O senador Cid Gomes (PSB) vai se reunir nos próximos dias com o presidente do PSDB no Ceará, Tasso Jereissati (PSDB), para articular a candidatura de Ciro Gomes (PSDB) à Presidência da República.
Cid disse estar preocupado com uma possível vitória de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno.
Ele também defende Ciro como um dos políticos mais preparados do Brasil para comandar o País, mas não nega: com o irmão fora da corrida ao Palácio da Abolição, ele terá vida menos complicada.
"O que eu puder fazer para não ter o constrangimento de não votar no meu irmão, eu farei. Eu posso fazer muita coisa? Não, eu sou uma gota d’água no oceano, mas eu estou fazendo. Eu estou preocupado que o Brasil possa ter uma decisão no primeiro turno ganhando o bolsonarismo", afirmou.
A verdade é que Cid conhece muito bem o sonho do irmão em ser presidente da República, mas sabe também das poucas chances de mudança no cenário nacional. O senador, inclusive, cogita uma chapa composta por Ciro e Caiado, o que é improvável.
“Eu defendo que se lance Caiado, Zema e Ciro e trabalhem os três nomes até julho. Quando for julho, vê quem está melhor e dá para trabalhar uma chapa. Um Ciro-Caiado ou um Caiado-Ciro, por exemplo”, apontou.
O que Cid quer mesmo é tirar o irmão da disputa do governo do Ceará. Quem tem irmão assim, não precisa de inimigo.
📷 Foto: Aurélio Alves/O POVO
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