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APROVADA A PRIVATIZAÇÃO DOS CORREIOS. Com comentário.

 Nosso leitor comenta:

O Estado já enxugou o que podia dia Correios, agora só pensa em vender. 

Resumindo tudo que vem e virá a acontecer, quer vender porque não dá lucro, mas não fala do lucro que está recebendo; quer vender por que quer tirar a isenção de impostos, mas não fala que vai dar 5 anos de isenção (5 anos após a venda vai ficar mais caro); quer vender para que a Empresa pública venha ser melhorada mas não fala dos diversos postos que correm risco de fechar após os 5 anos da venda; quer vender para dar concorrência para empresa privada (mentira, se vender as concorrentes continuarão ma mesma). 

Estima-se 40 mil desempregados após a privatização, pessoas foram obrigadas pela ECT a abadonar qualquer emprego que exercia nas horas vagas (foram obrigado a abandonar qualquer forma de receita que não viesse do emprego e agora irá ficar a ver navio).

E para onde vai o dinheiro da venda?


Câmara aprova projeto que permite a privatização dos Correios

A proposta autoriza a exploração pela iniciativa privada de todos os serviços postais.

Najara Araujo/Câmara dos Deputados
Discussão e votação de propostas. Presidente da Câmara, dep. Arthur Lira PP - AL
Sessão do Plenário da Câmara dos Deputados

Estou dentre aqueles que acredita que o tamanho do Estado é um problema para o país. A Câmara dos Deputados ajudou na diminuição desse tamanho quando aprovou o Projeto de Lei 591/21, do Poder Executivo, que autoriza a exploração pela iniciativa privada de todos os serviços postais, ou seja, a venda dos Correios.

A proposta estabelece condições para a desestatização da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e remete a regulação do setor à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Mas esse assunto não é pacífico na sociedade brasileira.

Segundo o substitutivo aprovado, do deputado Gil Cutrim (Republicanos-MA), o monopólio para carta e cartão postal, telegrama e correspondência agrupada continuará com a ECT por mais cinco anos, podendo o contrato de concessão estipular prazo superior. 

Emenda do deputado Bira do Pindaré (PSB-MA) pretendia impor, como condição para a desestatização dos Correios, a proibição do fechamento de agências em municípios ou distritos com mais de 500 habitantes, com garantia da prestação do serviço postal universal;

A matéria será enviada ao Senado e a discussão continua por lá. 

Nosso blog vai trazer os pontos mais polêmicos desse projeto na semana que vem.

Reportagem – Eduardo Piovesan

Edição – Pierre Triboli

Fonte: Agência Câmara de Notícias


Comentários

  1. O Estado já enxugou o que podia dia Correios, agora só pensa em vender. Resumindo tudo que vem e virá a acontecer, quer vender porque não dá lucro mas não fala do lucro que está recebendo, que vender por que quer tirar a isenção de impostos mas não fala que vai dar 5 anos de isenção (5 anos após a venda vai ficar mais caro), quer vender para que a Empresa pública venha ser melhorada mas não fala dos diversos postos que correm risco de fechar após os 5 anos da venda, quer vender para dar concorrência para empresa privada (mentira, se vender as concorrentes continuarão ma mesma). Estima-se 40mil desempregados após a privatização, pessoas foram obrigados pela ECT a abadonar qualquer emprego que exercia nas horas vagas (foram obrigado a abandonar qualquer forma de receita que não viesse do emprego e agora irá ficar a ver navio).E para onde vai o dinheiro da venda?

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  2. O Estado já enxugou o que podia dia Correios, agora só pensa em vender. Resumindo tudo que vem e virá a acontecer, quer vender porque não dá lucro mas não fala do lucro que está recebendo, que vender por que quer tirar a isenção de impostos mas não fala que vai dar 5 anos de isenção (5 anos após a venda vai ficar mais caro), quer vender para que a Empresa pública venha ser melhorada mas não fala dos diversos postos que correm risco de fechar após os 5 anos da venda, quer vender para dar concorrência para empresa privada (mentira, se vender as concorrentes continuarão ma mesma). Estima-se 40mil desempregados após a privatização, pessoas foram obrigados pela ECT a abadonar qualquer emprego que exercia nas horas vagas (foram obrigado a abandonar qualquer forma de receita que não viesse do emprego e agora irá ficar a ver navio).E para onde vai o dinheiro da venda?

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