DESTAQUES DO DIA

Carregando notícias...

O RISCO DE EMPINAR PIPAS, PAPAGAIOS OU CURICAS

 


Empinar pipas é uma brincadeira divertida, mas exige responsabilidade para evitar acidentes graves

Empinar pipas é uma brincadeira tradicional e divertida, mas deve ser praticada com responsabilidade, longe da rede elétrica e sem o uso de linhas cortantes, para evitar acidentes graves e interrupções no fornecimento de energia.

Com a chegada das férias escolares, aumenta o número de crianças, adolescentes e até adultos aproveitando o tempo livre para soltar pipas. O problema é que, quando a brincadeira acontece próxima à rede elétrica, ela pode provocar choques, curtos-circuitos, interrupções no fornecimento de energia e até acidentes fatais.

Em São Luís, os números mostram a dimensão do problema. 

De acordo com levantamento da Equatorial Maranhão, a capital registrou 1.295 ocorrências de pipas na rede elétrica em 2025, um aumento de 28% em relação a 2024, quando foram contabilizados 1.009 casos. 

Em todo o Maranhão, foram 3.508 ocorrências no mesmo período, alta de 17% em comparação ao ano anterior. Esses incidentes comprometem o fornecimento de energia e colocam em risco a vida da população.

Para evitar acidentes, especialistas orientam que a população siga algumas medidas simples:

  • Empine pipas apenas em locais abertos, longe da rede elétrica;
  • Nunca tente retirar pipas presas em fios ou postes;
  • Não utilize cerol nem linha chilena, materiais proibidos por lei e que podem causar acidentes graves e até mortes;
  • Evite brincar próximo a ruas e avenidas movimentadas;
  • Suspenda a brincadeira em dias de chuva ou com incidência de raios;
  • Caso um fio de energia caia no chão, mantenha distância e comunique imediatamente a concessionária de energia.

A conscientização é a melhor forma de garantir que uma brincadeira tão tradicional continue proporcionando diversão sem colocar vidas em risco. 

Segurança deve estar sempre em primeiro lugar.

Fonte: Equatorial Maranhão e reportagem publicada pelo portal O Maranhense.

Comentários