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E a verdade começa a aparecer

PARA ENTENDER, LEIA ANTES A MATÉRIA F@CÇÃO DE FACHADA 


Com a abertura das investigações da operação Carbono Oculto começam a aparecer os responsáveis pelas operações ilegais.

Não tem nenhum chefão de facção, pelo contrário, só engravatado da Faria Lima. Isso porque ainda não apareceram os políticos, mas vão aparecer.

Veja como a investigação chegou em cada um:

  • João Carlos Mansur
    Fundou a Reag em 2013. Listada na Bolsa de Valores e considerada a maior gestora de patrimônio do Brasil, a Reag controla R$ 299 bilhões. Mansur é apontado como figura chave da investigação, já que é responsável pela administração de fundos como Mabruk II e Hans 95. Ambos, segundo diz a Polícia Federal, foram usados para o cometimento de fraude e a lavagem de aproximadamente R$ 250 milhões de dinheiro que seria de origem do PCC.
  • Mohamad Hussein Mourad
    Ele é apontado como o “epicentro das operações” na investigação que apura esquema bilionário de fraudes e lavagem de dinheiro proveniente do PCC. Mohamad se apresentava como CEO da empresa G8LOG, especializada em transporte rodoviário de cargas perigosas como combustível. Também exercia papel relevante no Copape, formuladora de combustíveis que surge no centro do esquema criminoso apurado pela polícia.
  • Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”
    Citado na investigação como líder do suposto esquema criminoso que deflagrou a Operação Carbono Oculto. Ao lado de Mohamad Hussein Mourad era responsável pela gestão de Copape e Aster, que segundo apontam policiais e promotores foram instituições instrumentalizadas para a prática de fraudes fiscais e contábeis, falsificação de documentos e lavagem de capitais.
  • Ricardo Magro
    Controlador da refinaria Refit (ex-Manguinhos). As investigações apontam que a refinaria forneceu combustíveis às empresas da organização criminosa por meio da distribuidora Rodopetro. Magro chegou a ser preso em 2016 acusado de desvios em fundos de pensão.
  • Maurício Quadrado
    É sócio das administradoras de recursos Trustee DTVM e Banvox. As duas gestoras são alvos da megaoperação por controlarem fundos que seriam utilizados pelo grupo criminoso.
  • Rodolfo Riechert
    Fundador e CEO da Genial Investimentos. Alvo da operação, o banco administra o fundo Radford, de R$ 100 milhões. O Ministério Público afirma que o fundo Radford foi constituído pelo grupo de Mohamad com o objetivo de servir ao esquema criminoso. A Genial Investimentos é citada sete vezes no documento que deu suporte à megaoperação deflagrada na última quinta-feira (29/8).

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