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sexta-feira, abril 04, 2025

40 brasileiros entre os bilionários mais ricos do mundo em 2025.

 O ranking anual da Forbes aponta mais de 40 brasileiros entre os bilionários mais ricos do mundo em 2025. 

No topo da lista nacional, mais uma vez, está Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, seguido por Vicky Safra e Jorge Paulo Lemann.

Confira os cinco primeiros listados:

1. Eduardo Saverin – US$ 34,5 bilhões - cofundador do Facebook

Aos 43 anos, Eduardo Saverin mantém a posição de brasileiro mais rico, ocupando o 51º lugar no ranking global. Natural de São Paulo, ele vive atualmente em Singapura e construiu sua fortuna ao cofundar o Facebook. Sua participação na empresa disparou após a abertura de capital em 2011. Além disso, ele é copresidente da B. Capital, um fundo de venture capital que investe em startups inovadoras.

2. Vicky Safra – US$ 20,7 bilhões - fortuna do banco Safra

Viúva do banqueiro Joseph Safra, Vicky Safra, de 72 anos, aparece como a mulher mais rica do Brasil e ocupa a 98ª posição no ranking mundial. Nascida na Grécia, ela se casou aos 17 anos com Joseph Safra, cuja família fundou o Banco Safra no Brasil. Após a morte do marido em 2020, seus filhos passaram a administrar os negócios, enquanto Vicky manteve grande parte da fortuna da família.

3. Jorge Paulo Lemann – US$ 17 bilhões - banqueiro

Aos 85 anos, Jorge Paulo Lemann segue como um dos empresários mais influentes do Brasil, mesmo após as perdas com a crise da Americanas. Ele é um dos principais sócios da 3G Capital, que controla marcas como Ambev, Burger King e a cervejaria AB InBev. Nascido no Rio de Janeiro, Lemann estudou em Harvard e fez fortuna investindo no mercado financeiro e no setor de bebidas.

4. David Vélez – US$ 10,7 bilhões - CEO do Nubank

Colombiano naturalizado brasileiro, David Vélez, 42 anos, é fundador e CEO do Nubank. Criado em Medellín, ele estudou em Stanford antes de fundar o banco digital em 2013. O crescimento do Nubank, que revolucionou o mercado financeiro com contas digitais sem tarifas, impulsionou sua fortuna.

5. André Esteves - US$ 3,1 bilhões - bancário

André Esteves começou sua carreira como estagiário no banco de investimentos Pactual e, anos depois, adquiriu o controle da instituição. Em 2006, vendeu o Pactual ao UBS por US$ 3,1 bilhões, formando a subsidiária brasileira UBS Pactual. Posteriormente, recomprou o banco e transformou-o no BTG Pactual, um dos maiores bancos de investimentos da América Latina.

VEJA MAIS BRASILEIROS NA LISTA

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Lívia Voigt de Assis

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Jose Isaac Peres

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Lucia Maggi

quinta-feira, abril 03, 2025

RACISMO EM PAUTA - DA COR DO PECADO


 

ASSESSORES DE DINO NA BERLINDA NA ALEMA.

 Foto do Blog do  Gilberto Leda

Enquanto Flávio Dino participa do julgamento de Bolsonaro como se não tivesse nenhum interesse pessoal na condenação do ex-presidente, seus assessores fazem uma verdadeira devassa na vida do PGE do Maranhão, sem qualquer interesse, já que o ministro não participa mais do dia a dia da política maranhense.



Entenda o caso. 

O  procurador-geral do Estado do Maranhão, Valdênio Caminha denunciou que dois assessores do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), teriam acessado irregularmente o sistema de informações da PGE.

Segundo o Blog do Gilberto Leda, em ofício encaminhado na semana pasada ao ministro Alexandre de Moraes e à Procuradoria-Gral da República (PGR) solicitando investigação de Túlio Simões e Lucas Souza, ambos procuradores do Estado cedidos ao STF, o titular a PGE maranhense apresentou uma mensagem de WhatsApp enviada pelo primeiro a um assessor seu sugerindo que Caminha poderia ser preso.

Os assessores estariam acessando o sistema da PGE para repassar dados ao Solidariedade, numa ação em que partido aponta nepotismo no governo Brandão.

Em nota a O Globo, os assessores Simões e Souza negam que tenha cometido ilegalidades. Eles informaram que acessaram apenas dados públicos.

Mas o Deputado Estadual Yglésio Moyses (PRTB) não engoliu a desculpa dos assessores anunciou nesta terça-feira, 1º, que colherá assinaturas para a abertura de uma CPI.

“Isso daqui é batom na cueca”, declarou Yglésio, em discurso na Assembleia Legislativa. ... “Convido os colegas que tiverem honra a assinarem isso daqui”, completou.

Esse "daqui"era um pedido de CPI.

Defesa

Após a fala de Yglésio, o deputado Rodrigo Lago (PCdoB) passou pano, como sempre, quando se trata de Dino e  defendeu os dois assessores.

“O procurador Valdênio, talvez movido pela emoção, e não pela razão, acusa dois cidadãos de fazerem algo que qualquer um de nós pode fazer: acessar um processo público. Aliás, eu mesmo, ontem, acessei esse mesmo processo público”, disse.

Mais da metade dos brasileiros já foi vítima de fraude.

Pixabay
Capa da Notícia
O uso de deepfakes deixa os golpes mais sofisticados


O cenário das fraudes no Brasil está cada vez mais sofisticado, com criminosos aprimorando constantemente suas táticas e atingindo novas vítimas. 

A sensação de insegurança diante do aumento recorrente de golpes é confirmada por dados concretos, conforme revela uma pesquisa inédita da Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil. 

Segundo o Relatório de Identidade e Fraude 2025, 51% dos brasileiros foram vítimas de fraude no último ano, sendo que mais da metade dessas pessoas (54,2%) teve perdas financeiras.

Além disso, o Indicador de Tentativas de Fraude da Serasa Experian revela que as diligências cresceram 9,4% em 2024, ultrapassando 11,5 milhões de registros. 

Para o Diretor de Autenticação e Prevenção da Serasa Experian, Caio Rocha, esse aumento reflete a sofisticação dos ataques e a necessidade de evolução constante na prevenção: 

“Com o avanço de golpes sofisticados, como deepfakes e fraudes impulsionadas por inteligência artificial, a proteção de identidades e a prevenção a fraudes tornam-se um desafio contínuo, tanto para as empresas, quanto para os consumidores, que foram ouvidos pelo estudo da datatech”.

O prejuízo financeiro para os brasileiros que sofreram com as diligências é significativo: 54,2% daqueles que sofreram golpes perderam dinheiro, sendo que quase 20% tiveram perdas entre R$ 1.000 e R$ 5.000.

Pessoas acima de 50 anos são as principais vítimas dos fraudadores

No recorte por gênero, de todos os respondentes do sexo masculino, 52,5% relataram terem sofrido golpe em 2024, número consistente também em mulheres, com 49,3%. No ano anterior, os índices eram de 42,8% e 40,5%, respectivamente.

Além disso, os dados mostram que as fraudes atingem todas as idades, com aumento anual significativo das incidências. Mas são os consumidores acima dos 50 anos que seguem sendo os mais visados: 57,8% desse público relata ter sido vítima de algum golpe em 2024.

Ao analisar os dados por região, observa-se um aumento no número de pessoas que já foram vítimas de fraude em todo o país. No entanto, apenas no Sudeste houve também um crescimento no percentual de consumidores que sofreram perdas financeiras.

Cartão de Crédito lidera o ranking dos tipos mais recorrentes de fraude

Entre os tipos de fraude mais recorrentes, o uso indevido de cartões de crédito lidera o ranking (47,9%), com o maior aumento em relação a 2023 (9 pontos percentuais). Em seguida, aparecem golpes financeiros, como pagamento de boletos falsos ou transações fraudulentas via Pix (32,8%) e phishing – e-mails ou mensagens fraudulentas que induzem ao roubo de dados (21,6%).

O uso de deepfakes – imagens criadas com o uso de tecnologias de inteligência artificial que permitem a sobreposição de rostos e vozes em vídeos, com o intuito de se passarem por outras pessoas para invasão contas, por exemplo – apresentou uma queda significativa, passando de 9% de recorrência em 2023 para 3,8% em 2024. 

De acordo com Rocha, esse declínio pode estar relacionado à crescente adoção da biometria facial como método de autenticação: 

“A biometria tem avançado tanto em adesão quanto em reconhecimento como uma tecnologia segura. Hoje, 71,8% dos brasileiros afirmam se sentir mais protegidos ao utilizá-la, e seu uso cresceu de 59% para 67% no último ano. O deepfake é um tipo de fraude cuja prevenção depende quase totalmente da tecnologia empregada pelas empresas, e à medida que observamos um aumento na adoção da biometria, é natural que sua incidência tenha diminuído”, declara.

Rocha destaca que, à medida que as empresas investem em segurança, os fraudadores também recorrem à Inteligência Artificial generativa para aplicar golpes cada vez mais sofisticados. Além das deepfakes, pacotes de fraudes são comercializados por criminosos na dark web, facilitando o acesso ao crime digital por meio do modelo conhecido como Fraud as a Service (“fraude como um serviço”, em tradução livre). 

OPNIÃO

Por Rogério Alves

Não devemos ter medo das tecnologias, mas sim fazer usi delas de modo consciente e honesto. Desde o inicío dos tempos os golpistas se aproveitam da inoncência dos que desconhecem os avanços tecnológcos, vendendo gato por lebre. 

Lembre-se de que não existe dinheiro fácil e procure saber quem é a finte que está lhe passando informação. Assim você evita fraudes e faz bom uso de tudas as modernidades.


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