
A decisão dos EUA de classificar o PCC e o CV como terroristas reascendeu o debate da PEC da Segurança Pública no Senado.
Enquanto a oposição usa o enquadramento internacional para cobrar mais rigor, o governo Lula avalia impactos na soberania e tenta destravar a matéria travada pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre.
A partir de 5 de junho, a designação americana vai permitir bloqueio de bens, sanções financeiras e maior pressão internacional sobre as facções criminosas no Brasil, especialmente o PCC e CV que foram declaradas como instituições terroristas.
- Disputa Legislativa: Parlamentares de oposição defendem o avanço da pauta antiterrorismo e criticam a lentidão na tramitação da PEC que constitucionaliza o SUSP.
- Posição do Governo: A gestão Lula teme que a classificação abra margem para interferências e defende o combate ao crime via cooperação policial e tipificação de organizações criminosas na legislação nacional.
O texto da Proposta de Emenda à Constituição segue emperrado nas articulações entre o Palácio do Planalto e a cúpula do Senado, mas uma coisa é certa: tanto a direita, quanto a esquerda estão com o rabo preso, pois os bolsonaristas não conseguem explicar a benece milionária lavada como doação de filme, enquanto que, os petistas estão até o pescoço nas fraudes do INSS e ambos os casos tem suspeitas de dinheiro ilícito no esquema.
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