sábado, 24 de abril de 2021

"[Pazuello] fez o dever de casa e não comprou [vacinas] ano passado", diz Bolsonaro.

Segundo presidente, seria irresponsabilidade do governo realizar a compra de imunizantes antes da aprovação da Anvisa

Alan Santos/Palácio do Planalto
Alan Santos/Palácio do Planalto

Jair Bolsonaro defendeu o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello em discurso. Para o presidente, Pazuello "fez dever de casa" e tomou decisão correta ao não comprar vacinas contra a Covid-19 em 2020.

Segundo presidente, seria irresponsabilidade do governo realizar a compra de imunizantes antes da aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). "[Pazuello] fez o dever de casa e não comprou [vacinas] ano passado, apenas fez muitos contratos, porque precisava passar pela Anvisa. Seria responsabilidade do governo despender recursos para algo que ninguém sabia o que era ainda, porque não estava no mercado", disse.

O presidente continua insistindo na sua tese de que o seu governo está muito bom e que tudo está muito bem no Brasil. A pandemia é apenas uma gripezinha e que todo mundo tem que morrer um dia. O pior é que ainda tem maluco que concorda com ele e ainda defende.

Em um evento, em Belém-PA, Bolsonaro voltou a criticar medidas que restringem a circulação de pessoas para combater a Covid-19 e afirmou que as iniciativas são o motivo para o aumento do desemprego no país.

"Lamentavelmente, como efeito colateral da política de destruição de empregos, lockdowns, toque de reconhecer, entre outras coisas, cresceu a massa de pessoas que nada mais têm e precisa do estado", completou.

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