravizados, que escondiam ouro em pó nos pelos das éguas para recuperá-lo posteriormente.



20/05/2026

O PESO DA COR - O RACISMO ESTRUTURAL NO BRASIL EXISTE.


“Sem a toga, sou mais um corpo preto”: desembargadora relata racismo em supermercado

Adenir Carruesco afirmou que episódio revela lógica social que associa pessoas negras ao serviço.


Um episódio vivido fora dos tribunais levou a desembargadora federal Adenir Alves da Silva Carruesco, do TRT da 23ª região, a refletir nas redes sociais sobre as consequências do racismo estrutural na vida cotidiana.


A situação ocorreu em um supermercado de Cuiabá, onde a magistrada foi abordada de forma insistente por uma cliente que acreditava que ela trabalhava no estabelecimento.


Assista:


No vídeo, Adenir disse que, em um domingo, após fazer sua caminhada matinal, passou pelo supermercado.


Enquanto caminhava entre as gôndolas, foi abordada por uma senhora que buscava informações sobre produtos e sobre a localização deles.


Segundo a desembargadora, para a cliente, parecia natural que ela estivesse ali para servi-la.


“Ela agiu pela lógica. Pela lógica que o senso comum brasileiro internalizou. O lugar natural do preto é o serviço. A lógica diz, preto não ocupa espaços de poder, preto não é juiz, preto não é desembargador.”


Adenir afirmou que essa percepção social associa pessoas negras ao serviço e nega a elas espaços de poder. 

“Os pretos brasileiros não estão nos tribunais superiores. Basta ver e a mulher negra menos ainda. Eu, desembargadora, sem a toga, sou apenas mais um corpo preto que a razão brasileira insiste em enxergar como serviçal.”


A magistrada concluiu que a estrutura do racismo precisa ser desconstruída cotidianamente.

“O problema não é aquela mulher no supermercado, é a lógica que ela, sem saber, reproduz. Uma lógica que precisa ser desmontada um domingo de cada vez.”


Fonte: MIGALHAS 

EUA - PENA DE MORTE POR FUZILAMENTO




Departamento de Justiça dos EUA autoriza pelotões de fuzilamento como método federal de pena de morte.

O Departamento de Justiça de Trump afirma estar tomando medidas para "fortalecer a pena de morte federal", em oposição às políticas da era Biden.

O Departamento de Justiça dos EUA anunciou na sexta-feira que está tomando medidas para "fortalecer a pena de morte federal", incluindo o retorno dos pelotões de fuzilamento e a readopção do protocolo de injeção letal utilizado durante o primeiro governo Trump .

“Hoje, o Departamento de Justiça agiu para restabelecer seu dever solene de buscar, obter e implementar sentenças capitais legais – abrindo caminho para que o Departamento realize execuções assim que os condenados à morte esgotarem seus recursos”, disse o Departamento de Justiça em um comunicado à imprensa .

Na declaração, o departamento afirmou que as medidas tomadas incluem "a readoção do protocolo de injeção letal utilizado durante o primeiro governo Trump", que "usa pentobarbital como agente letal", e "a expansão do protocolo para incluir métodos adicionais de execução, como o fuzilamento".

O Departamento de Justiça também afirmou que estava "simplificando os processos internos para agilizar os casos de pena de morte".

Além disso, o Departamento de Justiça afirmou ter "revogado" a moratória da era Biden sobre execuções federais e "autorizado o pedido de pena de morte contra 44 réus". O comunicado acrescentou que Todd Blanche, procurador-geral interino dos EUA, "já havia autorizado o pedido de pena de morte contra nove desses réus".

Logo após assumir o cargo em janeiro passado, Donald Trump assinou uma ordem executiva comprometendo-se a buscar sentenças de morte federais e instruindo o procurador-geral a garantir que os estados tenham suprimentos suficientes de drogas para injeção letal para execuções.

O Departamento de Justiça afirmou na sexta-feira que, desde então, "o Departamento tem tomado medidas contínuas para implementar essa diretriz e reverter os esforços do Departamento de Justiça de Biden para enfraquecer a pena de morte".

As execuções federais estavam suspensas desde 2021, quando o então procurador-geral, Merrick Garland, impôs uma moratória às execuções federais sob a presidência de Joe Biden, enquanto se aguardava "uma revisão das políticas e procedimentos do Departamento de Justiça".

Durante o primeiro mandato de Trump, o governo também retomou as execuções federais após uma pausa de quase 20 anos .

Na sexta-feira, o Departamento de Justiça também afirmou em comunicado que planeja, nas próximas semanas, "considerar uma norma que permita aos estados agilizar a revisão federal de habeas corpus em casos de pena capital", "publicar uma proposta de norma que proíba condenados à pena capital de apresentar pedidos de clemência" e outras medidas.

Em nível estadual, cinco estados – Idaho, Mississippi, Oklahoma, Carolina do Sul e Utah – permitem execuções por fuzilamento em determinadas circunstâncias, de acordo com a Associated Press .

As execuções nos EUA aumentaram no ano passado para o nível mais alto em 16 anos . Enquanto isso, o apoio público à pena de morte nos EUA parece estar diminuindo. Uma pesquisa do Gallup publicada em outubro constatou que o apoio à pena capital nos EUA para pessoas condenadas por assassinato vem caindo constantemente nas últimas três décadas, de 80% em 1994 para 52% em 2025.

O Centro de Informações sobre a Pena de Morte também afirmou no ano passado que "as evidências mostram que a pena de morte em 2025 é cada vez mais impopular entre o povo americano, mesmo com autoridades eleitas agendando execuções em busca de benefícios políticos cada vez menores".

Em comunicado, Matt Wells, vice-diretor do grupo de direitos humanos Reprieve, afirmou que o relatório de sexta-feira ilustra “a determinação do governo federal em executar a ordem, a qualquer custo”.

A declaração de Wells dizia: "Eles não se importam com a forma como fazem isso – este relatório abre as portas para toda uma gama de métodos terríveis

A VIDA ÍNTIMA DE GILMAR E GUIOMAR

 


A VIDA ÍNTIMA DE GILMAR E GUIOMAR

Calma, não vamos mostrar a vida pessoal de ninguém, mas só uma prévia do que você pode encontrar no Spotnicks.

ASSISTA AO VÍDEO 📹

Bacabal vive a política do cabresto moderno.

 

Bacabal vive a política do cabresto moderno: emprego temporário em troca de silêncio

Bacabal atravessa uma das fases mais duvidosas de sua vida pública. E talvez muita gente ainda não tenha percebido a gravidade do que está acontecendo.

Há mais de dez anos o município não realiza concurso público. Uma década inteira sem abrir oportunidades para a população, sem garantir igualdade de acesso ao serviço público e sem respeitar os princípios constitucionais da administração pública.

Enquanto isso, cresce o número de contratações precárias, temporárias e politicamente convenientes. É corrupção disfarçada de favor.

O modelo é perverso.

Em vez de concurso, a prefeitura alimenta uma estrutura de dependência política. O cidadão deixa de ser servidor concursado com estabilidade e direitos para se transformar em refém eleitoral da boa vontade do governante de plantão. O emprego deixa de ser resultado de mérito e passa a funcionar como instrumento silencioso de controle político.

O prefeito Roberto Costa parece ter compreendido perfeitamente a força eleitoral desse mecanismo: quanto maior o número de contratados dependentes da prefeitura, maior o exército de pessoas acuadas pelo medo de perder o sustento.

Isso não fortalece a cidade.

Isso enfraquece a democracia.

Uma gestão pública que substitui concursos por contratos políticos cria um ambiente de submissão coletiva. Muitos deixam de reclamar, de denunciar e até de exercer sua liberdade de expressão por medo de perseguição ou demissão.

É o cabresto moderno travestido de oportunidade.

E onde está o Ministério Público do Estado do Maranhão diante dessa situação?

A sociedade observa em um transe preocupante, cego pela propaganda enganosa das redes sociais.  Ainda mais grave quando já existe decisão judicial determinando a realização de concurso público e, mesmo assim, o prefeito insiste em não cumprir. 

Decisão judicial não é sugestão. Não é conselho. Não é peça decorativa do Poder Judiciário. É ordem.

Quando uma decisão judicial é ignorada pelo poder público sem consequências concretas, instala-se uma mensagem devastadora para a sociedade: a de que autoridades políticas podem descumprir a lei sem maiores consequências.

Se a prefeitura insiste em descumprir decisão judicial, torna-se indispensável a aplicação de multa pessoal diretamente ao gestor responsável. Não ao município apenas. Não ao contribuinte. Mas ao agente político que deliberadamente deixa de cumprir aquilo que a Justiça determinou.

Porque quando a punição não alcança quem decide, o descumprimento vira estratégia administrativa.

O mais assustador é perceber como parte da sociedade parece anestesiada diante dessa realidade. Muitos já passaram a enxergar como “normal” uma cidade viver mais de dez anos sem concurso público enquanto contratos temporários se multiplicam em períodos politicamente convenientes.

Não é normal.

Nunca foi.

E não pode continuar sendo.

As eleições municipais ainda estão distantes. Mas a pressão popular não precisa esperar calendário eleitoral. A população possui hoje um instrumento poderoso nas mãos: a voz nas redes sociais.

É preciso cobrar.

É preciso expor.

É preciso romper o medo.

Toda transformação política começa quando o povo deixa de sussurrar nos grupos privados e passa a falar publicamente. Governos temem a indignação organizada porque ela desmonta a propaganda e revela a realidade.

Bacabal precisa reaprender a protestar.

Precisa reaprender a fiscalizar.

Precisa reaprender que emprego público não é favor político — é matéria constitucional.

O silêncio só interessa aos que lucram com a dependência e com a fragilidade institucional.

Chegou a hora de colocar a boca no trombone.

Deixe seu comentário.

A omissão de hoje pode custar o futuro de toda uma geração de bacabalenses.

100 KG DE DROGAS EM CAXIAS.

Mais de 100 kg de drogas são apreendidos em operação em Caxias — Foto: Divulgação/ Polícia Civil


 Uma operação da Polícia Civil do Maranhão e do Piauí apreendeu mais de 100 kg de drogas escondidos em uma casa, na cidade de Caxias, no leste do Maranhão.

Segundo as investigações, a droga pertencia a integrantes de uma facção criminosa que atua na região. O material seria usado para abastecer pontos de venda de drogas na Zona Norte de Teresina, no Piauí.

De acordo com a polícia, os entorpecentes estavam escondidos em um compartimento subterrâneo, debaixo do piso de uma casa no Residencial Vila Paraíso, em Caxias.


https://glo.bo/fqxrxdy

ESTUPRO DE VULNERÁVEL

 


É preso em São Luís suspeito de estupro de vulnerável.

A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) cumpriu, nesta terça-feira (19), um mandado de prisão preventiva contra um homem de 83 anos, que não teve o nome divulgado, apontado como suspeito do crime de estupro de vulnerável em São Luís.

De acordo com as investigações conduzidas pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), o crime foi denunciado no final de 2025 pela irmã da vítima, que relatou que os abusos ocorreram quando a vítima tinha entre 9 e 11 anos.

A vítima relatou que os abusos foram cometidos por meio de toques e atos libidinosos praticados pelo investigado, que é professor de karatê.

Leia mais no G1 MA

 

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