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Mostrando postagens de janeiro, 2016

PRESIDIÁRIO. RESSOCIALIZADO OU MORTO.

O numero de presos no Brasil tem aumentado exponencialmente a cada dia. Já temos mais de 600 mil presos.     Veja a matéria da Folha de São Paulo no link a seguir:  POPULAÇÃO CARCERÁRIA .   Fico me questionando porque nossos políticos insistem em dizer que a construção de presídios ou a contratação de policiais são soluções viáveis para o nosso problema de insegurança.   Não precisa ser nenhuma sumidade para saber que a solução está na educação e na redução das desigualdades sociais, mas vai dizer isso em público que logo aparece alguém dizendo: "queria ver se um bandido ameaçasse alguém da sua família?" .  Ora, qualquer que sofre violência esquece o bom senso e apela para a reação violenta. Até mesmo eu pensaria em matar o bandido.   Porém, não é com raiva que se transforma uma sociedade. Defendo a pena de morte, mas não dá pra defender os grupos de extermínios.

Juiz utiliza Skype para atender advogados.

A Justiça tem que se adaptar aos novos tempos. Para as comarca do interior onde os juízes trabalham apenas nas terças, quartas e quinta - TQQ, essa seria uma boa alternativa.     A fim de evitar deslocamentos, a 4ª vara Cível de Santos/SP adotou uma prática para dar celeridade ao atendimento aos advogados: o uso do Skype.    O programa pode ser utilizado tanto no computador como pelo aplicativo do celular. Para despachar diretamente com o titular da vara, juiz de Direito   Frederico Dos Santos Messias , basta adicionar o contato da 4ª vara.   Bom seria se essa moda pegasse aqui no Maranhão.

Preconceito ou exagero ?

O ex-líder da banda Chiclete com Banana teve encontro com as promotoras de justiça Márcia Regina Teixeira (Grupo de Atuação Especial em Defesa da Mulher) e Lívia Maria Vaz (Grupo de Atuação Especial de Proteção dos Direitos Humanos e Combate à Discriminação). Na reunião, cantor e compositores assinaram um termo de ajustamento de conduta para fazer adequações, eliminando os trechos que causaram polêmica após o lançamento da música na semana passada.   "Tive o prazer de conhecer pessoas que me falaram mais um pouco sobre o momento político da discriminação e do racismo contra a mulher negra. Os compositores resolveram fazer as modificações necessárias para assegurar que nenhuma mulher se sentisse desrespeitada", consta de comunicado do cantor.   Além da alteração na letra, o acordo prevê que Bell participe de campanhas de combate ao racismo e ao machismo no Carnaval. Mudanças Com as modificações, em vez de "minha nega, vai lá no salão, faz aquele corte que ...