A comissão especial que avaliava a PEC do voto impresso (135/19) rejeitou a proposta por 23 votos a 11, impondo derrota ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), principal fiador do dispositivo. São conhecidos os ataques à urna e ao sistema eleitoral, onde o presidente da república repete vídeos da internet e denúncias fajutas, levantando suspeitas sobre as eleições e apontando, sem provas, a vulnerabilidade do processo eleitoral. Apesar da derrota, a nova cloroquina do presidente (como é chamada a luta do voto impresso) ainda pode ter uma sobrevida. O deputado Filipe Barros (PSL-PR), relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) do voto impresso, disse que o texto pode ser votado no plenário da Câmara mesmo tendo sido rejeitado na comissão especial. “Temos a convicção de que a partir do momento que for ao plenário da Câmara, em que há a votação nominal dos 513 deputados, que há possibilidade dessa PEC ser aprovada”, completou o deputado. O pior disso tudo é q...