terça-feira, 8 de junho de 2021

O PAÍS DO PRIVILÉGIO CONTINUA.


Antes haviam as aposentadorias de deputados e governadores a escandalizar o país. Já tivemos vários escândalos com pensões ou indenizações de exilados políticos e, quando isso tudo parecia coisa do passado a gente descobre que a mamata continua.

O governo Bolsonaro fez uma reforma previdenciária sob o argumento de que acabaria com os privilégios, mas não acabou para todo mundo não, pois deixou de fora os militares.  

    Agora, na reforma administrativa, o governo não quer  a inclusão de membros de Poder — parlamentares, procuradores e magistrados — e militares. A inclusão destes setores poderia gerar economia de R$ 31,4 bilhões aos cofres públicos em dez anos, segundo levantamento do economista Daniel Duque, do Centro de Liderança Pública, a pedido do Jornal GLOBO.


O maior impacto seria o de eventual inclusão de militares, porque são mais numerosos: a economia poderia chegar a R$ 17,3 bilhões em dez anos. A inclusão de parlamentares, procuradores e magistrados resultaria em economia estimada de R$ 14,1 bilhões.

A Proposta de Emenda Constitucional que reestrutura as carreiras já passou pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados (controlada por uma Deputada bolsonarista) e começará a tramitar em Comissão Especial. 

O povo precisa aprender a criticar seus lideres enquanto estão no poder, porque depois do caldo derramado não vai adiantar limpar a sujeira. Vai ter que pagar a conta do mesmo jeito. 

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