Europa recua e volta a se aproximar de Trump | ||
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Na última terça-feira, te contamos que parte dos principais aliados dos EUA afirmaram que não iriam ajudar os americanos a liberar o funcionamento do Estreito de Ormuz. Bom, esqueça tudo isso… A história agora é outra. | ||
Ontem, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Holanda e Japão emitiram um comunicado conjunto declarando-se "prontos" para apoiar os esforços na liberação da rota. | ||
“O que fez eles mudarem tão rápido de posição?” A virada veio após uma escalada no conflito. Ataques do Irã a infraestruturas energéticas no Golfo fizeram o preço do petróleo disparar para mais de US$ 114 por barril e jáanunciou que sóabre o estreito quando o barril chegar a U$$ 200. | ||
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O impacto desse movimento: A adesão dos aliados é um alívio logístico e financeiro para os EUA. Pense que, agora, os esforços para liberar a rota crucial para o comércio global, e até para fazer escoltas de navios por lá, se multiplicam. | ||
O grande objetivo do anúncio é tentar encerrar o conflito o quanto antes, masno Irã já avisou que agora, quem decide quando a guerra termina é ele. Trump afirmou que não pretende enviar tropas para a região, mas o Pentágono pediu um reforço de US$ 200 bilhões — para estoques de munição e “manter a superioridade militar”. Trump chamou a quantia de um “pequeno preço a se pagar”. Essa guerra ainda vai trazer muito problema para o mundo. Vamos acompanhar. |

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