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Países assinam acordo que sela fim da guerra em Gaza | ||||||||||||||||||
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Líderes mundiais se reuniram no Egito para assinar o acordo que sela oficialmente o cessar-fogo em Gaza. Curiosamente, nem Israel, nem Hamas estavam à mesa. | ||||||||||||||||||
O pacto, mediado por EUA, Egito, Turquia e Catar, foi firmado horas após o Hamas libertar os 20 últimos reféns israelenses ainda vivos. Do outro lado, Israel libertou e devolveu quase 2 mil prisioneiros palestinos. | ||||||||||||||||||
O acordo prevê a criação de um conselho internacional para supervisionar Gaza no pós-guerra, marcando o primeiro grande avanço diplomático desde o início do conflito em 2023. Do G1. Últimos reféns libertados 🕊️ Em um dia que marca o caminho para o fim da guerra em Gaza, os últimos 20 reféns israelenses vivos em poder do grupo terrorista Hamas foram libertados. Os israelenses, que passaram mais de dois anos em cativeiro, já voltaram para casa como parte da primeira fase do acordo de cessar-fogo. Outros 28 morreram e seus corpos devem ser entregues a Israel. A devolução dos reféns ocorreu em paralelo à libertação de 1.968 prisioneiros palestinos. No total, o Hamas sequestrou 251 pessoas no ataque terrorista de 2023. "Este é um dia histórico, o fim de uma era de mortes e terror no Oriente Médio", afirmou Donald Trump em discurso no parlamento israelense. Ovacionado, o presidente americano comemorou a libertação dos reféns, defendeu a paz, falou sobre a reconstrução da Faixa de Gaza e acenou com um possível acordo sobre o programa nuclear do Irã. ✍️ Horas após a libertação, líderes mundiais assinaram o acordo de cessar-fogo em uma "cúpula da paz" no Egito. A assinatura, no entanto, não teve a presença nem de Israel nem do Hamas. |
Ex-dirigente do INSS nega ter cometido irregularidades em depoimento à CPMI Em depoimento à CPMI do INSS, o ex-coordenador Jucimar da Silva negou participação na autorização de descontos associativos, afirmando atuar apenas na folha de pagamento. Ele disse não ter indicação política e que seus pareceres eram técnicos. O relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), contestou, citando saltos nos descontos ilegais e pareceres favoráveis a entidades investigadas, como Conafer e Contag. Suspenso da função por ordem da Justiça, Jucimar reiterou que não tinha poder decisório. Ouça a reportagem da Rádio Senado:





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