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RENAN SANTOS NO MARANHÃO

 



Renan Santos chama crise no STF de 'guerra civil' e pede afastamento de Alexandre de Moraes

Candidato à Presidência pelo Missão falou sobre caso Master, decisão do TSE e crescimento de Augusto Cury durante entrevista ao Imirante.com.

Rodrigo Bomfim/Imirante.com

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) afirmou que a crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) e o caso Banco Master representa uma “guerra civil” em formação no Brasil.

Em entrevista exclusiva ao Imirante, o candidato fez críticas ao ministro Alexandre de Moraes, defendeu o afastamento do magistrado e afirmou que o país precisa ter acesso a todas as informações relacionadas ao caso.

Renan Santos também comentou a decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que restringiu e depois liberou sua campanha digital, além de avaliar o crescimento do candidato Augusto Cury (Avante) nas pesquisas eleitorais.

O candidato esteve no Maranhão para participar do congresso estadual do Missão, mas cancelou a agenda por motivos de saúde.

Renan Santos critica STF e fala em “guerra civil” no caso Master

Ao comentar o relatório da Polícia Federal envolvendo o caso Banco Master, Renan Santos afirmou que o ministro Alexandre de Moraes teria adotado uma postura inadequada e defendeu o afastamento do integrante do STF.

“É uma guerra civil que está sendo gestada no Brasil. O ministro Alexandre de Moraes, ele se colocou numa posição horrenda em que ele aceitou, vamos ser sinceros, fazer parte do esquema do Banco Master, recebeu milhões de reais junto com a esposa dele, era muito próximo do Vorcaro, os jatinhos estavam operando ali e o correto agora é o Brasil saber tudo e esse ministro ser afastado”, afirmou Renan.

A declaração ocorre após o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, liberar para julgamento no plenário da Corte o relatório da Polícia Federal que apontou uma suposta relação entre Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro e dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.

Renan Santos afirmou que uma decisão diferente da apuração completa do caso representaria, segundo ele, um problema institucional.

“Qualquer coisa que não envolva isso, não é apenas é erro, mas é a transformação do Brasil numa bagunça”, disse.

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