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📣 INFORMATIVO: INTERVENÇÃO ADMINISTRATIVA NO TRT-16



📣 INFORMATIVO: INTERVENÇÃO ADMINISTRATIVA NO TRT-16 
EXPLICADA PELO TST

A Comissão de Acesso à Justiça da OAB Bacabal informa à advocacia sobre os desdobramentos da intervenção administrativa no Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (TRT-16/MA), detalhados pelo presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho:

*• ⚖️ Motivo da Intervenção:* 
O TRT-16 enfrenta graves problemas de gestão e inconsistência de dados. A fiscalização da Corregedoria, que durou 8 meses, teve de ser suspensa porque os dados apresentados não coincidiam com os registros do órgão correicional.

*• ⚠️ Pendências Não Solucionadas:* 
Constatou-se que 28 itens apontados pela correição permaneceram sem resposta ou solução por parte do tribunal regional.

🏛️ Dificuldades Internas:
Segundo o ministro, a nova gestão assumida em novembro buscou implementar melhorias, mas não encontrou apoio interno para avançar com as mudanças necessárias.

• 💬 Posicionamento:
Reforçando 
o compromisso com a transparência e a eficiência na prestação jurisdicional, o presidente do TST destacou que "tribunais não são propriedade privada de quem quer que seja".

Seguimos acompanhando o caso para manter a classe sempre informada.

Atenciosamente,

FONTE: Comissão de Acesso à Justiça - OAB Subseção Bacabal.

Matéria divulgada em 05 de Agosto de 2026 👇

TST autoriza intervenção administrativa no TRT da 16ª Região 

Em junho de 2026, a Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho (CGJT) decretou intervenção administrativa de 90 dias no Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (TRT-16)

Os motivos reais foram o descumprimento contínuo de determinações correicionais, a inconsistência de dados administrativos e a resistência interna na gestão em cumprir as determinações do TST.

Principais Motivos da Intervenção.

A medida ocorreu após um período de monitoramento e correições iniciadas em agosto de 2025. Os pontos que fundamentaram a decisão incluem:

Inconsistência de dados: Envio de informações administrativas e jurisdicionais consideradas imprecisas, contraditórias ou insuficientes pela Corregedoria.

Descumprimento de ordens: Falha persistente no atendimento a dezenas de determinações e recomendações corretivas definidas em inspeções anteriores.

Resistência administrativa interna: Existência de barreiras estruturais que impediram a execução de deliberações do Tribunal Pleno e de decisões voltadas às unidades de primeiro grau.

Crise de governança: Dificuldades de gestão na cúpula que afetaram o fluxo administrativo regular do tribunal.

Funcionamento e Limites da Medida

Comissão Interventora: Conduzida pelo ministro do TST Lélio Bentes Corrêa e por duas desembargadoras, com poderes para requisitar dados e fixar planos de ação.

Autonomia preservada: A intervenção é estritamente administrativa; a independência de juízes e desembargadores no julgamento de processos não sofreu nenhuma interferência.

Posição do Tribunal: A administração do TRT-16 classificou a medida como uma oportunidade de reorganização e prometeu colaboração irrestrita com os interventores.

ASSISTA AO VÍDEO 📹 

O SINTRAJUFE/MA manifestou em nota, sua preocupação com a grave crise institucional que culminou na decretação de intervenção administrativa no Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região pela Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho.

O sindicato afirma trata-se de um fato absolutamente excepcional na história do Poder Judiciário Trabalhista brasileiro, que evidencia um quadro de extrema anormalidade administrativa e de governança institucional.

A intervenção revela que as divergências da cúpula da Corte ultrapassaram os limites das relações interpessoais e passaram a prejudicar a capacidade de gestão do Tribunal, afetando o regular funcionamento da instituição e a prestação jurisdicional entregue à população maranhense.

É inaceitável que conflitos internos entre dirigentes alcancem tamanha dimensão a ponto de justificar a adoção de uma medida extrema por parte do órgão nacional de fiscalização da Justiça do Trabalho, diz a nota.


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