
Para quem não conhece, a expressão "lavando a burra", "lavar a burra" ou "lavar a égua" significa tirar grande vantagem de uma situação, dar-se muito bem em um negócio ou ganhar muito dinheiro. É frequentemente usada para comemorar um momento de sorte, como lucrar alto ou ganhar na loteria.
Nesse sentido, podemos dizer que a Go Up Entertainment, produtora responsável por “Dark Horse” — longa-metragem sobre a trajetória política de Jair Bolsonaro (PL) —, "lavou a burra", isso porque nunca lançou nenhuma obra no Brasil ou no exterior e na primeira produção já ganha um orçamento de 135 milhões de reais, segundo Flávio Bolsonaro (acredite se quiser). 🤭
A empresa pertence à jornalista Karina Ferreira da Gama, que ingressou no projeto por meio do deputado federal Mario Frias (PL-SP), roteirista do filme.
Mensagens e contratos apontam que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro também atuava nas decisões financeiras do filme, e a Polícia Federal apura se houve desvio dessas verbas para o exterior. 💰💸
Contratos com a Prefeitura de São Paulo:
A empresa ligada a Karina é alvo de fiscalizações e denúncias devido a um contrato de R$ 108 milhões para serviços de internet em escolas, com suspeitas de irregularidades milionárias na prestação de contas.
Origem da expressão:
Popularmente, acredita-se que o termo venha da época da exploração do ouro no Brasil.
Na ocasião, "burra" ou "bolsa" designava um cofre ou saco usado para guardar dinheiro. Logo, "lavar a burra" ou "encher a burra" referia-se a limpar e lotar o cofre de riquezas.
Outra lenda famosa aponta para os escravizados, que escondiam ouro em pó nos pelos das éguas para recuperá-lo posteriormente.
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