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O Procon está de olho nos PlayStations.

 

O Procon está de olho nos PlayStations

(Imagem: SBT | Reprodução)

Desde o mês passado, quando a Sony anunciou que iria parar de fabricar jogos em disco para o PlayStation a partir de 2028, uma onda de protestos pelo mundo surgiu. Por aqui, houve até pedido de investigação enviado pela deputada Erika Hilton à Secretaria Nacional do Consumidor.

  • Agora, em resposta, o Procon-SP afirmou que a Sony não pode impor restrições retroativas a quem já comprou jogos ou consoles com leitor de disco, nem limitar funcionalidades já disponíveis.

A alegação da parlamentar é de que a Sony vende consoles com leitor de disco por até R$ 500 a mais sem garantir que esse investimento terá utilidade no futuro. Outro argumento é que existem riscos no modelo de "licença" digital, que não garante direito de posse, revenda ou empréstimo dos jogos.

O ponto central: Com um salto de 27% para 78% do uso de jogos digitais na última década, o novo modelo é mais lucrativo para a empresa. A fabricante recebe cerca de 53% a mais nas vendas digitais de seus próprios jogos.

A companhia avisou desenvolvedoras que será possível encomendar novas tiragens físicas de jogos lançados antes de 2028, mesmo após o fim da produção de novos títulos. O formato desse processo ainda não foi detalhado. O caso segue em análise na Senacon, em nível federal.

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