O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas no planejamento da reconstrução da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que liga as cidades de Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO).
Segundo auditoria, a obra foi executada sem projeto básico, com orçamento pouco detalhado e critérios de medição diferentes dos previstos em contrato.
Essa notícia me faz lembrar que a ponte sob o Rio Mearim em Bacabal, anunciada pelo então diretor do DNIT, João Marcelo (filho do ex-senador João Alberto) ainda não têm prazo pra conclusão e não tem projeto definido.
A obra do Estreito a fiscalização analisou foi contratada em caráter emergencial após o desabamento da estrutura, ocorrido em dezembro de 2024 no valor de R$ 174,3 milhões e o contrato foi firmado por dispensa de licitação. Já em Bacabal, não se tem notícia do projeto básico, nem do contrato da obra. O que se sabe é que a obra já gastou mais de 12 milhões de reais e ainda não serviu para a população.
Relembrando a tragédia
O acidente aconteceu no dia 22 de dezembro de 2024, pouco antes das 15h. O vão central da ponte colapsou e derrubou parte da estrutura, levando diversos veículos para o fundo do Rio Tocantins. A tragédia deixou 14 mortos, três desaparecidos, e um ferido.
Será que Bacabal vai ter o mesmo destino trágico? Quem poderia esclarecer tudo era o ex-deputado João Marcelo, que poderia tranquilizar a população bacabalense.

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