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| Reprodução: Revista Piauí |
Notícias de que Davi Alcolumbre teria recebido uma “caneta de Mounjaro” e até pedido um show de Roberto Carlos.
Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) — presidente do Senado Federal — teria recebido, em 2024, uma caneta do medicamento Mounjaro (usado no tratamento de diabetes/perda de peso) como presente do empresário Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como Beto Louco.
🔎 A informação vem de mensagens obtidas por portais de notícias que mostram a logística da entrega — combinada entre Beto Louco e um motorista particular em Brasília — antes de o produto ser liberado oficialmente no Brasil pela Anvisa (junho de 2025).
O presente teria sido acertado após um encontro social em que Alcolumbre teria comentado dificuldades para obter Mounjaro, e Beto Louco teria se oferecido para providenciar unidades por meio de contatos que viajavam ao exterior.
Quem é Beto Louco?
Beto Louco é um empresário que está foragido e é investigado pela Polícia Federal em várias operações (Carbono Oculto, Tank e Quasar), que apuram supostos esquemas de fraude em combustíveis e lavagem de dinheiro. Parte das investigações consideram possíveis ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC) — embora ele negue tais vínculos.
Segundo a Revista Piauí, o Amapá celebrou os últimos dias de 2024 uma programação que incluiu shows de astros da música como João Gomes, Alceu Valença, Pablo do Arrocha, Alok e a maior estrela, Roberto Carlos e existem indícios de que o Senador teria pedido ao empresário uma ajuda para conseguir o show do Rei.
🔹 Uma proposta de delação premiada que mencionar políticos, incluindo Alcolumbre, foi avaliada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), mas não avançou por falta de provas robustas até o momento.
📌 Alcolumbre e sua equipe não se manifestaram oficialmente sobre a reportagem.
OPINIÃO
A existência do presente especificamente vinculada a favores ou irregularidades não foi comprovada até aqui — trata-se apenas de informações de bastidores e documentos de mensagens obtidos por veículos de imprensa, mas o fato de um senador receber um presente de terceiros, embora, por si só, não constitua automaticamente crime, demonstra o grau de comprometimento de nossos políticos com o tráfico de influência e a corrupção.
Não resta outro caminho para a democracia brasileira, senão o do voto livre e sem contrapartida, seja financeira ou por favores.
Não venda seu voto.

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