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CRIME ORGANIZADO



O Primeiro Comando da Capital (PCC) opera em portos do Uruguai, Panamá e Equador. 

A facção consolidou-se como uma organização criminosa transnacional e utiliza esses locais estratégicos em aliança com máfias internacionais para exportar cocaína para mercados como a Europa, Ásia e Oceania.

A atuação do PCC nesses países ocorre da seguinte forma:
  • Equador: Tornou-se um ponto logístico e entreposto crucial para o escoamento da droga (especialmente pelos portos de Guayaquil e Puerto Bolívar), substituindo ou servindo como rota complementar a terminais brasileiros.
  • Panamá: A sua localização geográfica central, com o Canal do Panamá, é explorada para transbordo e ocultação de grandes carregamentos de entorpecentes em contêineres.
  • Uruguai: O país vizinho é utilizado tanto como rota de escoamento e armazenamento (através de portos como Montevidéu) quanto como base operacional e financeira para a facção. [1, 2, 3]
Investigações apontam que o PCC utiliza empresas de fachada e esquemas complexos para enviar a cocaína oculta em cargas lícitas, contando com o apoio de organizações como a máfia italiana 'Ndrangheta e máfias dos Bálcãs. A expansão da facção nessas rotas tem o objetivo de driblar a fiscalização brasileira e maximizar o lucro internacional.
Você acredita que toda essa estrutura possa ter sido montada sem o apoio de políticos e policiais? 
Infelizmente o combate ao tráfico de drogas não tem mais como ser feito apenas com a polícia. Temos que buscar as inteligências de todo o planeta e os apoios de todos os lideres mundiais para confiscar bens e destruir os cartéis, mas não ao estilo Trump. Maduro está preso e não houve nenhuma baixa no consumo de drogas no planeta.

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