PCC infiltra na Faria Lima e movimenta R$ 30 bi em fundos
Eu preciso voltar a registrar que não acredito nessa história de PCC comandar o crime no país.
Repito, na minha opinião, quem comanda o crime não é um presidiário, mas sim políticos e empresários que se valem dos nomes das facções para permanecerem ocultos.
Veja a matéria que o governo apresenta para todos.
O Brasil amanheceu ontem com a maior ofensiva já registrada contra o crime organizado na economia formal, operação batizada de Carbono Oculto.
Foram 1.400 agentes para cumprir 200 mandados em 8 estados, mirando 350 alvos ligados ao PCC, incluindo diversos endereços na Faria Lima.
A primeira pergunta: 350 mandados de prisão e não tem nem chefe ? Será?
Diz a reportagem que o ponto de partida foram irregularidades no setor de combustíveis. Segundo a Receita Federal, o esquema sonegou mais de R$ 7,6 bilhões em impostos ao longo de anos, usando distribuidoras, refinarias e postos como fachada.
Outra dúvida: Se as empresas eram fachadas do crime, como a receita está cobrando imposto ? Tá meio furado, não tá?
Segue...
Mas a engrenagem era ainda mais sofisticada… ⚙️
O dinheiro ilícito foi parar em fundos de investimento e fintechs no coração financeiro do país, disfarçado de aplicações financeiras. Foram identificados 40 fundos controlados indiretamente pelo PCC, com patrimônio superior a R$ 30 bilhões.
Última pergunta, prometo: Como se chega a conclusão de que 30 bilhões em fundos de investimento eram controlados por uma facção que não tem sede e muito menos chefe solto para fazer investimento?
É mais fácil acreditar que essa grana toda vem da corrupção, não acha? Pode até ter muito da venda de drogas e de assaltos, mas eu penso que os chefes estão bem soltos e com cargos públicos. Só penso.
Mas segue ai com a matéria...
Muitos deles eram “fundos de um cotista só”, onde o único investidor era outro fundo, criando camadas de opacidade para dificultar a identificação da origem das cifras.
Na prática, os criminosos usaram as engrenagens do mercado financeiro para lavar recursos do tráfico e do esquema de combustíveis.
• O caso mais emblemático é o da BK Bank, fintech que movimentou R$ 17,7 bilhões em operações suspeitas.
• Outro caso que fez barulho foi da Reag, empresa com capital aberto na bolsa, que teve uma queda de 16% no pregão de ontem.
OPNIÃO
POR ROGÉRIO ALVES

Querem fazer acreditar, com essa operação, que o PCC deixou de ser apenas um grupo do submundo do crime e passou a se comportar como um conglomerado econômico, mesclando lucros lícitos e ilícitos.
Acho que estão tentando encobrir os verdadeiros criminosos, que estão nas Assembleias Legislativas, Congresso Nacional, nas policias e nos cargos de alto escalão dos executivos em quase todos os estados.
Aí está a verdadeira organização do crime.
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