A caminhada de 240 km contra o STF | ||
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O domingo marcou o encerramento da caminhada liderada por Nikolas Ferreira contra decisões do STF ligadas ao 8/1 e à prisão de Bolsonaro — uma mobilização que durou sete dias e percorreu 240 km, de Paracatu (MG) até a Praça do Cruzeiro, em Brasília. | ||
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No discurso de encerramento, o deputado subiu o tom contra o STF e mirou no presidente do Senado, Davi Alcolumbre, cobrando a instalação de duas CPMIs: uma para investigar o INSS e outra sobre o caso Master. | ||
Em uma das falas mais fortes, ele citou o contrato de R$ 129 milhões entre o Banco Master e a esposa de um ministro do STF, dizendo que a manifestação era um “grito de quem não aguenta mais” e pedindo punição para eventuais crimes. | ||
O ato foi convocado com o slogan “Acorda, Brasil”. Em vários momentos, Nikolas disse que os manifestantes tinham a missão de “acordar outras pessoas”. | ||
A caminhada ganhou apoio de nomes da direita, como Carlos Bolsonaro, Marcos do Val, Zé Trovão, Marcel van Hattem e Padre Kelmon, além de ampla repercussão nas redes, com vídeos que passaram de 50 milhões de visualizações. | ||
Já opositores menosprezaram o movimento e afirmaram que a caminhada era apenas uma “cortina de fumaça” para apagar uma suposta ligação de Nikolas com o caso Master. | ||
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