
CFOAB e OAB/GO obtiveram liminar que impede o delegado Christian Zilmon de atuar em procedimento no qual figura como parte interessada, no caso da advogada Áricka Cunha.
A decisão foi tomada após o delegado afirmar, em vídeo, que cogitou nova prisão em flagrante da profissional por publicações nas redes sociais.
O Judiciário considerou que a atuação da autoridade como suposta vítima compromete a imparcialidade e vedou sua participação em eventuais atos relacionados ao caso.
Para a OAB, há indícios de violação de prerrogativas e possível abuso de autoridade.
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