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CIRO NÃO.


Aqui vai um resumo da polêmica recente envolvendo Michelle Bolsonaro e Ciro Gomes — e como os irmãos de Jair Bolsonaro reagiram.


🔎 O que aconteceu?

Em 30 de novembro de 2025, durante evento em Fortaleza para lançamento da pré-candidatura de Eduardo Girão (Novo-CE) ao governo do Ceará, Michelle Bolsonaro criticou publicamente a aliança do PL com Ciro Gomes. Ela disse achar “precipitado” esse apoio e questionou a coerência da aliança com alguém que, segundo ela, historicamente “fez mal” à família Bolsonaro. 


Michelle reafirmou a posição em nota publicada em 2 de dezembro, dizendo respeitar a opinião dos enteados, mas que pensa diferente — e que tem o direito de se expressar com liberdade e sinceridade. 


No mesmo dia, ela pediu perdão aos enteados (filhos de Jair Bolsonaro), afirmando que não era sua intenção contrariá-los. 


📣 Reação dos irmãos Bolsonaro


Os filhos de Jair — Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Carlos Bolsonaro — reagiram com críticas fortes. Flávio chamou a postura de Michelle de “autoritária e constrangedora”. 


Eduardo e Carlos disseram que a aliança com Ciro no Ceará foi uma decisão do pai e defenderam o deputado estadual do Ceará André Fernandes, acusando Michelle de criticar injustamente quem apenas cumpriu ordens. 


Eles pediram unidade em torno da liderança de Jair e criticaram a ruptura pública promovida por Michelle entre os bolsonaristas no Estado. 



⚠️ Consequências políticas

A divergência causou um racha interno no clã Bolsonaro — o que expõe dificuldades de manter uma coordenação unificada sobre alianças estaduais, especialmente no Ceará.


A posição de Michelle reacende o debate sobre identidade ideológica do PL: se optará por manter perfil conservador fiel ao bolsonarismo ou aceitar acordos estaduais pragmáticos — como a aproximação com Ciro Gomes.


A reviravolta pode influenciar as definições de candidaturas no Ceará para 2026, e até reconfigurar o espaço de alianças à direita no estado.

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