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Na semana passada publicamos que as pressões das denuncias do Caso Master poderiam forçar a renúncia da função de Jaques Wagner (PT- BA), líder do governo no Senado.
Digo e feito. Ele renunciou a liderança do governo.
Fonte: Band. Por Fernando Mitre
O resultado dessa conversa entre amigos, como qualificou Jaques Wagner e, de fato, amigos há quase 50 anos, já estava mais do que previsto.
E incluindo a atitude de Jacques Wagner, de tomar a iniciativa de se retirar da liderança, onde sua presença já produzia efeitos na campanha de Lula - e isso até agora, quando ele, segundo disse, vai cuidar de sua defesa.
Ele é um dos alvos dessa operação Complience Zero, da Nona fase, com investigações que podem levar a acusações de corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
A preocupação na campanha de Lula, onde se considera que Jaques Wagner podia ter saído antes - até antes da conversa com Lula - e sem as declarações que deu, é também com a possível extensão das investigações de esquemas na Bahia e suas consequências. São os tentáculos do Caso Master atingindo petistas mas não só petistas.
Lembre o caso.

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