20/12/2025

MAIS SOBRE O CASO BOLSONARO

A avaliação médica foi realizada na última quarta-feira (17/12) no complexo da Superintendência Regional da PF, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).


A medida não é privilégio do ex-presidente e nem excesso de rigor de Morais, mas
faz parte do processo de execução penal de Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos e três meses de prisão em regime fechado.

É certo que nem todos os presos no Brasil tem toda essa atenção, com junta médica especializada, mas Bolsonaro não é qualquer preso. Ele é um dos líderes populares mais carismáticos do Brasil e tem quase 30% de intenção de voto, mesmo nas cadeia.

Os pontos principais do relatório apontam:

• Inviabilidade Prisional: A defesa alega, e os exames reforçam, que a cirurgia e a recuperação não podem ser realizadas em ambiente carcerário.
• Tempo de Recuperação: A estimativa de permanência hospitalar após a intervenção varia entre 5 e 7 dias.
• Base da Decisão: Além do exame físico presencial, os peritos analisaram ultrassonografias e documentos apresentados pela equipe médica particular do ex-mandatário.

Próximos passos
O laudo agora retorna ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes, que deverá decidir se autoriza a saída do ex-presidente para a realização do procedimento cirúrgico em hospital privado ou se determinará protocolos específicos de segurança para o tratamento.

A defesa sustenta que a intervenção é urgente para evitar o estrangulamento das hérnias, o que transformaria o caso em uma emergência de vida ou morte

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