
Erro bizarro de arbitragem em Palmeiras x Fluminense chama atenção, mas paixão pelo futebol vai além da polêmica
Na noite desta quarta-feira (25), em jogo válido pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro, Palmeiras e Fluminense protagonizaram mais um capítulo interessante dessa temporada.
Além do placar de 2 a 1 a favor do Palmeiras, com gols de Vitor Roque (pênalti convertida no início da partida) e Allan, e a reação tricolor com Lucho Acosta descontando, um lance curioso acabou gerando comentários e debates nas redes sociais e entre analistas de arbitragem.
O que poucos torcedores perceberam durante o jogo foi um erro procedimental da arbitragem:
o Palmeiras fez a saída de bola no início dos dois tempos, quando a regra determina que cada time deve ter a posse inicial em uma das etapas.
Esse detalhe passou despercebido pelo árbitro e seus assistentes, e nem mesmo os jogadores do Fluminense reclamaram no momento.
O zagueiro Juan Freytes, do Fluminense, chegou a afirmar após a partida que percebeu a situação e tentou chamar a atenção do árbitro, sem sucesso.
Nas redes sociais e em comentários, houve quem classificasse o episódio como um “erro de direito” e sugerisse que, em teoria, poderia até mesmo gerar uma anulação da partida. Mas só porque o mesmo time deu o pontapé inicial nos dois tempos? É brincadeira, como diz o craque Neto.
Enquanto isso, fora das quatro linhas, o técnico Abel Ferreira voltou a se envolver com a arbitragem:
foi expulso ao final do jogo após reclamar de outras decisões da equipe de arbitragem, gerando mais uma polêmica na cobertura pós-partida.
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Em meio a tudo isso, cabe refletir que episódios como esse — erros procedimentais, interpretações diferentes da regra, decisões humanas e até discussões sobre intervenção do VAR — fazem parte do futebol.
Eles alimentam debates, levantam discussões sobre a necessidade e os limites das tecnologias de apoio à arbitragem, e naturalmente acendem paixões de torcedores de todos os times.
Mas, no fim das contas, a paixão pelo futebol está no jogo e não na polêmica — e nenhuma tecnologia vai conseguir convencer completamente o torcedor, quando o lance estiver no limite da interpretação humana.
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