Operação Domínio Paralelo cumpriu prisões e apreensões contra investigados por controlar comunidade em São Luís.
As investigações apontam que integrantes da facção criminosa exerciam influência sobre a área conhecida como Península do Ipase, popularmente chamada de Poeirão, localizada na região do Bequimão.
Segundo os investigadores, os moradores eram obrigados a realizar pagamentos sob ameaça e intimidação, em um esquema que teria gerado ganhos financeiros para a organização.
Aqui vem a primeira falha da polícia na divulgação das informações:
De acordo com o Gaeco e a Polícia Civil, os recursos arrecadados eram movimentados por meio de uma empresa formalmente registrada, estratégia que teria sido utilizada para ocultar a origem ilícita dos valores.
Qual é o nome dessa empresa e qual o seu endereço? A população precisa saber parabse proteger desse esquema criminoso.
Afirmam também que as apurações também indicam que o grupo estabeleceu uma estrutura paralela de poder na comunidade, impondo normas próprias e exercendo controle sobre a rotina dos moradores por meio da força e do medo.
Qual eram essas regras próprias e onde denunciar caso isso continue a acontecer ?
Por fim, divulgam que durante a operação, foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e mandados de busca e apreensão autorizados pela Vara Especial Colegiada dos Crimes Organizados de São Luís.
É preciso dizer quem foram os presos e quem foi alvo da busca e apreensão. Sem isso, a informação virá peça publicitária vazia.
Fica aqui a cobrança à assessoria de comunicação do Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO), do Departamento de Combate a Crimes contra Instituições Financeiras (DCRIF), do Grupo de Resposta Tática (GRT), unidades vinculadas à Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) e do GAECO do MPMA.

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