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DIGA-ME COM QUEM ANDAS...

Na política, símbolos importam tanto quanto discursos. 

A aproximação de Orleans Brandão com Clay Lago carrega um peso político e emocional relevante no Maranhão. 

Clay Lago é associada à memória do ex-governador Jackson Lago, cuja trajetória política ficou marcada por um discurso humanista, municipalista e de forte ligação com causas sociais e populares durante 3 mandatos como prefeito da capital. 

Leia ➡️ 

CLAY LAGO FORTALECE PLANO DE GOVERNO DE ORLEANS BRANDÃO

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  Encontro liderado por Clay Lago fortalece participação feminina na construção do plano de governo de Orleans Brandão O segundo “Encontro M...

Recentemente, ela participou de encontros de apoio ao projeto político de Orleans, defendendo mais diálogo e políticas públicas voltadas à população, com foco na participação feminina na política.

Orleans tem excelentes apoiadores, mas certamente, ninguém terá maior expressividade do que a viúva do ex-governador, que além da memória afetiva, sempre compartilhou das lutas de Jackson Lago e conhece, como ninguém, as necessidades reais do povo da ilha, porque atuava pessoalmente como secretária municipal nas gestões do marido e, até hoje, atua junto à população mais carente.

Por falar em necessidades reais, Eduardo Braide, que se popularizou em São Luis por maquiagem e mídia, corre pelo interior maranhense em busca de alianças, mas diferente de Orleans, que busca pessoas de respeitabilidade social, o ex-prefeito da capital tem se contentado com políticos de imagem duvidosa, ligada a corrupção e a violência.

 Alianças politicas raramente são vistas apenas como acordos pragmáticos; elas costumam ser interpretadas pelo eleitor como indicativos de identidade política, prioridades e métodos de governar. 

Por isso, a associação com lideranças tradicionais (no caso de Orleans) ou grupos contestados (no caso de Braide) frequentemente se transforma em debate público nas esquinas, bares e igrejas, sempre discutindo quem tem coerência e sobre os valores de cada grupo político.

No Maranhão, onde a memória política ainda exerce enorme influência emocional sobre o eleitorado, gestos, companhias e alianças acabam funcionando como referências simbólicas. Mais do que discursos, muitas vezes é “com quem se anda” que ajuda a construir a imagem política de um projeto perante a população.



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