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12/04/2026

VÍDEO PROIBIDO.

 Justiça atendeu a um pedido da influenciadora Karolina Trainotti, que teve fotos e dados pessoais utilizados sem autorização em um material audiovisual que circulou em redes sociais e páginas de entretenimento.

O vídeo em questão seria uma "divulgação" da faixa "Oi, tudo bem?", que ainda não foi lançada mas faz parte do DVD "Vocês & Deus", da dupla Zé Neto e Cristiano, gravado no dia 21 de Março, no Rio de Janeiro.

A letra da música não citava nomes. Apenas narrava a história de um homem com "múltiplos relacionamentos simultâneos".

A defesa da influenciadora sustenta que o ato ilícito reside na forma como a música foi "instrumentalizada" para marketing, sincronizando a canção com fotos e conteúdos extraídos de comunicações privadas de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master que está preso por suspeita de fraudes bilionárias.

A composição, embora não cite nomes, teria sido inspirada em diálogos íntimos de Daniel Vorcaro com sua ex-namorada, Martha Graeff, e outras mulheres, que se tornaram públicos após a quebra de sigilo do celular do empresário.

Os versos que acompanhavam as imagens diziam:

“Eu falava bom dia pra uma / escrevia bom dia pra outra / eu ouvia eu te amo de uma / e eu lia eu te amo da outra”.

O que diz a decisão

Na decisão, a juíza Daniela Dejuste de Paula destacou a necessidade de proteger os direitos de personalidade e a privacidade da autora, citando o risco de dano pela "alta propagação" do conteúdo digital.

"Defiro o pedido de tutela de urgência para determinar que os requeridos se abstenham de utilizar, veicular, reproduzir ou divulgar, sem consentimento, imagens, dados pessoais ou quaisquer elementos que permitam a identificação da autora", diz o texto.

O que pede a defesa de Karolina

Segundo os advogados, o vídeo sincronizava a canção com imagens de comunicações privadas vazadas de Daniel Vorcaro, expondo a cliente a uma situação vexatória e sensacionalista.

Karolina Trainotti já havia sido citada no noticiário anteriormente após revelações de que teria recebido um imóvel de luxo avaliado em R$ 4,3 milhões do banqueiro.

A ação pede o pagamento de indenização por danos morais, alegando que houve exploração econômica ilícita da esfera privada de Karolina.

Com a nova decisão, a dupla fica impedida de vincular a imagem da influenciadora à narrativa da canção sob pena de sanções judiciais.


Fonte: G1 

Por Isabel Lima

INFLAÇÃO EM ALTA

 Mercado eleva previsão da inflação para 4,36% este ano

Estimativa para o crescimento da economia é 1,85%

Agência Brasil - Por Andreia Verdélio
Notícias
© Joédson Alves/Agência Brasil

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,31% para 4,36% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (6), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Em meio às tensões causadas pela guerra no Oriente Médio, a previsão para a inflação deste ano foi elevada, pela quarta semana seguida, mas ainda se mantém dentro do intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.

Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Em fevereiro, a alta dos preços em transportes e educação fez a inflação oficial do mês fechar em 0,7% – aceleração diante do registrado em janeiro (0,33%). No entanto, o IPCA acumulado em 12 meses recuou para 3,81%, abaixo dos 4% pela primeira vez desde maio de 2024.

A inflação de março, já com os possíveis impactos da guerra no Oriente Médio, será divulgada na próxima quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Para 2027, a projeção da inflação subiu de 3,84% para 3,85%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.

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ELEIÇÃO NO TSE.

 Eleição para presidência do TSE ocorrerá no próximo dia 14

Transição de comando do tribunal foi antecipada

Radioagência Nacional - Por Oussama El Ghaouri
Notícias
© Luiz Roberto/TSE

A eleição dos novos presidente e vice-presidente do TSE, o Tribunal Superior Eleitoral, está marcada para a próxima terça-feira, 14 de abril. A data da posse dos sucessores, que estarão à frente da Corte durante as Eleições 2026, será divulgada até o fim de maio.

Com esses anúncios, a transição de comando do tribunal foi antecipada, como explicou a atual presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia:

“Ao invés de deixar para o último dia de mandato, 3 de junho, a sucessão na presidência deste Tribunal Superior Eleitoral, iniciar o procedimento para a eleição dos novos dirigentes da casa e o processo de transição, para equilíbrio e calma na passagem das funções aos que dirigirão a Justiça Eleitoral brasileira e conduzirão o processo de outubro de 2026.”

Segundo a ministra, é necessária uma transição "serena e técnica" para evitar rupturas no cronograma eleitoral.

Rodízio

Embora haja votação formal, o processo de sucessão segue um sistema tradicional de rodízio entre os três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que integram o TSE. Dessa forma, o atual vice-presidente da corte eleitoral, ministro Nunes Marques, assume a presidência. A vice-presidência fica com o ministro André Mendonça, também do STF.

Eleições 2026

Em março, o Tribunal Superior Eleitoral publicou as regras para as Eleições 2026, que abordam temas como o uso indevido da inteligência artificial e o combate à violência política de gênero. Cabe aos sucessores, Nunes Marques e André Mendonça, fiscalizar a aplicação prática das normas, com o apoio de todo o colegiado.

O TSE é composto por sete ministros: três são do STF; dois, do STJ, o Superior Tribunal de Justiça; e dois são advogados com notável saber jurídico e idoneidade.

Fonte: Radioagência Nacional
Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da Radioagência Nacional.

F1 - HISTÓRIA.

 

Seis países que tentaram, mas não conseguiram receber corridas da Fórmula 1

Categoria já esteve nos planos de países como União Soviética, Dinamarca, Quênia e Vietnã, mas nenhum projeto chegou de fato ao calendário.


Quem é fã de Fórmula 1 já se acostumou a ver diversos circuitos cogitados no calendário. De Port Imperial (Estados Unidos) a Zhuhai (China), passando pelo Igora Drive (Rússia), vários locais sonharam em vão com uma etapa da principal categoria do automobilismo mundial. E até o Brasil está na lista, com o Autódromo de Deodoro (Rio de Janeiro), que não foi adiante.

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Mas os projetos citados têm algo em comum: aconteceriam em países que já recebem a Fórmula 1. E com a ampliação do calendário nas mais recentes temporadas, não são exceções. Países como Arábia Saudita e Inglaterra quiseram (ou querem) hospedar pelo menos duas corridas cada por ano. A Espanha conseguiu. Os Estados Unidos foram além, com três.

Ao mesmo tempo, diversos países "inéditos" já tentaram receber corridas de Fórmula 1, e também não conseguiram. De conversas teóricas a etapas confirmadas (e depois canceladas), nações pelo mundo sonharam com o dia em que colocariam suas respectivas bandeiras no calendário.

Volta e meia, a possibilidade de novos e velhos palcos vêm à tona na F1. Em 2026, o assunto ganhou força novamente após o adiamento indeterminado dos GPs de Arábia Saudita e do Bahrein, e os possíveis cancelamentos das corridas no Catar e em Abu Dhabi. Fuji (Japão) é candidata a uma vaga na reta final da temporada, substituindo Lusail e Yas Marina. Com isso, o Japão voltaria a receber duas provas no mesmo ano - o que aconteceu em 1994 e 1995, quando Aida recebia o GP do Pacífico.

Enquanto o Japão quer voltar a ter duas corridas de F1 no mesmo ano, outros países tentaram receber a categoria pela primeira vez e ficaram apenas na vontade. Conheça seis casos:

Colômbia

Em outubro de 2022, o CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, visitou a cidade de Barranquilla (Colômbia) para conversar com autoridades locais a respeito da possibilidade da realização de um Grande Prêmio a partir de 2028. O local escolhido seria uma região da cidade conhecida como Malecón, marcada por uma revitalização recente e pela instalação de praças e parques. O prefeito Jaime Pumaredo se mostrou otimista com a possível prova, chamada de Grande Prêmio do Caribe.

A ideia, porém, já parece ter sido abandonada. Segundo Juan Pablo Montoya, ex-piloto de Williams e McLaren na F1, a questão “estava 95% resolvida” até o fim de 2022, “mas alguém bagunçou algo e eu não sei o que foi”. Ao site colombiano Semana, Montoya indicou que uma possível corrida de rua em Madri pode ter tomado a vaga que seria de Barranquilla.

Malecón receberia o GP do Caribe na Colômbia (Imagem: Prefeitura de Barranquilla)

Dinamarca

Kevin Magnussen não foi o primeiro piloto dinamarquês na Fórmula 1 – a primazia coube a Tom Belso, com provas em 1973 e 1974. Mesmo assim, empolgou os compatriotas, a ponto de a F1 discutir um possível Grande Prêmio da Dinamarca.

Em 2018, Chase Carey (CEO da Fórmula 1 entre 2017 e 2020) foi a Copenhague para conversar sobre a realização da prova a partir de 2020. Hermann Tilke chegou a avaliar um circuito de rua de cerca de 4,6 km, mas os planos jamais saíram do papel.

Polônia

Robert Kubica surgiu na F1 como um raio. Estreou em 2006, conseguiu um pódio na terceira corrida, venceu o GP do Canadá em 2008 e era visto como um potencial campeão. Porém, um grave acidente na pré-temporada de 2011 interrompeu os planos do polonês, que só voltou a competir pela categoria em 2019 pela Williams, quando o time pouco podia oferecer ao talento do piloto.

A ascensão de Kubica fez a Polônia sonhar com um GP no fim da década de 2000. O circuito escolhido foi o Tor Poznán, de pouco mais de 4 km. Marc Gené até fez uma exibição com uma Ferrari no local em 2007, mas tudo indica que a possibilidade não foi discutida de verdade. A pista chegou a receber a Fórmula 3 Centro-Europeia em 2021 e 2022.

Quênia

Em 2013, Alfred Mutua assumiu o cargo de governador do condado de Machakos, no Quênia, e prometeu a construção de um circuito de Fórmula 1. A pista seria parte do projeto de modernização da cidade de Machakos, capital do condado.

O traçado de 4 km foi inaugurado por Mutua em abril de 2022, mas não há registros de negociações com a Fórmula 1. A categoria demonstra interesse em voltar a correr na África (já realizou provas na África do Sul e no Marrocos), mas sem indícios de que os quenianos estejam na disputa.

Alfred Mutua na inauguração do circuito de Machakos (Imagem: Kenya News Agency)

União Soviética

A partir do fim de 1980, a Fórmula 1 começou a conversar com a União Soviética a respeito da realização de uma etapa no país. A partir daí, diversas propostas de circuitos foram apresentadas, utilizando principalmente as ruas de Moscou. O plano inicial era de um traçado de pouco mais de 4 km de extensão, mas Bernie Ecclestone queria um circuito de cerca de 6 km para dar mais espaço a patrocinadores.

Um GP da União Soviética foi anunciado para agosto de 1983, mas acabou cancelado bem antes disso, em setembro de 1982, por questões burocráticas. Os dirigentes ainda tentaram novamente nos anos seguintes, sem sucesso. A URSS se separou em 1991, e a Rússia recebeu a Fórmula 1 entre 2014 e 2021, mas sempre em Sochi.

Projeto de circuito de rua em Moscou para o GP da URSS (Imagem: Nakarte.ru)

Vietnã

Este é um caso bastante emblemático. Anunciado em 2018, o Grande Prêmio do Vietnã estaria no calendário da Fórmula 1 a partir de 2020, com um circuito de 5,6 km utilizando ruas de Hanói. A pandemia da Covid-19, no entanto, mudou todo o calendário de 2020 e cancelou a edição da prova naquele ano.

No entanto, em agosto de 2020, o presidente do Comitê Popular de Hanoi (cargo equivalente ao de prefeito), Nguyen Duc Chung, foi preso por assuntos alheios à prova – ele era suspeito de apropriação de documentos contendo segredos de Estado. A prisão não teve ligação com a F1, mas Chung era considerado o principal responsável pela corrida.

Sem o dirigente, criou-se um vácuo entre o Vietnã e a categoria, e ninguém assumiu a função. Em novembro, a Fórmula 1 apresentou o calendário para a temporada de 2021, já sem o Vietnã.

Circuito de Hanói chegou a ser incluído no calendário da F1 (Imagem: Divulgação)

(Originalmente publicado em 9 de agosto de 2023)

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