21/02/2026

SEM JATINHO EU NÃO VOU.

Após decisão de Mendonça, Daniel Vorcaro avisa CPI do INSS que não irá depor

Na matéria abaixo você vai ver a expectativa do depoimento do banqueiro na CPMI, mas tudo mudou.
Os advogados  de defesa alegam que uma decisão de André Mendonça barrou uso de jato particular para levá-lo a Brasília e então ele não vai depor. 
Entendeu ?  Não tem jatinho, então não vai 🤭. Eita Brasilzão.
O banqueiro está em prisão domiciliar e é peça-chave nas apurações sobre crédito consignado do INSS. Não seria o caso de prender ele e mandar no camburão ? 
Tem coragem? Kkkk

Daniel Vorcaro será ouvido na segunda-feira pela CPMI do INSS


O depoimento do banqueiro Daniel Vorcaro na CPMI do INSS foi antecipado para segunda-feira, 23 de fevereiro, às 16h. 

O anúncio foi feito pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG). 

Segundo Viana, o dono do Banco Master deverá explicar cerca de 250 mil contratos de empréstimos consignados, muitos sem comprovação de autorização dos aposentados. 

Carlos Viana também pedirá ao ministro André Mendonça o encaminhamento de documentos sobre as quebras de sigilo de Vorcaro aprovadas pela CPMI.
 

F1: Aston Martin sofre com falhas e FIA reage a polêmica.


Tem um grupo de admiradores da Fórmula que já começou a respirar velocidade. Essa foi a 3ª semana de testes e teve transmissão ao vivo pelo Sportv 3 na quarta, quinta e sexta-feira.

Os testes foram no Bahrein  e nesta sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026, com a reta final dos testes de pré-temporada, o que ficou marcado foram as preocupações de confiabilidade, bastidores técnicos e novas decisões da FIA que já impactam o debate para o ciclo de 2026.

O destaque mais delicado ficou com a Aston Martin, equpe de Fernando Alonso. 

Após mais uma interrupção no programa do AMR26, a Honda se pronunciou oficialmente e confirmou que o problema envolveu o sistema de bateria, o que afetou diretamente o plano de testes da equipe.

“Nossa última saída com Fernando Alonso ontem revelou um problema relacionado à bateria”, informou a fabricante japonesa, explicando que precisou recorrer a simulações no banco de testes da HRC em Sakura e que, por limitação de componentes da unidade de potência, o trabalho de pista foi reduzido a stints curtos

TORNOZELEIRA NO DEPUTADO.

Foto: Reprodução do Blog do DC

É tanto roubo, tanta corrupção que a gente não consegue mais nem dá atenção para as manchetes contra políticos.

O deputado estadual Edson Araújo (sem partido) teve uso da tornozeleira eletrônica e outras sanções do Supremo Tribunal Federal (STF) que foram cumpridas nesta sexta-feira, 20, durante a manhã em São Luís.

Além  do uso da tornozeleira eletrônica, o parlamentar está proibido de ter contato com outros investigados e também com membros das entidades de trabalhadores da pesca e aquicultura.

OPINIÃO 

Se você acha que não tem nada com isso, então pergunta para aquele vereador(a) que se elege com promessa de seguro defeso. Eu conheço e você conheceu alguém que não pesca e ganha, não é ?

O deputado está preso porque roubou dinheiro das entidades ligadas aos trabalhadores da pesca, mas ele só consegue isso porque muitos outros participaram da fraude recebendo seguro defeso ilegalmente.

Vamos acompanhar as investigações da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.

BRANDÃO NA MIRA DO TCU

A Obra da avenida Litorânea em São Luís virou alvo do site Metrópoles 🎯.

Veja a reportagem: 



Matéria escrita.

TCU aponta superfaturamento em obra-vitrine de R$ 235 milhões do Maranhão

Por Tácio Lorran. Metrópoles 

O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou superfaturamento, restrição à competitividade e uma série de outras impropriedades em uma obra-vitrine do governador Carlos Brandão (sem partido), do Maranhão. 

O prolongamento da Avenida Litorânea, que vai ligar São Luís ao município vizinho de São José de Ribamar, tem sido anunciado pela gestão estadual como uma “obra histórica”, mas auditores do TCU levantaram oito “graves irregularidades” no empreendimento – o que pode resultar em danos econômicos, à moralidade e à probidade administrativa – e já analisam eventuais responsabilizações aos gestores.

A obra vai custar, no total, R$ 235 milhões. Até o fim da primeira fase da auditoria feita pelo TCU, concluída em julho de 2025, foram gastos R$ 27,7 milhões. Dessa parte, o tribunal de contas identificou superfaturamento de R$ 1,8 milhão, o equivalente a 6% do auditado. Na prática, isso significa que o dano aos cofres públicos pode ser ainda maior.
Arte/ MetrópolesTCU avalia responsabilizar gestores por graves irregularidades em obra de R$ 235 milhões do governo do Maranhão
TCU avalia responsabilizar gestores por graves irregularidades em obra de R$ 235 milhões do governo do Maranhão

O projeto tem sido financiado com recursos federais do Novo PAC. O estado do Maranhão, por sua vez, é responsável pela licitação, contratação e execução dos serviços.

Inicialmente, as obras tinham prazo de dois anos para serem concluídas, isto é, terminariam apenas em 2027. A gestão de Carlos Brandão corre, porém, para entregar a nova Avenida Litorânea até maio deste ano, a poucos meses das eleições, mesmo que isso resulte em decisões apressadas, falhas de planejamento e desperdício de dinheiro público, como já tem sido apurado pelo TCU.

Oficialmente, a justificativa para a redução do período para entrega da via é o “atendimento às necessidades estratégicas do governo do estado do Maranhão”. Carlos Brandão, no entanto, é pré-candidato a senador do estado e deve deixar o Palácio dos Leões nos próximos meses. Ele tenta emplacar o próprio sobrinho para lhe suceder no governo, mas sofre resistência por parte da esquerda.

TCU identificou 8 graves irregularidades em obra-vitrine do governo Brandão

No total, o relatório de fiscalização do TCU apontou 10 impropriedades na obra da nova Avenida Litorânea. Dessas, oito foram consideradas “irregularidades graves”, a exemplo dos superfaturamentos de R$ 1,8 milhão.

Parte desse valor pago a mais ocorreu por divergências entre as medições registradas nos boletins oficiais e o que realmente foi executado na obra, segundo os diários de campo. Na prática, os documentos indicam que o governo do Maranhão pagou por serviços em quantidade maior do que a efetivamente realizada.

A área técnica do TCU aponta ainda que houve restrição à competitividade na licitação que escolheu a empreiteira Lucena Infraestrutura Ltda para fazer a via. Isso porque o edital previa situações consideradas “excepcionais” pelos auditores e que acabaram afastando concorrentes. É o caso da exigência de subcontratação no processo. Uma das empresas que disputavam a licitação foi desclassificada justamente porque não apresentou uma parceira para ser subcontratada.

“Isso levou à inabilitação da licitante com base em interpretação restritiva do edital, impactando negativamente a busca pela proposta mais vantajosa para a Administração Pública e comprometendo a eficiência e a legalidade do processo licitatório”, assinalou a área técnica do TCU, que considera pedir a anulação do contrato.

A situação se tornou ainda mais gravosa porque a Lucena, que ganhou a licitação após as concorrentes serem barradas, subcontratou uma suposta empresa de fachada, de acordo com indícios coletados pelo tribunal de contas.

TCU avalia responsabilizar gestores por obra superfaturada no Maranhão

Ao enviar o relatório para o ministro Benjamin Zymler, relator do processo no TCU, o auditor-chefe da Unidade de Auditoria Especializada em Infraestrutura Urbana e Hídrica do tribunal de contas ressaltou “a quantidade de irregularidades graves encontradas na fiscalização”.

“Em razão disso, numa próxima fase processual, juntamente com o exame das oitivas, serão avaliadas eventuais responsabilizações que se fizerem necessárias”, antecipou o técnico.

No último dia 10 de setembro, Benjamin Zymler determinou a oitiva do governo da Secretaria de Infraestrutura do Maranhão e da Caixa Econômica Federal para que expliquem os achados da auditoria e apresentem justificativas.

“Ademais, todo o conjunto de indícios de irregularidades apresentado no relatório de fiscalização denota a ocorrência de falhas que podem ser tipificadas, no mínimo, como erro grosseiro, exigindo que seja realizado o controle subjetivo das condutas dos responsáveis”, escreveu o relator, no documento.

No âmbito do processo, a Secretaria de Infraestrutura do estado negou irregularidades e assegurou que o risco de superfaturamento é inexistente. Explicou ainda que não houve restrição à competitividade na licitação. Segundo a pasta, a subcontratação compulsória encontra respaldo na interpretação sistemática e teleológica de leis estaduais.

Governo do Maranhão nega irregularidades apontadas pelo TCU


Em nota, a Secretaria de Estado da Infraestrutura do Maranhão (Sinfra) informou que o processo se encontra em fase de instrução, e todas as considerações apresentadas pela área técnica do TCU foram devidamente analisadas e estão sendo encaminhadas.

“As adequações apontadas no Relatório de Auditoria TC 008.237/2025-5 estão sendo criteriosamente seguidas, a exemplo de elaboração e consolidação de volume técnico específico de acessibilidade; emissão e juntadas de ARTs/RRTs; reengenharia de projeto de rampas; elaboração de projetos complementares. A Procuradoria Geral do Estado já encaminhou manifestação formal ao Tribunal, acompanhada de esclarecimentos técnicos detalhados e documentação comprobatória”, explicou.

O governo do Maranhão assegurou que as alterações não ensejam em prejuízos ao erário, uma vez que não se chegou à fase de obra cujas deficiências são apontadas.

“Houve divergências metodológicas na análise comparativa de insumos entre o levantamento preliminar feito pelo TCU e a prática, de fato, especialmente quanto à substituição de materiais com características técnicas distintas. Conforme demonstrado pelos setores de engenharia, não houve substituição entre itens equivalentes, mas entre materiais com especificações diferentes, sendo que eventuais diferenças de custo foram absorvidas pela empresa contratada, sem impacto adicional ao erário. Além disso, a formação de preços utilizou parâmetros oficiais de referência.”

A secretaria acrescentou que não houve restrição à competitividade e qualquer escolha prévia de empresa pelo Estado. O certame licitatório, segundo a pasta, observou rigorosamente a legislação aplicável, com ampla publicidade em meios oficiais, prazos adequados e garantia de participação aos interessados.

“A empresa vencedora foi definida exclusivamente com base nos critérios objetivos previstos no edital e na proposta apresentada, conforme as regras da Lei nº 14.133/2021. Além disso, destaca que o Estado do Maranhão não realizou contratação direta com a empresa mencionada pela reportagem. A empresa vencedora do certame teria por obrigação legal subcontratar parte dos serviços. A subcontratação foi realizada dentro das hipóteses legais, processo do qual o Estado não teve qualquer participação”.

“Todavia, diante de apontamentos preliminares identificados em fiscalização, a Secretaria de Estado da Infraestrutura do Maranhão adotou providências imediatas, notificando formalmente a empresa contratada para substituir a subcontratada por outra devidamente habilitada e tecnicamente capacitada, no prazo estabelecido, sob pena de sanções contratuais e demais medidas legais cabíveis”, prosseguiu o governo do Maranhão.

Paralelamente, a Sinfra destacou ainda que a obra de prolongamento da Avenida Litorânea é uma via estratégica para a mobilidade na capital maranhense, proporcionando um eixo de transporte público que serve como alternativa às rotas congestionadas do centro da cidade.

“Ela também integrará um dos eixos da Avenida Metropolitana, assegurando um grande Anel Viário interligando os quatro municípios da Grande Ilha. No trecho da obra existem inúmeros estabelecimentos comerciais, dentre bares e restaurantes, além de residências, o que, como já previsto, gera um impacto direto do ponto de vista socioeconômico, considerando especialmente a grandeza dessa obra.”

“Importante destacar que ajustes de prazo em obras públicas são práticas técnicas comuns, especialmente quando há otimização de métodos construtivos ou replanejamento de etapas. Assim como em todas as grandes obras executadas pelo Governo do Maranhão, a busca por eficiência na entrega, aliada à qualidade dos serviços, é prioridade de gestão. A Sinfra reitera seu compromisso com a legalidade, a eficiência e a qualidade técnica de suas obras. As medidas saneadoras propostas demonstram a diligência da administração em corrigir os tópicos apontados, em linha com a jurisprudência do TCU, que privilegia o saneamento e a continuidade das obras em detrimento de sua paralisação, por se tratar de questões sanáveis.”

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Notícias Gerais

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MENGÃO EM CRISE ?

Imagem: MAGA JR/AGÊNCIA F8/ESTADÃO CONTEÚDO

A torcida do Flamengo está em silêncio sepulcral. Não dá pra entender a postura nervosa de um time multicampeão diante do pequeno Lanús. Filipe Luis vai precisar se reinventar para trazer de volta o brilho do time de 2025. 

Já foram 6 derrotas na temporada e Arrascaeta foi enfático ao analisar a atuação do Flamengo na derrota por 1 a 0 para o Lanús, na quinta-feira, fora de casa, pela Recopa. 

O camisa 10 pediu postura diferente à equipe para reverter a situação na disputa do título continental

— Temos que mudar muita coisa para o jogo da volta, hoje não deu nada certo, mas não é hora de falar, é hora de trabalhar e dar a resposta em casa — disse Arrascaeta à ESPN
O Flamengo tem o primeiro jogo da semifinal do carioca no domingo, um jogo pelo brasileiro na quarta-feira e o jogo de volta da recopa na quinta-feira. A vaga na final do Carioca e o primeiro título do ano pode mudar o humor do torcedor.




REDES SOCIAIS. O NOVO CAMINHO AO ELEITOR.

Assista ao vídeo 📹 

A regulação das redes sociais é um tema necessário, mas pode produzir consequências não intencionais que afetam o acesso à informação e a democratização da comunicação digital, segundo análise apresentada por Jamil Assis, diretor do Instituto Sivis, um think tank voltado à promoção de valores democráticos.

Durante sua explanação no programa WW da CNN, Assis destacou que, diferentemente da percepção comum, as plataformas digitais não funcionam como praças públicas, mas como ambientes com regras próprias estabelecidas em seus termos de uso. 

"Eles são ambientes que possuem regras particulares, possuem normas próprias, que inclusive, por mais que estejam em letras pequenas e nos termos de uso, são oferecidas a todos que escolhem entrar nessas plataformas", explicou.

A fala do pesquisador abre uma nova janela do conhecimento para quem, como eu, sempre defendeu que as redes eram um "fuxico" ampliado. O pesquisador reconheceu a importância das redes sociais para a democratização da comunicação, especialmente para candidaturas menores que não dispõem de grandes verbas para meios tradicionais. 

"Ambiente próprio físico, ambiente da televisão, pouco tempo de campanha, pequenas candidaturas, aquele pessoal que vem do interior muitas vezes, especialmente numa campanha nacional como essa, vai depender muito das plataformas", afirmou Assis.

Talvez esteja na hora da minha geração entender essas novas regras e trabalhar com esse novo mundo digital. A política continua sendo a solução para todos os problemas sociais, mas o caminho até o eleitor mudou. 

20/02/2026

CLIPE MUSICAL - JOÃO GOMES

Sextou e João Gomes canta "Velha Roupa Colorida", clássico de Belchior. 

Ele lançou uma versão em parceria com Jota.pê e Mestrinho no projeto "Baile Dominguinho" em 2025. 

A música, que mistura forró e toques de rock, foi destaque no repertório do cantor, inclusive no Carnaval do Recife 2026. 

Você pode ouvir a versão de "Velha Roupa Colorida" cantada por João Gomes, Jota.pê e Mestrinho neste vídeo:

DEFESA CIVIL DE BACABAL PROMETE FISCALIZAÇÃO 24 HORAS DURANTE O PERÍODO DE CHUVAS.


Após a repercussão negativa do prefeito ter colocado a culpa dos alagamentos no povo, (veja a matéria) o prefeito Roberto Costa se reuniu com a equipe da Defesa Civil do município para alinhar e organizar um planejamento estratégico voltado à prevenção e ao enfrentamento dos problemas causados pelo período chuvoso. 

A reunião teve como objetivo principal antecipar ações e garantir uma resposta rápida às possíveis ocorrências típicas dessa época do ano.

Durante o encontro, ficou definido que as equipes da Defesa Civil estarão de prontidão 24 horas por dia, preparadas para atender qualquer demanda emergencial, como quedas de árvores, alagamentos, enchentes e outros transtornos provocados pelas chuvas. 

Esse é o verdeiro papel do prefeito. Organizar e orientar suas equipes para atender a população com planejamento e ações. 

Tá na hora de sair do palanque e sentar na cadeira.


Informações e foto  do Instagram: @sitebacaba

CODÓ URGENTE

 R$ 63 MILHÕES PARA UM ÚNICO INSTITUTO: A TERCEIRIZAÇÃO MILIONÁRIA QUE LEVANTA SUSPEITAS EM CODÓ

Enquanto escolas enfrentam falta de estrutura, unidades de saúde operam no limite e a população sofre com serviços públicos precários, a Prefeitura de Codó direcionou uma verdadeira fortuna para um único instituto privado logo no primeiro ano da atual gestão. 


Em 2025, mais de R$ 63,5 milhões dos cofres públicos foram repassados ao Instituto GEPAS, valor que causa espanto e acende um alerta vermelho no município.

Os dados revelam que o Instituto de Gestão de Pessoas e Administração de Saúde (GEPAS), sediado em São Luís, tornou-se o maior beneficiário de recursos municipais em Codó. 

Os contratos firmados envolvem a terceirização em massa de mão de obra, abrangendo desde motoristas e recepcionistas até cargos de supervisão administrativa e operacional dentro da estrutura da prefeitura.

Na prática, a administração municipal passou a transferir funções essenciais do serviço público para uma entidade privada, concentrando milhões de reais em contratos contínuos que chegam a uma média superior a R$ 5 milhões por mês. 

OPINIÃO.

O problema não é a terceirização, que ma minha opinião é até mais transparente  do que os famosos contratos. O problema é que todo esse valor pago  em uma cidade marcada por constantes denúncias de atraso de pagamentos, falta de investimentos básicos e abandono em áreas sensíveis como saúde e educação, chama a atenção negativamente.

O que mais chama atenção é a velocidade e o volume desses repasses logo no início do governo do prefeito Chiquinho FC, levantando questionamentos inevitáveis:

Por que tamanha dependência de um único instituto? 

Qual o critério adotado para justificar essa concentração de recursos públicos? 

Quem realmente se beneficia desse modelo?

Fontes locais, que pedem anonimato por medo de retaliações, apontam que a terceirização em larga escala estaria sendo usada como ferramenta de controle político, por meio da distribuição de empregos e fortalecimento de alianças ligadas ao grupo que hoje comanda o município. 

O cenário descrito reforça a necessidade urgente de fiscalização rigorosa por parte dos órgãos de controle.

Diante dos números e do contexto social de Codó, a pergunta que ecoa entre a população é simples e direta: os milhões estão servindo ao interesse público ou alimentando um esquema de poder

PARA OUVIR É SÓ CLICAR NA IMAGEM



CORRUPÇÃO DO OUTRO LADO DA PONTE


Separados apenas por uma ponte, bem ao lado de Turilândia, no Maranhão, o alvo agora é Santa Helena. 

O Ministério Público do Maranhão ingressou com ações judiciais pedindo a indisponibilidade de bens de seis servidores e a perda da função pública do atual prefeito, do ex-prefeito e da secretária municipal de Educação de Santa Helena

O órgão apura um esquema de “servidores fantasmas” que teria causado prejuízo de R$ 522.793,68 aos cofres públicos.

Entre os citados estão o prefeito João Jorge Jinkings Pavão Filho, o ex-prefeito Zezildo Almeida Júnior e a secretária de Educação Rosinelba Ferreira. 

As investigações indicam que diversos servidores eram nomeados, mas não residiam no município e, em alguns casos, sequer cumpriam expediente.

A denúncia lista nove envolvidos, incluindo servidores efetivos, comissionados e familiares, que recebiam salários enquanto atuavam em atividades privadas ou moravam em outros estados. Há casos de professora que vive em São Luís e atua como influenciadora digital, servidor da saúde que trabalha em São Paulo, nomeada que mora no Rio Grande do Sul e substituição irregular em sala de aula por parente.

Segundo o MP, não havia controle de frequência nem fiscalização, e os pagamentos foram mantidos por anos. A promotoria afirma que a secretária de Educação prestou informações falsas e que o prefeito negociou diretamente com uma servidora para permitir suposto “home office”, prática inexistente na legislação municipal em troca de apoio político, configurando uso indevido da máquina pública.

Além das ações por improbidade, o MP pediu que o município implante, em até 30 dias, controle eletrônico biométrico para todos os servidores. As sanções requeridas incluem perda da função pública, suspensão de direitos políticos (até 12 ou 14 anos, conforme o caso), multas equivalentes ao dano ou ao acréscimo patrimonial e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios fiscais por até 14 anos.


FONTE: G1 Maranhão

ABUSO DE PODER

 

Moraes “enquadrou” a Receita Federal?

(Imagem: Wilton Junior | Estadão)

Um novo episódio envolvendo Alexandre de Moraes e a Receita Federal trouxe à tona o debate sobre o limite da atuação de ministros do Supremo quando envolvidos — direta ou indiretamente — nos casos investigados.

Sei que você estava brincando carnaval e precisa entender o contexto antes, então vamos lá.

Em janeiro, Moraes ordenou que a Receita Federal rastreasse acessos aos dados fiscais de ministros do Supremo e seus familiares — chegando a mais de 100 pessoas,  ou seja, pediu pra stalkear a vida de pessoas que falavam mal dos ministros do STF. 

  • Por conta própria, o ministro abriu o inquérito de ofício como um desdobramento do Inquérito das Fake News, de 2019, que apura ataques coordenados contra magistrados.

A investigação teve início após reportagens que revelaram o contrato de quase R$ 130 Milhões de sua esposa com o Banco Master. Na prática, a suspeita era de que auditores da Receita ou do Coaf haviam vazado esses dados para a imprensa.

Em plena terça-feira de Carnaval, a PF cumpriu quatro mandados de busca e apreensão mirando servidores públicos, afastando-os de seus cargos, impedindo-os de saírem do país e colocando-lhes tornozeleira eletrônica.

Horas depois, o STF comunicou que identificou “múltiplos acessos ilegais” por parte de quatro servidores da Receita Federaldivulgando seus nomes e quebrando sigilos bancários.

A Receita reconheceu que houve vazamento, mas ressaltou que já havia iniciado uma investigação antes do pedido do ministro. Já a Associação Nacional dos Auditores Fiscais do órgão divulgou nota demonstrando preocupação com as medidas adotadas pelo ministro, ao afirmar que as investigações ainda são "preliminares".

  • Além disso, o órgão reiterou que, em 2019, houve punições a servidores acusados de vazamento de informações de parentes de ministros do STF que depois se mostraram inocentes das acusações.

…Voltando ao tema principal 

O ponto é que a decisão de Moraes tem dividido o Supremo

Enquanto uma ala o apoia ao afirmar que existe um movimento tentando descredibilizar a Corte, outros ministros afirmam que caberia somente ao presidente do tribunal tomar tal atitude.

Embora considerem correta a investigação de vazamentos de dados, analistas argumentam que há uma violação por parte de Moraes, já que ele seria uma espécie de “vítima, investigador e juiz” do caso.

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